FAPEPI participa da Abertura do Seminário de Oncogenética do Nordeste

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), através de seu presidente, Antonio Cardoso do Amaral, participou da Solenidade de Abertura do Seminário de Oncogenética do Nordeste (OncogeNE), realizada virtualmente nesta última quinta-feira (19), às 19h, através da Plataforma Mitte. As inscrições podem ser realizadas através do link.

Logo após a Solenidade de Abertura, foi realizada a Conferência Oncogenética e Medicina de Precisão no Nordeste: Cenário Atual e Desafios, proferida pelo Dr. Rodrigo Guindalini, Médico Oncologista e Oncogeneticista, Membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

O OncogeNE, é uma iniciativa conjunta do Centro de Inteligência em Agravos Tropicais Emergentes e Negligenciados (CIATEN), amparado pela FAPEPI, e das Universidades Federais de Pernambuco (UFPE) e do Piauí (UFPI). O evento ocorrerá a partir desta quinta-feira (19), realizado virtualmente, até o dia 21 de maio.

A realização do OncogeNE, visa contribuir para o processo de atualização profissional dos médicos oncologistas/ oncogeneticistas atuantes na Região Nordeste, bem como difundir o conhecimento, incorporação e acesso da comunidade aos avanços tecnológicos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Serão atendidos pelo OncogeNE, estudantes (níveis graduação e pós-graduação) e profissionais da área de saúde com interesse direto ou indireto nas temáticas que serão abordadas durante o evento.

Para conferir a programação acesse o link.

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UFPI divulga Programa de Bolsas de Pós-Graduação na Colômbia

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A Universidade Federal do Piauí (UFPI) divulgou na última sexta-feira (3) a convocatória para o Programa de Reciprocidade para Estrangeiros Bolsa Colômbia. O prazo para submissão de proposta será até o dia 20 de dezembro de 2021. 

A bolsa é oferecida pelo Instituto de Crédito Educativo y Estudios Técnicos en el Exterior (Icetex), e garante o ingresso de estudantes estrangeiros em programas de pós-graduação em Instituições de Educação Superior colombianas. O custo integral da matricula e aporte financeiro para manutenção dos estudantes no programa será patrocinado pela iniciativa.

Para mais informações como infográfico da convocatória (em espanhol e inglês), benefícios e prazos para inscrição, além de outras informações importantes da convocatória podem ser acessados no link disponibilizado abaixo.

Confira aqui.

Fonte: UFPI

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XXX Seminário de Iniciação Científica da UFPI ocorre nos dias 29 e 30 de novembro

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  • Post last modified:30 de novembro de 2021
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O XXX Seminário de Iniciação Científica está entre os eventos que fazem parte da programação dos Seminários Integrados da UFPI (SIUFPI 2021). Contando com palestras, minicursos, mesas-redondas e apresentações e premições dos trabalhos, as atividades do XXX SIC serão realizadas nos dias 29 e 30 de novembro, com transmissão pelo Canal da UFPI TV no YouTube.

O Seminário vai trazer temáticas importantes e atuais no campo da pesquisa científica, como a situação da pesquisa durante a pandemia e a preocupação com o plágio na pesquisa científica. Comemorando as três décadas de Iniciação Científica na UFPI, o evento vai trazer uma programação especial e debates para enfatizar a importância da Iniciação Científica no universo acadêmico.

Na tarde de hoje, segunda-feira, dia 29 de novembro, acontece a palestra “Transferência de Tecnologia: Regulação, Desafios e Oportunidades”, ministrada pela Profª. Mônica Felts, da Universidade Federal de Pernambuco. (UFPE)

Com início as 8h30, as atividades do dia 30 de novembro vão ter a abertura a palestra sobre “A Iniciação Científica na UFPI: 30 anos de sucesso e transformação”, ministrada pela Professora Rosa Ester Rossini, docente da Universidade de São Paulo (USP), que vai falar sobre o sucesso e a transformação que a iniciação científica gerou em toda a comunidade.

Depois, ocorre uma mesa-redonda, às 9h35, em conjunto com a Pró-reitoria de ensino e pós-graduação (PRPG), com o tema “A Prática da atividade de trabalhos de pesquisa em um cenário remoto: perspectivas e desafios”. A atividade tratá como discussão os tipos de pesquisa conduzidos durante a pandemia e quais foram os impactados da adaptação para o formato on-line. A mesa redonda vai ser mediada pela Professora Keylla Urtiga, coordenadora do XXX SIC.

Às 10h, ainda na terça-feira, se iniciam os minicursos ofertados pelo XXX SIC. Em forma de oficinas com exemplos práticos, as atividades vão ter temas como “Plágio na pesquisa científica”, “Recursos didáticos e tecnológicos no ensino e na aprendizagem: conceitos e práticas” e “Escrita acadêmica na/para pesquisa de iniciação científica júnior”.

A III edição do SIUFPI promoverá discussões em todas as áreas do conhecimento científico, artístico e cultural, realizados em dez eventos simultâneos, nos dias 29 de novembro à 3 de dezembro. A programação será online, com previsão de cerca de dez mil participantes.

Confira a programação completa do XXX SIC aqui.

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UFPI e UFPB desenvolvem pesquisa promissora no tratamento de câncer

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  • Post last modified:3 de março de 2021
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Em busca de novas formas e tratamentos para combater o câncer, pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desenvolvem pesquisa inovadora para tratamento de câncer a partir de substância encontrada em planta da região Nordeste. 

A primeira etapa da pesquisa, in vitro, já foi concluída e os resultados encontrados são promissores para um novo componente que trata principalmente do câncer de pele. O objetivo é criar medicamentos mais eficazes e seguros.

Em colaboração mútua, os pesquisadores, Anderson Nogueira Mendes (Departamento de Biofísica e Fisiologia/CCS) e Mariana Helena Chaves (Departamento de Química/CCN), ambos da UFPI, os alunos de pós-graduação da UFPI Elcilene Alves de Sousa, Felipe Alves Batista, Railson Pereira Souza e o professor da UFPB Juan Carlos Gonçalves (Departamento de Ciências Farmacêuticas (DCF/UFPB)), e com aporte financeiro da FAPEPI pelo edital FAPEPI/MS-DECIT/CNPq/SESAPI n° 002/2016 – PPSUS desenvolveram nanopartículas com alto potencial para aplicação na produção de novos medicamentos com atividade antitumoral. Nenhum medicamento desse tipo ainda foi desenvolvido no Brasil, apesar do enorme potencial e biodiversidade.

O professor Anderson conta que, a partir do aspecto da formação dos pesquisadores, foi proposto um trabalho onde seria considerado um produto derivado do bioma do Nordeste e que possuía potencial para ação antitumoral. A partir disso, foi proposto uma sistemática tecnológica para construir esse protótipo farmacêutico que pudesse, em um futuro próximo, atuar como controle para câncer do tipo melanoma.

O Laboratório de Inovação em Ciências e Tecnologia (LACITEC), onde o pesquisador atua, trabalha com biotecnologia de uma forma geral. Dentre as propostas de desenvolvimento algumas são de sistemas destinados à área de saúde, ações destinadas a algumas questões ambientais e atividades de popularização da ciência. Alguns dos projetos em andamento são destinados à Lesões Gastro-Intestinais, Estética e Castração Química.

O trabalho mencionado anteriormente faz parte da linha de pesquisa de Desenvolvimento de protótipos farmacêuticos utilizando nanotecnologia com os conceitos de sistemas drug delivery e liberação controlada com planejamento para câncer.

“Desde que iniciamos as atividades de pesquisa na Universidade Federal do Piauí temos direcionado algumas atividades pensando nos recursos naturais que o bioma regional possui. Logo, a escolha deve-se às características da Tocoyena hispidula que na cultura popular é chamada dejenipapinho. Temos observado através de alguns estudos que essa planta possui constituintes que possuem uma gama de atividades que vão desde ação antiparasitária a ações fisiológicas. Logo, o grupo decidiu avaliar sua potencial ação em modelos de câncer de pele. Os resultados iniciais indicam que há elementos que poderiam ser utilizados para tais ações. Mas infelizmente não podemos ainda afirmar nada, pois precisamos de mais estudos”, destaca Anderson.

O professor conta que ainda é cedo para falar sobre os impactos da pesquisa, pois são estudos in vitro que necessitam de recursos financeiros para testes em modelos animais até que chegue a modelos humanos. 

Anderson destaca que desde o início das atividades de pesquisa na Universidade Federal do Piauí, foram direcionadas algumas atividades pensando nos recursos naturais que o bioma regional possui. Logo, a escolha é referente às características da Tocoyena hispidula. 

“Foi observado através de alguns estudos que essa planta possui constituintes que possuem uma gama de atividades que vão desde ação antiparasitária a ações fisiológicas. Logo, o grupo decidiu avaliar sua potencial ação em modelos de cânceres de pele. Os resultados iniciais indicam que há elementos que poderiam ser utilizados para tais ações. Porém ainda não é possível afirmar, pois os estudos precisam seguir as próximas etapas”, ressalta. 

Anderson discorre um pouco sobre a necessidade da pesquisa no país e como isso interfere na pesquisa nacional.

“A pandemia da covid-19 mostrou ao mundo o quanto é importante investir em ciência. Temos excelentes pesquisadores no Brasil e alunos com desejo em se dedicar a trabalhar seja na iniciação científica, mestrado e doutorado. Os pesquisadores brasileiros são valorizados fora do Brasil. Mas, infelizmente, no Brasil, não vemos essa valorização. Vemos claramente, a falta de recurso para condução de ciência com qualidade. Se um país, estado ou cidade querem melhorar seus indicadores, sejam eles sociais e econômicos, os gestores precisam ter um olhar para os centros de pesquisa que existem regionais. Dentro das instituições universitárias públicas há a possibilidade de revolucionar uma região. Não faltam ideias ou propostas para inovar e melhorar a qualidade de vida da população. Isso para todas as áreas. Tenho certeza que no dia que houver a comunicação e aproximação entre os gestores de prefeituras, governo do estado e federal com a universidade teremos outro rumo. Deixaremos de importar muita coisa e passaremos a exportar tecnologia. Aliás todo produto desenvolvido dentro de um centro de pesquisa público retorna direto para a população, sem pagamento de royalties”, destaca.

Segundo o pesquisador, ainda há uma série de etapas (considerando estudos em animais e depois em humanos) que devem ser elencadas antes de pensarmos no custo do produto. Mas se o produto apresentar os mesmos efeitos nas mesmas concentrações em animais e humanos, será possível afirmar que seu escalonamento de produção sairá mais barato que muitos produtos que o governo compra para tratamento de tumores. E, de fato, ele tende a ter um custo menor que muitas opções disponíveis no mercado. Isso poderá auxiliar o SUS por exemplo, considerando sua efetividade, e por ser um produto desenvolvido dentro de uma instituição pública, o Brasil não precisaria pagar uma série de encargos que paga ao importar produtos de grandes indústrias farmacêuticas. 

O professor conta que o apoio de instituições como a FAPEPI e outras instituições como a UFPB são necessárias, pois pesquisas grandes como essa precisam de uma gama de informações e de recursos para ser executada.

“Todo projeto de pesquisa grande tem que ser pensado de forma interinstitucional, pois há sempre complementação de ideias, conhecimento e tecnologia. Ninguém faz nada sozinho. Pensamos dessa forma e nossa proposta de formação de pesquisadores é baseada nesse conceito. Formamos sempre profissionais que trabalhem em grupo para termos melhores condições de desenvolver algo bom”, finaliza.

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UFPI investiga antimaláricos para tratar a COVID-19

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  • Post last modified:25 de fevereiro de 2021
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A Pesquisa desenvolvida pelo Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade Federal do Piauí (UFPI) investiga o potencial de medicamentos antimaláricos para tratar a COVID-19. O projeto foi selecionado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), no Programa de Combate a Epidemias.

Mariana

Segundo Mariana Helena Chaves, coordenadora da pesquisa, o estudo será feito a partir de moléculas com propriedade antimalárica com potencial para inibir a atividade viral, para o tratamento da doença COVID-19. O projeto multidisciplinar recebe colaboração da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), o Instituto Aggeu Magalhães (FIOCRUZ/PE) e da Universidad de Granada (Espanha).

“Na etapa inicial, por meio de técnicas de bioinformática e modelagem molecular, buscaremos moléculas candidatas a fármacos contra o vírus SARS-COV-2, a partir de bancos de dados de moléculas antimaláricas e antivirais, que apresentem similaridade estrutural frente aos receptores ativos deste microrganismo, em particular, os receptores retrovirais de multiplicação deste vírus”, explica Mariana Helena.

O estudo teórico encontra-se em fase inicial. Segundo a coordenadora, após a seleção, os antimaláricos analisados serão sintetizados em laboratório e, em seguida, realizados testes para avaliar a inibição do vírus SARS-COV-2.

Programa Combate a Epidemias
É um conjunto de ações de apoio a projetos, pesquisas e formação de pessoal de alto nível para enfrentar a pandemia da COVID-19 e temas relacionados a endemias e epidemias, no âmbito dos programas de pós-graduação de mestrado e doutorado do País. O Programa está estruturado em duas dimensões: Ações Estratégicas Emergenciais Imediatas e Ações Estratégicas Emergenciais Induzidas em Áreas Específicas.

Em três editais, 109 projetos de pesquisa e formação de recursos humanos foram selecionados, com o envolvimento de mais de 1.300 pesquisadores de universidades brasileiras e estrangeiras. Os projetos vão estudar temas relacionados a Epidemias, Fármacos e Imunologia e Telemedicina e Análise de dados Médicos.

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