FAPEPI DIVULGA HOMOLOGAÇÃO DA SELEÇÃO DE PROPOSTAS AO EDITAL Nº 008/2022

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), torna público a Homologação do Resultado Final da Seleção das propostas submetidas ao Edital FAPEPI 008/2022, no âmbito do Programa de Apoio a Projetos de Extensão (PAPE).

Foram submetidas 85 propostas, abrangendo 11 dos 12 territórios de desenvolvimento do Piauí. Desse total, 51 propostas foram classificadas, das quais 25 foram contempladas com recursos financeiros, nas áreas das Ciências Agrárias (5); Comunicação (1); Cultura (2); Direitos Humanos e Justiça (1); Educação (4); Meio Ambiente (4); Saúde (6); Tecnologia e Produção (1); e Trabalho (1).

Para a contratação das propostas, a FAPEPI encaminhará aos novos beneficiados uma comunicação via e-mail com a relação de documentos necessários para elaboração dos Termos de Outorga.

Clique aqui para acessar o resultado.

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Reunião na FAPEPI busca ampliar programas de bolsas para áreas humanas no Piauí

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  • Última modificação do post:20 de junho de 2023
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Na manhã da ultima segunda-feira (20), aconteceu uma relevante reunião na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), reunindo o presidente da instituição, João Xavier, e uma comissão professores do Programa de Pós-Graduação em História do Brasil da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O encontro teve como objetivo principal discutir a ampliação dos programas de bolsas voltados para as áreas humanas no estado.

Comissão de professores discute ampliação de bolsas para áreas de humanidades

A comissão de professores, formada pelos docentes Francisco de Assis Sousa, Gleison Monteiro, coordenador da pós-graduação em História do Brasil, e Pedro Vilarinho, trouxe para a mesa de discussão a necessidade de uma maior atenção e investimento nas bolsas de estudo destinadas aos estudantes da área de humanidades. O intuito era fomentar o desenvolvimento da pesquisa acadêmica e contribuir para a formação de profissionais qualificados.

Durante a reunião, os professores Francisco de Assis Sousa e Pedro Vilarinho apresentaram propostas e ressaltaram a importância do financiamento adequado para garantir a qualidade da produção científica no campo da história do Brasil. Em sua fala, Gleison Monteiro destacou a relevância dos programas de bolsas para a área de humanas e a necessidade de ampliar as oportunidades para os estudantes.

“É fundamental que os programas de bolsas para as áreas humanas sejam fortalecidos e expandidos. Estamos lidando com um campo do conhecimento extremamente relevante, que contribui para a compreensão da nossa sociedade e história. Garantir recursos adequados e oportunidades para os estudantes é uma forma de incentivar a pesquisa de qualidade e formar profissionais altamente capacitados”, enfatizou Gleison Monteiro.

O presidente João Xavier demonstrou interesse e compromisso com as demandas apresentadas pela comissão de professores, destacando a importância de investir nas áreas humanas e reconhecendo seu impacto na construção do conhecimento e no desenvolvimento social. Xavier ressaltou a importância de estabelecer parcerias estratégicas com órgãos governamentais e entidades privadas, a fim de garantir recursos financeiros necessários para a expansão dos programas de bolsas.

Durante a reunião, também foi discutida a necessidade de fortalecer a interação entre a universidade e a comunidade, visando à disseminação do conhecimento histórico produzido pelos pesquisadores locais. A comissão de professores propôs a realização de eventos científicos, palestras e atividades de extensão que possam aproximar a academia do público em geral, promovendo a valorização e a democratização do conhecimento histórico.

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Potencial piauiense para produção de energias renováveis pode atrair investimentos nacionais e internacionais

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  • Última modificação do post:9 de junho de 2023
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O potencial de geração de energia limpa e renovável em solo piauiense tem conquistado grandes avanços.  O estado do Piauí é considerado um dos maiores geradores de energias renováveis do Brasil, conforme levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Na última quarta-feira (07), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí recebeu a visita do assessor do Governo, Antônio Pereira, para tratar juntamente com o presidente da FAPEPI, João Xavier e Juan Aguiar professor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), as possibilidades de incentivar e expandir o uso de fontes de energia limpa e sustentável no Piauí como forma de fortalecer a economia local e contribuir para a preservação do meio ambiente.

Presidente da FAPEPI, João Xavier, acompanhado do assessor do governador, Antônio Pereira e do professor Juan Aguiar.

O representante da SEGOV, destacou os impactos positivos das energias renováveis para o Piauí. Segundo Antônio Pereira, o trabalho que será desenvolvido vai atrair muitos investimentos. Pois é uma das prioridades do governador Rafael, o Piauí atrair investidores porque tem um potencial extraordinário para gerar energia eólica, solar e hidrogênio verde, o combustível do futuro.

Para o professor Juan Aguiar, o Piauí caminha em direção a uma “virada de chave”:  “ o estado já tem uma base consolidada, tecnologia, mão de obra, energia solar e eólica, essa é a base para o que queremos implementar, o hidrogênio verde. Nisso, o Piauí já está na frente”, destacou.

A FAPEPI enquanto instituição responsável pelo fomento e apoio à pesquisa científica e tecnológica no estado, desempenha um papel fundamental na busca por soluções inovadoras no campo das energias renováveis e a visita do assessor do governador, Antônio Pereira, demonstra o comprometimento do governo estadual em impulsionar o desenvolvimento sustentável e a diversificação da matriz energética.

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Seminário de Avaliação do Programa Bolsa Produtividade fortalece a ciência no Piauí, destaca presidente da FAPEPI

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  • Última modificação do post:7 de junho de 2023
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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) sediou, na manhã desta terça-feira (06), o Seminário de Avaliação do Programa Bolsa Produtividade, um evento de grande relevância para o fortalecimento da ciência no estado. O encontro reuniu pesquisadores, representantes acadêmicos e autoridades.

Seminário de Avaliação do Programa Bolsa Produtividade, reuniu pesquisadores, representantes acadêmicos e autoridades.


A mesa de honra foi composta pelo diretor técnico-científico, Pedro Soares, o qual ressaltou a importância do evento e destacou seu papel fundamental no apoio à pesquisa e ao desenvolvimento científico no Piauí. Soares enfatizou que o Programa Bolsa Produtividade tem sido fundamental para impulsionar a produção científica e a formação de recursos humanos qualificados no estado, incentivando a geração de conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico regional.


Rauirys de Oliveira, Pró-Reitor de pesquisa da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), e Gustavo Gusmão, coordenador de pesquisa, também fizeram parte da mesa de honra, representando instituições acadêmicas e reforçando a importância do Programa Bolsa Produtividade para o avanço científico na região. Eliciana Vieira diretora de desenvolvimento científico e tecnológico, destacou o compromisso da fundação em apoiar e incentivar a produção científica no estado, reconhecendo o impacto positivo que o Programa Bolsa Produtividade tem proporcionado aos pesquisadores locais.


Entre os pesquisadores presentes, a professora Franciele Martins representou o corpo docente e ressaltou a relevância da Bolsa Produtividade como um incentivo fundamental para a realização de pesquisas de qualidade, permitindo a dedicação exclusiva a projetos científicos e contribuindo para o avanço do conhecimento em diversas áreas.


O Seminário de Avaliação do Programa Bolsa Produtividade teve como objetivo principal discutir os resultados e impactos das pesquisas desenvolvidas por meio do programa, promovendo a troca de experiências entre os pesquisadores beneficiados. O evento proporcionou um espaço para a apresentação dos projetos realizados, discussões e reflexões sobre os avanços obtidos, bem como para identificar possíveis desafios e oportunidades para o aprimoramento do programa.

Secretário Municipal de Educação, Nouga Cardoso, também esteve marcando presença no evento.


Ao final do seminário, o presidente da FAPEPI, João Xavier, expressou sua satisfação com os resultados apresentados e reforçou o compromisso da fundação em continuar apoiando e fortalecendo a pesquisa científica no Piauí, por meio do Programa Bolsa Produtividade e de outras iniciativas. Xavier ressaltou a importância de investir no desenvolvimento da ciência como um pilar fundamental para o progresso social, econômico e cultural do estado.


O Seminário de Avaliação do Programa Bolsa Produtividade reafirmou o compromisso do Piauí em valorizar e incentivar a produção científica, reconhecendo o papel crucial dos pesquisadores na construção de um futuro mais inovador e sustentável.

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Parceria entre FAPEPI e SEPLAN promete trazer avanços para o Governo do Piauí

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  • Última modificação do post:1 de junho de 2023
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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), recebeu na última terça-feira (30), o secretário estadual de planejamento, Washington Bonfim para tratar juntamente com o presidente da FAPEPI, professor João Xavier e seus respectivos staffs, sobre projetos e parcerias para fortalecimento de laços entre FAPEPI e SEPLAN visando a cooperação técnica para monitorar metas estabelecidas pelo Governo do Estado. 

Na oportunidade, o secretário de planejamento Washington Bonfim destacou a importância de estreitar a relação institucional com a FAPEPI: “com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí a gente tem alguns projetos especialmente na questão do monitoramento de metas do Governo na área da economia, estamos discutindo uma parceria inovadora que visa instaurar um novo programa de articulação com pesquisadores do Ensino Superior do Piauí”, declarou. 

A parceria entre FAPEPI e SEPLAN promete trazer grandes avanços para o Governo do Piauí. O investimento na participação de pesquisadores locais para colaborar com o fortalecimento da cooperação técnica entre a instituição de fomento à ciência e a pesquisa no Piauí e o Governo do Estado é uma forma de reconhecer o potencial e as habilidades dos estudiosos piauienses que por meio de seus conhecimentos podem otimizar o monitoramento e alcance de metas institucionais como também tornar dados e informações mais acessíveis à população.  

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FAPEPI abre chamada pública para credenciar empresas especializadas em aceleração de startups

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  • Última modificação do post:23 de maio de 2023
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O ESTADO DO PIAUÍ, por intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí-FAPEPI, em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, torna público o lançamento da Chamada Pública  N° 01/2023.

A chamada visa credenciar empresas especializadas interessadas a apresentarem propostas de prestação de serviços para aceleração de startups piauienses contratadas no Programa TECNOVA 3 PIAUÍ: Programa INOVAPIAUÍ De Apoio à Inovação Tecnológica.

As inscrições estão abertas do dia 23 de maio até 26 de junho e devem ser submetidas à FAPEPI pelo endereço de e-mail: tecnova3piaui@fapepi.pi.gov.br com a documentação exigida.

A finalidade do presente chamamento público é o processo seletivo e o credenciamento de empresas especializadas em aceleração de negócios inovadores, em qualquer segmento de atuação, para prestar serviços à startups piauienses selecionadas e contratadas no Programa Tecnova3PI.

O Programa Tecnova3PI tem por objetivo apoiar, por meio de recursos de subvenção econômica (recursos não-reembolsáveis), o desenvolvimento de produtos (bens ou serviços) e/ou processos inovadores de empresas brasileiras para o incremento dos setores econômicos considerados estratégicos nas políticas públicas federais e aderentes à política pública de inovação do estado do Piauí.

Serão selecionadas e credenciadas as propostas que atingirem a nota mínima prevista nesta chamada pública, observada a ordem de classificação.

Clique aqui para acessar o edital.

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FAPEPI discute parceria para impulsionar integração entre ensino, pesquisa e extensão no Piauí

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Aconteceu na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) nesta terça-feira (23), uma reunião estratégica com a Professora Antonia Dalva, líder do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa em Educação e Epistemologia da Prática Profissional (NIPEEPP), e o Professor João Xavier, presidente da FAPEPI, para discutir uma parceria visando fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e extensão no estado.

Presidente da FAPEPI, professor João Xavier, em reunião com as professoras Antonia Dalva e Eliciana Vieira.


O encontro teve como objetivo estabelecer estratégias para o desenvolvimento e implementação de um projeto a nível macro, que visa impactar os 12 territórios do Piauí. A proposta busca impulsionar a formação de professores, estimular a produção de conhecimento local e promover a participação ativa dos alunos em atividades de pesquisa e extensão.


As parcerias estratégicas entre a FAPEPI e especialistas do estado, evidencia, segundo João Xavier, o compromisso em impulsionar a qualidade da educação, a produção de conhecimento e o desenvolvimento do estado do Piauí, estabelecendo bases sólidas para uma educação transformadora e progressista.

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Desmistificando a presença de Mata Atlântica no Piauí: Presidente da FAPEPI e Acadêmico enfatizam a valorização da Caatinga e Cerrado como patrimônios naturais do estado

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  • Última modificação do post:12 de maio de 2023
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O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí (FAPEPI), professor João Xavier, se reuniu com o professor Alberto Jorge Castro, membro da Academia de Ciências do Piauí e da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes na manhã da última quinta-feira (11). Durante a reunião, os dois discutiram a importância de se valorizar a Caatinga e o Cerrado como patrimônios naturais do Brasil, e como os verdadeiros biomas do Piauí.

Presidente da FAPEPI, professor João Xavier, professor Alberto Jorge Castro, membro da Academia de Ciências do Piauí e Ciro Sá, diretor de Desenvolvimento Científico da FAPEPI.

A ideia, segundo Alberto Jorge, é buscar formas, por meio da FAPEPI e outras entidades, para esclarecer e reforçar os estudos sobre os biomas do Piauí, já que um dos prejuízos relacionados à questão pedagógica é a transmissão de informações incompletas ou erradas sobre a interpretação dos recursos naturais locais e regionais de qualquer espaço geográfico. “Algumas definições , como a que temos Mata Atlântica prejudica o Piauí quanto à sua caracterização ecológica, já que se inclui como uma das riquezas intrínsecas piauienses a existência natural de alguma Mata Atlântica, o que é falso tanto em argumento quanto em base técnico-científica.


De acordo com os especialistas, é mais importante valorizar a Caatinga, o Cerrado e os extensos ecótonos (setentrionais e meridionais) do Piauí, que se distribuem em todo o seu eixo longitudinal, configurando um dos três mais importantes trópicos ecotonais do Brasil. “Essas áreas de tensão ecológica contribuem para a biodiversidade de tipo, de forma e de função e são centros de evolução biológica, únicos, para a formação de novas espécies”, afirmou o professor.

Para os estudiosos, o Cerrado e a Caatinga são tão importantes quanto a Amazônia, a Mata Atlântica e o Pantanal.

Os estudiosos apontam que o Cerrado e a Caatinga são tão importantes quanto a Amazônia, a Mata Atlântica e o Pantanal, por exemplo, mas ainda não são considerados patrimônio nacional do Brasil. Isso fortalece a ideia de que essas áreas devem continuar sendo utilizadas como “capitais naturais” para todo tipo de desenvolvimento econômico, o que é pouco social e absolutamente não sustentável a longo prazo.


Os estudos realizados até agora mostram que as florestas do Piauí apresentam uma mistura de espécies de vários domínios florísticos, ou seja, plantas da Amazônia, do Cerrado, da Caatinga, do Pantanal e da Mata Atlântica. “Ou seja, o que temos são legitimamente florestas de transição”, considera Alberto.

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Fim da desertificação no Piauí 

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  • Última modificação do post:10 de maio de 2023
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Em busca de desenvolvimento sustentável e alternativas para o fim da desertificação no Piauí. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí (FAPEPI), une foças à AFERT Biofertilizantes e a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH-PI).

Presidente da FAPEPI, João Xavier, representantes da AFERT Biofertilizantes e SEMARH-PI.

A desertificação é um problema cada vez mais presente no estado. O fenômeno é caracterizado pela degradação da terra, que se torna cada vez mais seca e infértil, tornando-se incapaz de suportar a vida vegetal e animal. A falta de chuvas, aliada ao uso inadequado do solo, como o desmatamento e o uso excessivo de agrotóxicos, contribuem para a intensificação do processo de degradação. 

Diante desse cenário, ocorreu na última terça-feira (09), uma reunião na sede da FAPEPI para discutir soluções e possíveis medidas para combater a desertificação em regiões do Piauí. Na oportunidade esteve presente o presidente da instituição, João Xavier, representantes da empresa AFERT Biofertilizantes e da SEMARH-PI. 

Para o presidente da FAPEPI, João Xavier, a instituição é a porta de entrada das instituições de pesquisa e empresas de base tecnológica. “Estamos recebendo a empresa AFERT que nos traz tecnologia de ponta e vai atuar na Arábia Saudita nessa questão da desertificação. Pensando nisso, convidamos a SEMAR, os parceiros, secretarias e órgãos relacionados para uma reunião”, destacou. 

João Victor representante da SEMARH-PI, destaca a importância da parceria entre as instituições para o Piauí. “Tenho a certeza que juntos vamos conseguir  desenvolver projetos na região de Bom Jesus e Gilbués, mostrar o resultado dessas áreas de desertificação e reutilizar para o plantio das culturas e cultivos daquela região”, afirmou. 

A parceria entre FAPEPI, SEMARH-PI e AFERT Biofertilizantes objetiva melhorar a qualidade de vida dos piauienses, fomentar o crescimento econômico, contribuir para a geração de empregos e fortalecer a economia local. Durante a reunião todos os envolvidos se comprometeram a trabalhar juntos na busca por soluções que possam frear o processo de desertificação e garantir um futuro mais próspero e sustentável para o Piauí.  

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FAPEPI apoia projeto sobre mudanças climáticas em ecossistemas marinhos aprovado em primeira fase do Edital Biodiversa+

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O projeto de pesquisa da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), liderado pela professora Rosana Aquino, com o objetivo de desenvolver uma metodologia para monitorar as mudanças de temperatura e seus efeitos na biodiversidade em ecossistemas rochosos entremareais em diferentes regiões do oceano Atlântico e Pacífico, foi aprovado na primeira fase do edital Biodiversa+. A iniciativa conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), para atividades que serão realizadas por pesquisadores piauienses.

Presidente da FAPEPI, professor João Xavier e professora Rosana Aquino, da UFDpar, traçam estratégias de apoio ao Biodiversa+.

O presidente da FAPEPI, João Xavier, destaca a importância do projeto para a conservação dos ecossistemas marinhos e agradece a oportunidade de apoiar a iniciativa. “A FAPEPI tem o papel de fomentar a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico no Piauí e, por isso, é uma grande satisfação para nós apoiar um projeto tão relevante e inovador como este, que tem um impacto significativo na compreensão das mudanças climáticas em ecossistemas marinhos”, afirma.


Caso seja aprovado, o projeto terá a duração prevista de três anos. A ideia é que a metodologia desenvolvida seja tão simples e automatizada que o projeto possa se prolongar por muito mais tempo, permitindo a continuidade do monitoramento das mudanças climáticas em ecossistemas marinhos. A equipe espera contribuir para o avanço do conhecimento científico sobre o assunto e fornecer informações importantes para a tomada de decisões em políticas públicas e gestão ambiental.

Biodiversa+: entenda o edital internacional que busca estudar os efeitos das mudanças climáticas em ecossistemas marinhos ao redor do mundo

O edital Biodiversa+ é uma iniciativa internacional que busca financiar projetos de pesquisa sobre a biodiversidade e as mudanças ambientais nos ecossistemas marinhos. Se aprovado, o projeto liderado pela professora Rosana Aquino será posto em prática junto a três regiões do oceano: Atlântico Sudoeste (Brasil), Atlântico Nordeste (Europa) e Pacífico (Taiwan). Com o uso de sensores de temperatura e outras tecnologias de monitoramento, será possível comparar os resultados obtidos nas diferentes regiões, testar hipóteses sobre a resiliência dos ecossistemas e contribuir para a conservação dos mares e oceanos.

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