Pesquisa apresenta vestígios paleontológicos em zonas metropolitanas de Teresina

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Texto alterado em 20 de janeiro de 2023, às 12h49.

O Piauí atualmente conta com diversos estudos e pesquisadores no âmbito da Paleontologia, com destaque para aquelas realizadas por pesquisadores da UFPI, IFPI, UFPA, UFPE, UNICAMP e UFRGS, dentre outras instituições nacionais e internacionais.

A pesquisa realizada pelo Dr. Prof. Érico Rodrigues Gomes (IFPI Teresina Central), e financiada com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), através do Edital nº 002/2021, apontou vestígios paleontológicos no entorno de Teresina e sua região metropolitana, como José de Freitas, Nazária, Altos e União, por exemplo.

Floresta Fóssil de Teresina. Foto: Reprodução Internet

“Então, Teresina está cercada por um conjunto de sítios paleontológicos importantíssimos que registram a história da vida na Terra, entre 330 e 280 milhões de anos. Essas idades, respectivamente, representam as unidades geológicas formação Piauí (Carbonífero) e formação Pedra de Fogo (Permiano)”, destaca o professor.

De acordo com o professor os fósseis encontrados em Teresina são datados do Período Permiano, que corresponde ao último período da Era Paleozoica. Segundo os estudos realizados pelo geólogo e pesquisador Dr. Luiz Saturnino Andrade, em sua Tese de Doutorado pela Universidade Federal do Pará (2019) “a Formação Pedra de Fogo, de forma geral, representa um sistema lacustre [conjunto de lagos] de clima árido, endorreico [não tem saída para o mar], frequentemente afetado por regimes de tempestades e alimentado por riachos efêmeros [temporários]”. Eram grandes lagoas que existiram há 290 milhões de anos, onde hoje é o vale do rio Parnaíba, algo como um oásis num deserto, circundado por palmeiras e árvores.” O professor destaca que este ambiente ficou registrado nas rochas sedimentares no processo de formação das florestas fósseis.

“É fácil visualizar os lagos; se pesquisar na internet os lagos de desertos, a gente vê aqueles locais com palmeiras em volta, vegetação. Era algo similar só que 290 milhões de anos atrás. Esses oásis (as lagoas), eram circundadas por uma vegetação exuberante. Em regiões áridas demora chover, mas são eventos de chuvas torrenciais. Quando vem, aparece aquela tromba d’água. Então, inundava, alagava e algumas dessas árvores foram soterradas e depois houve um processo de fossilização, chamado de permineralização, onde há a substituição da matéria orgânica pela sílica. Assim, essas árvores e troncos foram então preservados até os dias atuais”, conta o professor.

Teresina está inserida na Bacia Sedimentar do Parnaíba, formada por um conjunto de rochas sedimentares com idade desde o Siluriano, que tem uma idade de aproximadamente de 460 milhões de anos”, destaca Érico.

De acordo com Mauro Sérgio Lima et al. (2015), no livro Métodos em Ecologia e Comportamento Animal, esse período corresponde ao “momento da história da Terra, onde se observa o surgimento e diversificação da maioria dos filos de animais, e é chamado de Fanerozóico (vida visível, em grego)”. Ele é segmentado em três Eras. A primeira Era é denominada de Paleozoica, e que por sua vez, responde pelo surgimento da maioria dos animais atuais. Esta Era Paleozoica, é dividida em seis períodos, compreendendo, assim, o período Siluriano, como o terceiro período da Era Paleozoica, o Carbonífero o quinto, e o Permiano o sexto.

“Esta unidade, em Teresina, é marcada pela presença de fósseis. Não só em Teresina, mas no entorno da capital também, como por exemplo, Altos, onde foi identificada a floresta fóssil, na zona rural. Aqui em Nazária foram identificados alguns antigos lagos com peixes. Em José de Freitas, foi identificado um antigo ambiente marinho raso, riquíssimo em organismos invertebrados marinhos como Bivalves e Gastrópodes”, acrescenta.

“Em Teresina, a despeito de ser cercada por importantes sítios paleontológicos de idade Permiana, como aqueles já conhecidos em Nazária, José de Freitas, Altos e União. Apresentam ainda maiores possibilidades da descoberta de novos indícios fósseis em regiões rurais, na medida que novas pesquisas sejam realizadas.

Presença de fósseis em Teresina. Foto: Reprodução Internet

Em Teresina, em particular, o professor destaca que há a presença de troncos fossilizados tanto na zona urbana como na zona rural. Ao norte de Teresina. E especialmente ao longo do vale do rio Poti, em uma ilha paleontológica próxima à região do zoobotânico. É possível visitar a floresta fóssil mais conhecida em nossa capital, e que está localizada em frente ao Teresina Shopping.

“Também há a presença de troncos na região do povoado Alegria, mais ao sul. Então ao longo do Vale do Rio Poti, é riquíssimo com ocorrência de muitos fósseis. Não só de troncos, mas também estromatólitos”, destaca Érico.

Perguntado sobre os problemas que envolvem esses locais, Érico relatou que um dos principais problemas é a degradação ambiental encontrada nesses sítios fossilíferos, e como que esses impactos ambientais interferem na preservação desse patrimônio natural paleontológico encontrado em nosso estado.

“Eu acho que o principal problema nesses sítios paleontológicos é o descaso. E o desconhecimento por parte da população, da sua importância ao contar uma parte da história da Terra, particularmente, desse pedaço de chão, o nosso estado do Piauí. Há um desconhecimento muito grande das pessoas. Por conta disso, o nosso projeto foi prorrogado por mais um ano, justamente para trabalhar a educação ambiental, a divulgação nas escolas, a divulgação com os pescadores e com banhistas, em locais onde tenham fósseis nas proximidades.

Instituições como a FAPEPI são importantes para que essas pesquisam possam ocorrer, e com o aporte necessário para o desenvolvimento dos estudos, seja possível preparar políticas públicas de preservação desses espaços. Esse é um compromisso que os próximos governos devem manter com o nosso estado.

“É um processo lento, e difícil, trabalhando com adultos e com crianças. Mas a gente vai conseguir, tenho certeza, através do apoio da FAPEPI nessas ações. Então, outro impacto ambiental, um dos principais, é a queimada. E muitas vezes os pescadores juntam os troncos ali para fazer aquela fogueira, e pela noite fazem o fogo para cozinhar o alimento, imagino, talvez, para cozinhar o peixe também. Então, ao tocar fogo e os fósseis sendo usados como apoio para as panelas, o tronco fóssil se fragmenta todo. É uma perda irreversível. Algo que está preservado há mais de 290 milhões de anos, é destruído em segundos”, desabafa Érico.

“A gente precisa educar esses pescadores, para que ao fazerem essas fogueiras, eles precisam conhecer o que é um tronco fóssil para poder identificar e evitar esse tipo de ação danosa ao patrimônio. E claro, estamos falando de leito de rios, riacho São Vicente, rio Poti, todo o impacto ambiental que envolvem esses rios: falta de saneamento; esgoto; desmatamento em suas margens, são impactos que, de certa forma, também atingem esse patrimônio natural paleontológico que é encontrado no seu leito e em suas margens”, destaca.

O turismo local e cooperação científica também são prejudicados com o descaso ocasionado pelo desconhecimento desses fósseis, e o descaso com a preservação desses espaços é preocupante. Há possibilidade de construirmos um roteiro científico, de turismo paleontológico envolvendo Teresina e as cidades do entorno. Temos o mais difícil, a presença desse rico patrimônio natural.

“Como vou levar um turista ou pesquisador a estes locais? Já aconteceu várias vezes, estava acompanhado de pesquisadores de fora que foram conhecer, visitar. Estão abandonados, estão com todo tipo de resíduos. Água contaminada, falta de saneamento, etc. Isso prejudica nossa cidade, prejudica nosso estado, e mostra um descaso com a questão ambiental que nós vivemos, infelizmente. Mas há uma política de saneamento básico em curso na nossa cidade, no nosso estado. Há um projeto de um museu no espaço da Floresta Fóssil do rio Poti, então tem sempre esperança que as coisas melhorem e que vai melhorar”, finaliza.

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FAPEPI divulga resultado final da 1ª FASE do CENTELHA II PIAUÍ

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), divulga nesta terça-feira (11) o Resultado Final da 1ª Fase do Edital nº002/2022 – Centelha II Piauí.

O Programa é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação CERTI e executada no Piauí pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (FAPEPI).

O Diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (DDCT) da FAPEPI, Ciro Gonçalves Sá, ressalta que nessa primeira etapa foram selecionados 200 projetos para desenvolvimento de empreendimentos inovadores. Ele também destaca que ao todo 416 projetos foram submetidos na primeira fase.

“Chegamos ao final da primeira fase do Centelha II Piauí. Essa primeira fase, teve como intuito selecionar ideias inovadoras que buscam empreendimentos de sucesso no Piauí. Nesse primeiro momento, foram avaliadas as 200 ideias entre 416, onde se destaca projetos que englobam a educação, saúde, tecnologia da informação, entre outros projetos”, destaca Ciro Sá.

Como funciona

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

No endereço eletrônico, é possível obter mais informações sobre o programa e seu edital detalhado em todos os estados. 

“É importante destacar que, a partir de agora, os 200 projetos aprovados na primeira fase terão uma nova concorrência, e deverão novamente submeter seus projetos, identificando quais são as características importantes para um empreendimento de sucesso; como eles pretendem ganhar dinheiro a partir da sua ideia; e como o projeto será desenvolvido ao longo do Programa Centelha”, finaliza Ciro.

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Última semana para inscrição no Edital CAPES para concessão de bolsas à leitores no exterior

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Termina na próxima sexta-feira (14), o período de inscrições para o Programa Leitorado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O prazo inclui o preenchimento do formulário e envio da documentação obrigatória. O resultado preliminar da seleção do Edital nº 36/2022 será publicado até 14 de dezembro, enquanto a avaliação e indicação dos leitores escolhidos pelas instituições de ensino superior acontecem até janeiro de 2023.

O programa, executado em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, selecionará leitores brasileiros que serão enviados à universidades estrangeiras para difundir a língua portuguesa falada no Brasil e dar visibilidade à literatura, à cultura e aos estudos nacionais. Para participar, é necessário ser licenciado e, no mínimo, mestre nas áreas de Linguística ou Letras.

O resultado final da seleção está previsto para janeiro de 2023 e até fevereiro os participantes farão curso de habilitação para leitores. As atividades nas universidades estrangeiras começarão em março. A iniciativa conta com a parceria de 19 instituições de ensino superior em 17 países: Alemanha, Argentina, Bélgica, Canadá, Cabo Verde, China, França, Guiné Bissau, Irlanda, Itália, Líbano, Moçambique, Paraguai, Rússia, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Uruguai.

As inscrições podem ser realizadas no link disponível.

Outra informações acerca do edital podem ser acessadas neste link.

Fonte: Redação – CCS/CAPES

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FAPEPI lança nota de repúdio sobre Fake News acerca do Edital n°007/2022

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), vem nesta quinta-feira (06), por meio desta nota, repudiar as notícias falsas que estão circulando nas redes sociais sobre o Edital FAPEPI n°007/2022 – Programa de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil.

Notícias falsas sobre editais da FAPEPI circulam nas redes sociais.

Informações sobre editais, requisição de documentos e notas técnicas são divulgadas estritamente no site e redes sociais da instituição.

As autoridades já tomaram conhecimento quanto as notícias falsas e estão sendo acionadas para medidas cabíveis.

Assessoria de Comunicação da FAPEPI

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Publicado resultado final do edital de bolsas PBIC

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí – FAPEPI torna público o resultado final do Edital que visa apoiar as atividades de pesquisa científica, tecnológica e inovação através de bolsas na modalidade Iniciação Científica (IC) para estudantes de Graduação no âmbito do Programa de Bolsas de Iniciação Científica da FAPEPI – PBIC.

O resutado pode ser consultado na página do edital no site da Fundação clicando aqui. O edital tem como objetivo despertar vocações científicas e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação, com garantia da participação de estudantes mulheres na iniciação científica e tecnológica, matriculadas em Instituição de Ensino Superior (IES).

Além disso, busca estimular pesquisadores vinculados a instituições de ensino e pesquisa do Estado do Piauí a promoverem o acesso de estudantes de graduação aos processos de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e inovação, assim como na formação de profissionais qualificados.

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Inscrições abertas para Chamada pública ERC/CONFAP/CNPQ 2022

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O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) convidam pesquisadores do Brasil a buscar colaborações de pesquisa com pesquisadores doutores já apoiados por subsídios do Conselho Europeu de Pesquisa (ERC) financiados pela UE. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), receberá as propostas das candidaturas elegíveis no estado do Piauí, e apoiará com suporte financeiro para a viagem de intercâmbio do pesquisador. O prazo máximo para submissão de propostas será até dia 15 de dezembro de 2022.

A chamada é lançada a partir dos acordos de implementação estabelecidos entre a Comissão Europeia e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) para fornecer oportunidades de pesquisa na Europa para pesquisadores brasileiros, assinado em 13 de outubro de 2016. A chamada também é resguardada pelo Acordo Administrativo entre a Comissão Europeia, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), referentes aos mecanismos de apoio à cooperação UE-Brasil em atividades de pesquisa e inovação, assinados em 19 de novembro de 2021. 

Os pesquisadores elegíveis do Brasil

Podem submeter propostas os pesquisadores ativos no Brasil, detentores de título de doutorado, que estejam implementando atividades de pesquisa dentro de universidades, institutos ou centros de pesquisa brasileiros.

Os projetos financiados pelo ERC, buscando acolher os pesquisadores brasileiros, cobrem uma vasta gama de áreas científicas e foram selecionados pela Comissão Europeia e pelo ERC, nos seguintes painéis de avaliação:

  • Biologia Molecular e Estrutural e Bioquímica
  • Genética, Genômica, Bioinformática e Biologia de
  • Sistemas
  • Biologia Celular e do Desenvolvimento
  • Fisiologia, Fisiopatologia e Endocrinologia
  • Neurociências e Distúrbios neurais
  • Imunidade e Infecção
  • Ferramentas Diagnósticas, Terapias e Saúde Pública
  • Biologia Evolutiva, Populacional e Ambiental
  • Ciências da vida aplicadas e biotecnologia não médica
  • Matemática
  • Constituintes Fundamentais da Matéria
  • Física de matéria condensada
  • Ciências Químicas Físicas e Analíticas
  • Química Sintética e Materiais
  • Ciência da Computação e Informática
  • Engenharia de Sistemas e Comunicação
  • Engenharia de Produtos e Processos
  • Ciências do Universo
  • Ciência do Sistema Terrestre
  • Mercados, Indivíduos e Instituições
  • Instituições, Valores, Crenças e Comportamento
  • Meio Ambiente, Espaço e População
  • A mente humana e sua complexidade
  • Culturas e Produção Cultural
  • O estudo do passado humano
  • Sinergia

Os pesquisadores elegíveis deverão acessar o portal on-line, disponível no link, para realizar as inscrições e envio dos documentos exigidos no edital. 

Acesse aqui as Diretrizes da FAPEPI para submissão de propostas.

Para mais informações, assistência e suporte entre em contato através do e-mail disponível.

Mais informações sobre “equipes do ERC abertas ao mundo” acesse o link disponível.

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Centelha II Piauí divulga resultado preliminar de ideias aprovadas na Fase 1

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  • Post last modified:23 de setembro de 2022
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O Programa Centelha Piauí, promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação CERTI e executada no Piauí pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (FAPEPI), divulgou nesta sexta-feira (23) as 200 propostas de negócio aprovadas para a fase 2.

Confira o resultado final clicando aqui.

Como funciona

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

No endereço eletrônico, no qual é possível obter mais informações sobre o programa e seu edital detalhado em todos os estados.

Próximos Passos

Na segunda fase os 200 proponentes que foram selecionadas deverão, então, elaborar um projeto de empreendimento, detalhando o plano de negócio executivo com o objetivo de demonstrar as chances da ideia gerar um bom negócio.

A terceira fase – pela qual passam até 100 das propostas ainda em jogo – consiste no desenvolvimento de um projeto de fomento, com apresentação detalhada do orçamento e do planejamento de execução do projeto. Ao longo de todas as etapas são oferecidas capacitações para auxiliar o empreendedor a aprimorar sua ideia e desenvolver seu negócio.

O Programa Centelha contribuirá para o estabelecimento da ponte entre academia e indústria no Piauí, já que muitas das ideias vêm de pessoas ainda na universidade, tanto de cursos de graduação como de pós-graduação. Além disso, o Programa Centelha abre espaço para participação de todos os cidadãos do estado, tanto para inscrever suas ideias como para interagir com os empreendedores e consolida uma forte rede de apoio ao empreendedorismo inovador.

Acesse o Edital clicando aqui.

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FAPEPI e CNPq lançam edital para apoio à Fixação de Jovens Doutores

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Foi lançado hoje (08) o edital 007-2022, de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil. A seleção é uma iniciativa do Governo do Estado do Piauí, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Serão concedidas 22 bolsas de Pós-Doutorado Júnior (PDJ) e Pós-Doutorado Empresarial (PDI) com duração de até 24 (vinte e quatro) meses, sob responsabilidade do CNPq, e auxílio à pesquisa (custeio e/ou capital) no valor de R$50.000,00 (cinquenta mil reais), sob responsabilidade da FAPEPI.

O objetivo é apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, por meio da concessão de bolsas e auxílio à pesquisa  para jovens doutores em todas as áreas do conhecimento.

Além de criar condições favoráveis para que jovens doutores possam prosseguir com suas atividades de pesquisa junto a grupos e redes de reconhecida excelência no Estado do Piauí e contribuir para a retenção de jovens doutores em Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) e empresas, em áreas consideradas de vanguarda científico-tecnológica e/ou em temas estratégicos para o desenvolvimento sócio econômico do Estado do Piauí.

Interessados deverão apresentar propostas de  projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e de inovação para obtenção de apoio  financeiro no âmbito do Programa de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil, seguindo o cronograma do Edital.

Comunicações sobre o edital devem ser feitas através do e-mail dtc.fapepi2@gmail.com. Confira a chamada na íntegra visitando a página clicando aqui.

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Espaço Agro é destaque da Feira do Empreendedor em Teresina

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O Espaço Agro, reunindo dezenas de tecnologias da Embrapa Meio-Norte, será um dos destaques da Feira do Empreendedor 2022. O evento começa nesta quinta-feira 08, às 16 horas, e termina no próximo domingo 11, às 22 horas, no Centro de Convenções de Teresina, na Avenida Marechal Castelo Branco, bairro Cabral.

Apresentando tecnologias como feijão-caupi ( feijão-de-corda) e feijão-mungo; arroz vermelho e negro; aquicultura, Sisteminha Embrapa-UFU-Fapemig, apicultura e meliponicultura; avicultura, ovinocaprinocultura, bovinocultura e sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), a Embrapa Meio-Norte dividirá o Espaço Agro com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Sebrae.


Acesso livre

“As tecnologias estarão à disposição em totens e tablets, numa proposta bem avançada, para quem precisar de informações e quiser empreender”, destaca Patrícia Rocha, supervisora de comunicação da Unidade. A estatal apresentará também duas palestras no evento. A primeira será hoje, das 18 às 19 horas, no mini auditório, com o tema Sisteminha-UFU-Fapemig. O analista Valdemir Queiroz dividirá a ação com Herbert Karpegianne, consultor do Sebrae.

A segunda, com a pesquisadora Patrícia Drumond, vai ser no dia 1O, das 17 às 18 horas, também no mini auditório, abordando as abelhas sem ferrão e as oportunidades de negócios para meios urbanos. Nesta, participam o professor Darcet Souza, da Universidade Federal do Piauí, e o produtor de mel Amorim da Silveira.

A Feira do Empreendedor 2022 terá espaços direcionados a oportunidades de negócios (franquias, máquinas e equipamentos, representação comercial, venda porta a porta e soluções digitais), atendimento, educação empreendedora, conhecimento, inovação, crédito e finanças, políticas públicas (Cidade Empreendedora), comércio, serviços, indústria, agronegócios, gastronomia e empreendedorismo kids.
As inscrições, de acordo com a coordenação, são gratuitas para visitantes, permitindo acesso a todos os espaços da feira e capacitações ofertadas.

Com informações da Embrapa Meio-Norte

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Programa Centelha II Piauí tem aumento na submissão de propostas em mais de 60% em comparação a 1ªedição

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Dados de ideias submetidas por região. Fonte: Centelha II Piauí
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O Programa Centelha II Piauí visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Brasil. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI. No Piauí, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), é a instituição responsável para a execução do programa que agora conta com sua segunda edição.

No Piauí, as inscrições encerraram nesta quarta-feira (31). Ao todo, 416 projetos foram submetidos e 1125 empreendedores participantes. Ciro Sá, diretor de Inovação da FAPEPI, destaca que um aumento de mais de 6O% na submissão de projetos em comparação à primeira edição. Os 416 projetos inscritos são de 37 municípios do Estado do Piauí e abrangem os temas: Tecnologia Social; Tecnologia da Informação e Telecomunicações; Robótica; dentre outros.

Os principais setores participantes foram Saúde, Bem Estar-Social, e Educação. Pelo menos 70% dos inscritos nesse programa têm idade entre 18 e 40 anos.

“Isso demonstra o interesse do jovem piauiense no empreendedorismo”, comenta o diretor Ciro Sá, destacando que mais de 6O% das pessoas participantes no programa se autodeclararam pardas ou pretas.

O diretor Ciro Sá considera que é muito importante o apoio das instituições parceiras para a execução do Programa Centelha II Piauí, como Sebrae, Institutos de Ciência e Tecnologia, Incubadoras e Secretarias Estaduais do Piauí.

“A Fapepi pretende manter a regularidade a cada dois anos lançar o edital do Programa Centelha para cada vez mais incentivar o empreendedorismo inovador no nosso estado”, destaca Ciro Sá.

Aos projetos selecionados, o Programa oferece capacitações, recursos financeiros e outros tipos de suporte, a fim de impulsionar a transformação de ideias em negócios de sucesso, além do aporte financeiro para custeio das propostas, além de auxílio mensal para custeio dos participantes.

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