Iniciativa Amazônia+10 e CNPq anunciam nova chamada para apoiar expedições científicas na região

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As Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) de 19 Estados brasileiros e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) disponibilizarão R$ 59,2 milhões para financiar expedições científicas multidisciplinares na região da Amazônia por um período de até 36 meses. A chamada de propostas, anunciada no último dia (28/09), será a segunda da Iniciativa Amazônia+10, liderada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo a Pesquisas (Confap) e pelo Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência Tecnologia e Inovação (Consecti), e que conta também com a parceria do CNPq.

Neste edital, as expedições científicas devem ter foco na ampliação do conhecimento acerca da sociobiodiversidade e biodiversidade amazônica, prevendo a coleta de dados, de espécimes biológicos e minerais, de peças integrantes da cultura nativa e popular (presente e passada), sempre se atendo a um ou mais dos eixos prioritários descritos na chamada a ser lançada nos próximos dias.

O presidente do CNPq, Ricardo Galvão, ressalta que a preservação da Floresta Amazônica e o desenvolvimento de sua economia de uma forma sustentável, não predatória, depende fortemente do conhecimento científico da região. “O Programa Iniciativa Amazônia+10 visa viabilizar recursos para projetos científicos na região, articulando grupos de pesquisa que combinam pesquisadores locais e de outros Estados. O CNPq orgulha-se em participar dessa iniciativa, que certamente trará grandes benefícios científicos e tecnológicos para a região”, finalizou o presidente.

“A FAPESP participou ativamente da articulação da Iniciativa Amazônia+10 que, atualmente, conta com a adesão de FAPs de 25 Estados brasileiros. Na primeira chamada, pesquisadores paulistas se associaram aos de outras FAPs para o desenvolvimento de boa parte dos projetos que, atualmente, já estão em curso na região. A segunda chamada contribuirá para ampliar ainda mais a pesquisa em cooperação na busca de solução para uma região que é patrimônio do Brasil e de todo o planeta”, afirmou Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP.

Encontro em Santarém

O anúncio da segunda chamada da Iniciativa Amazônia+10 ocorreu no primeiro dia do Fórum Nacional Consecti & Confap, em Santarém . “É uma ação inédita de conjunção de 25 FAPs para um único programa. Isso é algo que demonstra a importância do que está se tentando resolver, das soluções que estão se tentando criar. O Consecti tem a intenção de participar de maneira mais ativa e mais presente de todas as tomadas de decisão, especialmente aquelas que apontem para a busca de soluções inovadoras, para busca de construção de saídas que realmente transformem a região, que gerem resultados que causem impactos positivos socioeconômicos”, disse Silvio Bulhões, presidente do Consecti.

Dalila Andrade Oliveira, da Diretoria de Cooperação Institucional, Internacional e Inovação (DCOI), do CNPq, complementou: “Desta vez estamos buscando uma participação maior na Iniciativa Amazônia+10. Temos construído essa chamada junto com as FAPs, Confap e Consecti. E com ela queremos manifestar a sensibilidade do CNPq para essa agenda tão importante que hoje inclui a questão amazônica.”

Embora a Amazônia seja uma das maiores e mais intactas florestas do mundo, ela é também uma das menos conhecidas em termos biológicos. Seu tamanho imenso, sua diversidade e seus acessos limitados fazem com que a tarefa de documentar sua biodiversidade seja extremamente desafiadora.

Segundo artigo publicado em julho na revista Current Biology, pelo projeto Synergize, 40% das áreas da Amazônia estão sendo negligenciadas por pesquisas em ecologia. E um dos motivos dessa distribuição desigual é justamente o alto custo para realizar estudos na região. Por isso, foi estabelecido que o valor mínimo de cada proposta contemplada nesta chamada será de R$ 400 mil (leia mais em: agencia.fapesp.br/41942).

Além da questão espacial, também existem vieses taxonômicos nas pesquisas realizadas até o momento. A maioria dos dados disponíveis é para plantas ou aves. Grupos como borboletas, por exemplo, têm muito menos informações à disposição e grupos enormemente diversos, como fungos e bactérias, são praticamente desconhecidos. A intenção é que a chamada ajude a superar esses gaps. Além disso, o material coletado será catalogado e tombado em instituições amazônicas, como forma de preservação desse patrimônio.

Os projetos submetidos à avaliação devem contar com pesquisadores responsáveis de pelo menos dois dos 19 Estados cujas FAPs aderiram à chamada, sendo que um deles deve obrigatoriamente estar vinculado a instituições com sede nos Estados da Amazônia Legal. O edital também prevê ainda a inclusão na equipe de pesquisa de pelo menos um integrante PIQCT (Povos indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais), detentor do conhecimento tradicional relacionado ao território que será estudado.

“Nós demos um passo importante com essa iniciativa. Muitas vezes, a Amazônia Legal recebia pesquisadores de outros Estados, de outros países e, muitas vezes, os próprios pesquisadores da região não participavam dos projetos – ou atuavam apenas como coadjuvantes. E houve um avanço nesse sentido com o primeiro edital e agora neste. Isso significa um trabalho de parceria, de pesquisa colaborativa, que leva em consideração o que os amazônidas pensam e o que têm”, disse Márcia Perales, diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).

Segundo Allan Kardec, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Mato Grosso, a construção conjunta das ações da iniciativa faz toda a diferença no resultado final. “Nós tivemos a oportunidade de acompanhar a preparação dessa chamada, de fazer o debate, de colocar a nossa opinião e trazer nossa equipe técnica para entender o edital. Pudemos dar o nosso olhar e colocar a semente do regionalismo. Estamos muito felizes com a proposta.”

“Este projeto nasceu como fruto de uma discussão ampla, de uma iniciativa de muitas mãos e responde um pouco sobre a importância do protagonismo da região, de atender às necessidades da região e enxergar as particularidades locais”, disse Marcel do Nascimento Botelho, diretor-presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA).

Dos R$ 59.250.000 previstos nesta chamada, R$ 30 milhões serão alocados pelo CNPq exclusivamente para pesquisadores com vínculo formal com alguma instituição localizada em um dos Estados da Amazônia Legal (Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso).

“A participação igualitária do CNPq vai cumprir algo que desejamos desde o começo do desenho desta iniciativa: que todo recurso de terceiros que fosse mobilizado fosse aplicado na região Norte do país. O papel que o CNPq está cumprindo nesta chamada, com um aporte de um para um em relação ao que as FAPs da Amazônia Legal estão aportando, é excepcional, porque vai permitir financiar na região um volume expressivo de bolsistas e pesquisadores”, disse Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP.

Instituições nacionais e internacionais podem se somar à Chamada de Expedições Científicas até o dia 30/10. Em breve, a chamada será disponibilizada com todos os detalhes e prazos para submissão de propostas.

Sobre a Iniciativa Amazônia+10

A Iniciativa Amazônia+10 apoia projetos de pesquisa em colaboração voltados à conservação da biodiversidade e adaptação às mudanças climáticas, à proteção de populações e comunidades tradicionais, aos desafios urbanos e à bioeconomia como política de desenvolvimento econômico na região. Na primeira chamada de propostas, lançada em junho de 2022, foram selecionados 39 projetos de pesquisa na região.

Os estudos apoiados no âmbito da iniciativa devem avançar o conhecimento científico sobre a Amazônia e, conjuntamente com atores relevantes para as formulações de políticas públicas, atrair investimentos públicos e privados de forma a promover o bem-estar das populações da região de forma consistente e a longo prazo.

Saiba mais sobre a Inciativa Amazônia+10 em:  https://www.amazoniamaisdez.org.br/

Fonte: Assessoria de Comunicação da Inciativa Amazônia+10

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FAPEPI marca presença no Fórum Nacional CONSECTI & CONFAP em Santarém no Pará

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A cidade de Santarém no Pará está sendo o palco dos debates sobre ciência, tecnologia e inovação durante o Fórum Nacional CONSECTI & CONFAP, que acontece entre os dias 27 e 30 de setembro. Com o tema “Desafios da Amazônia”, o evento reúne presidentes e representantes das 27 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), Secretários Estaduais de Ciência, Tecnologia e Inovação, além de representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e de entidades e agências federais e internacionais de fomento à CT&I, promovendo um espaço crucial para o debate das questões científicas e tecnológicas do Brasil e, especialmente, da região Amazônica.

O Fórum, que já se consolidou como um dos principais encontros do setor no país, está sendo organizado pelo Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (CONSECTI) e pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica do Pará (SECTET) e a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa).

Nesse cenário, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) se destaca como uma das instituições representantes das FAPs no evento. Com um compromisso sólido de fomentar a pesquisa científica e a inovação no território piauiense, a FAPEPI levou para o Fórum sua experiência na promoção de projetos e iniciativas que podem contribuir para o desenvolvimento da região Nordeste, em especial, para a Amazônia Legal.

A presença da FAPEPI no Fórum Nacional CONSECTI & CONFAP evidencia a importância do trabalho conjunto das FAPs na busca por soluções para os desafios únicos enfrentados pela Amazônia. Com uma vasta gama de biomas, uma rica biodiversidade e questões socioambientais complexas, a região Amazônica demanda uma abordagem interdisciplinar e cooperação entre estados e instituições de pesquisa.

O presidente da FAPEPI, professor João Xavier, destacou a importância da Fundação marcar presença no evento: “estamos honrados em fazer parte do Fórum Nacional CONSECTI & CONFAP e contribuir para os debates sobre os desafios da Amazônia. A Amazônia é um patrimônio natural e cultural de incalculável valor para o Brasil e o mundo, e é nosso dever investir em pesquisas que contribuam para sua preservação e desenvolvimento sustentável. A FAPEPI tem se dedicado a apoiar projetos inovadores e a promover a cooperação entre estados, e esta é uma oportunidade ímpar de compartilhar nossas experiências e aprender com outras regiões do país.”

O Fórum Nacional CONSECTI & CONFAP é uma oportunidade única para que as FAPs, como a FAPEPI, colaborem ativamente na formulação de políticas e na construção de um futuro mais promissor para a região Amazônica. Com a presença marcante de representantes de todo o Brasil, o evento se consolida como um espaço privilegiado para a troca de conhecimento e a criação de parcerias estratégicas que impulsionarão a pesquisa e a inovação na Amazônia e em todo o país.

Clique aqui para acessar a programação do evento.

FONTE: CONFAP com adaptações.

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Núcleo de Estudos em Energias Renováveis da FAPEPI é destaque na mídia

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  • Última modificação do post:28 de setembro de 2023
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Diante da crescente demanda por energia limpa em todo o mundo, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), a Universidade Federal do Piauí (UFPI), o Instituto Federal do Piauí (IFPI), a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e a Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPAr), uniram-se por meio do “Núcleo de Estudos em Energias Renováveis” para promover pesquisas com foco especial na produção de hidrogênio verde.

O núcleo de estudos tem sido crucial para que cientistas e profissionais comprometidos em trabalhar na área de energias renováveis tenham conduzido pesquisas de ponta para identificar as melhores práticas e tecnologias para a produção de hidrogênio verde no Piauí. Isso inclui estudos sobre a eficiência da eletrólise da água, o armazenamento e transporte do hidrogênio, bem como a integração com a infraestrutura energética existente.

O hidrogênio verde é uma fonte de energia limpa e altamente versátil que pode ser usada em uma variedade de aplicações, incluindo transporte, armazenamento de energia e indústrias de base. O Piauí, com sua abundância de luz solar e ventos constantes, possui um enorme potencial para se tornar um importante produtor desta energia no Brasil.

O Piauí está se destacando na corrida pelo hidrogênio verde.

O programa Bom Dia Piauí da TV Clube, dedicou uma matéria especial para falar sobre o assunto. Durante entrevista concedida ao programa , o assessor técnico da FAPEPI, Ciro Sá, enfatizou que o hidrogênio verde já acontece no mundo todo e o avanço das pesquisas cientificas acontece também no Piauí. Assim, com a criação do núcleo de estudos em parceria com as universidades públicas do estado, os pesquisadores podem avançar em ideias e projetos que usem, especialmente, materiais do Piauí como alguns minerais que devem ser utilizados no desenvolvimento de novas tecnologias para produção de hidrogênio verde. Logo, a ideia é juntar a academia com as empresas que estão se estabelecendo no território piauiense para produção desta mais nova opção de energia limpa e sustentável.

O Piauí, conhecido por seus vastos recursos naturais, oferece um ambiente propício para o desenvolvimento de energias renováveis, e o hidrogênio verde emergiu como uma das alternativas mais promissoras e sustentáveis.

A localização do território piauiense é outro fator que contribui para que o estado seja destaque na produção de hidrogênio verde. “Nosso estado tem uma vantagem estratégica seja geográfica, seja geoelétrica, estamos no meio do entroncamento energético do país. Então, tanto o Norte quanto Nordeste é interligado por meio do estado do Piauí e ainda temos interligação com o Sudeste. Isso facilitou a implementação de grandes empreendimentos e energias renováveis no estado”, afirmou o coordenador de estudos e pesquisas em energias renováveis do Piauí, Juan Aguiar.

À medida que a transição para fontes de energia limpa se torna cada vez mais urgente em todo o mundo, iniciativas como o Núcleo de Estudos em Energias Renováveis desempenham um papel fundamental na construção de um futuro mais sustentável. O Piauí está se destacando como um líder na corrida pelo hidrogênio verde, aproveitando seu potencial natural e investindo em pesquisa e formação de especialistas para impulsionar essa transformação energética.

Com a colaboração das principais instituições de ensino superior piauienses, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí e Governo do Estado, o Piauí está no caminho certo para se tornar um centro de excelência em energias renováveis e uma referência nacional na produção de hidrogênio verde.

Assista a matéria completa aqui.

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Revista Sapiência lança sua 48ª edição: A Ciência e as Doenças

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  • Última modificação do post:27 de setembro de 2023
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Disponível a 48ª edição da Revista Sapiência, uma publicação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí que se tornou referência na disseminação do conhecimento científico e tecnológico produzido no estado.

Com o tema “A Ciência e as Doenças”, a nova edição apresenta reportagens especiais sobre doenças que afetam a saúde pública, como a doença de Chagas, leishmaniose, diabetes, hanseníase e tuberculose, além de destacar a atuação do Centro Integrado em Especialidades Médicas (CIEM) e do Centro de Inteligência em Agravos Tropicais, Emergentes e Negligenciados (CIATEM) na busca por soluções científicas.

Doença de Chagas: a revista traz uma reportagem que aborda os avanços na pesquisa e no tratamento da doença de Chagas, uma enfermidade negligenciada que afeta milhares de pessoas na América Latina.

Leishmaniose: outro tema de destaque é a leishmaniose, uma doença tropical transmitida por mosquitos. A edição explora as iniciativas de pesquisadores locais para estudar a disseminação da doença, observar fragilidades e construir produtos científicos a partir destes estudos.

Diabetes: a revista também dedica espaço ao diabetes, uma epidemia global que afeta a qualidade de vida de milhões de pessoas. Pesquisadores do Piauí estão investigando novos tratamentos e estratégias de prevenção para combater essa doença crônica.

Hanseníase e Tuberculose: A hanseníase e a tuberculose, duas doenças históricas que ainda persistem, são abordadas em reportagens que destacam os esforços de cientistas e profissionais de saúde para melhorar o diagnóstico, o tratamento e a erradicação dessas enfermidades.

CIEM e CIATEM: além das reportagens sobre as doenças, a revista Sapiência destaca a atuação do CIEM e do CIATEM, que desempenham um papel fundamental na busca por soluções científicas que impactam positivamente na saúde da sociedade piauiense.

Dores de Cabeça: a revista traz um especial sobre o trabalho do CIEM no desenvolvimento de pesquisas e atendimento de pacientes que sofrem com cefaleia.

A 48ª edição da Revista Sapiência da FAPEPI reflete o compromisso contínuo da Fundação em apoiar a pesquisa científica e promover a divulgação do conhecimento. A ciência é uma aliada essencial na luta contra as doenças, e os pesquisadores do Piauí estão na vanguarda desse esforço, trabalhando incansavelmente para melhorar a saúde e o bem-estar da população.

A revista está disponível para leitura online no site da FAPEPI contribuindo para a disseminação do conhecimento científico no estado do Piauí e além.

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Em 2023, FAPEPI investe mais de meio milhão de reais em eventos de popularização da ciência

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), tem desempenhado um papel fundamental no fomento à pesquisa e ao fortalecimento da ciência no estado. Por meio de editais de apoio a eventos científicos, a Fundação tem beneficiado uma série de atividades que têm promovido a integração entre pesquisadores, profissionais, estudantes e a sociedade em geral.

Em janeiro deste ano, com o objetivo de apoiar financeiramente propostas de realização de eventos de reconhecida relevância científica e tecnológica para o desenvolvimento do Estado do Piauí, a FAPEPI publicou o Edital nº 001/2023.

Em nove meses o edital cumpriu seu objeto. Nesse período foram submetidas 108 propostas, das quais 70 foram aprovadas, com o investimento de R$ 576.000,00 (quinhentos e setenta e seis mil reais), do Tesouro Estadual. Congressos, simpósios, encontros, jornadas, mostras, colóquios, feiras, entre outras atividades de difusão científica têm sido realizadas com o apoio da FAPEPI e gerado resultados positivos para a popularização da ciência.

O trabalho da Fundação tem contribuído para a divulgação do conhecimento científico e a promoção do desenvolvimento da pesquisa em todo o estado do Piauí. Municípios de diferentes regiões foram contemplados pelo Edital, como as cidades de Corrente, Bom Jesus, São Raimundo Nonato, São João do Piauí, Pio IX, Paulistana, Floriano, Picos, Campo Maior, José de Freitas, Piripiri, Cocal, Paranaíba, além da capital Teresina que abrange um número maior de atividades em virtude da concentração de campi de diferentes Instituições de Ensino Superior, como UESPI, UFPI e IFPI.

As atividades com financiamento da FAPEPI têm beneficiado instituições de pesquisa e de ensino superior e médio, distribuídas entre as das Ciências Humanas, Saúde, Educação, Engenharias, Natureza, com abrangência internacional, nacional, regional, estadual e local que evidenciam a efervescência da ciência e tecnologia no Piauí.

Desde o mês de março eventos estão sendo realizados e a agenda de atividades se estende até ano que vem. Com o encerramento do Edital nº 001/2023, a FAPEPI prepara um novo edital de apoio à eventos científicos, que visa beneficiar propostas a serem executadas em 2024.

O papel da FAPEPI é crucial para o desenvolvimento do estado, pelo compromisso em investir e fortalecer a pesquisa científica no Piauí. Seu apoio tem contribuído para que o território piauiense ganhe cada vez mais destaque no cenário científico nacional e internacional. A fundação é uma aliada indispensável para pesquisadores e instituições de ensino e pesquisa que buscam compartilhar suas descobertas, promover a inovação e o avanço do conhecimento em diversas áreas do saber.

Confira a seguir os eventos financiados pelo Edital n° 001/2023:

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Pesquisadores solicitam apoio da FAPEPI para projeto de plataforma digital de monitoramento da política educacional piauiense

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Em um esforço conjunto para aprimorar a transparência e o acesso à informação sobre a política educacional no estado do Piauí, representantes do Instituto Federal do Piauí (IFPI), da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Políticas de Gestão da Educação da Universidade Federal do Piauí (UFPI), solicitaram apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí para desenvolver uma plataforma digital interativa.

Em reunião realizada na sede da FAPEPI na última sexta-feira (22), os representantes das instituições acadêmicas apresentaram um projeto no âmbito do “Observatório da Política Educacional Piauiense”. O objetivo é criar uma plataforma que disponibilize à sociedade informações abrangentes sobre a política educacional no estado, indo além da produção científica e incluindo dados educacionais, financeiros e a legislação que orienta à política educacional na rede estadual de ensino e nos 224 municípios piauienses.

A plataforma digital interativa pode ser uma ferramenta valiosa para pesquisadores, gestores educacionais, estudantes e cidadãos interessados em se manter informados sobre as políticas educacionais no estado.

A iniciativa visa aprofundar o entendimento sobre a realidade educacional do Piauí, permitindo uma análise mais precisa das políticas em vigor, bem como o acompanhamento de seu impacto na qualidade da educação no estado. Além disso, a plataforma pretende ser uma ferramenta valiosa para pesquisadores, gestores educacionais, estudantes e cidadãos interessados em se manter informados sobre as políticas educacionais em curso.

A parceria entre as instituições acadêmicas e a FAPEPI é crucial para o sucesso do projeto. Durante reunião na Fundação, a professora da UFPI Rosana da Cruz, enfatizou a importância da iniciativa: “nosso objetivo é buscar a possibilidade de parceria e de recursos de bolsas para contribuir conosco no sentido de disponibilizar para a sociedade uma plataforma digital com a produção científica sobre a política educacional do Piauí. A FAPEPI assinalou a possibilidade de nos inserirmos enquanto observatório dentro dessa plataforma digital, mas em uma outra proposição que já está sendo desenvolvida, que é um observatório mais geral social do Piauí”.

Rosana ainda acrescentou: “a partir de agora vão acontecer algumas reuniões para a gente entender melhor o que é esse observatório, como que essa plataforma está organizada e assim poder avaliar realmente se seria compatível essa interface”.

A expectativa é que, com a plataforma, o acesso a dados educacionais e políticas seja simplificado e eficiente, promovendo um maior engajamento da comunidade na discussão e no aprimoramento da política educacional piauiense. A transparência e a disseminação de informações de qualidade são essenciais para o progresso educacional e o fortalecimento da cidadania.
O projeto de um Observatório da Política Educacional Piauiense é um exemplo de como a colaboração entre instituições acadêmicas e apoio financeiro de organizações como a FAPEPI pode resultar em um impacto positivo significativo na sociedade. À medida que o projeto avança, a comunidade piauiense pode esperar uma ferramenta que empodere os cidadãos com informações cruciais sobre o sistema educacional do estado.

Com essa iniciativa, o Piauí está pavimentando o caminho para um sistema educacional mais transparente, eficiente e eficaz, que coloca a educação no centro do desenvolvimento do estado e no futuro de suas crianças e jovens.

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FAPEPI marca presença em celebração dos 50 anos do Departamento de Matemática da UFPI

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O Departamento de Matemática (DM) da Universidade Federal do Piauí (UFPI), comemorou seus 50 anos de existência com um evento de prestígio no Cine Teatro da instituição. A ocasião ocorreu como parte da programação de abertura da XI Jornada de Matemática da UFPI. O presidente da Fundação de Amparo a Pesquisa do Piauí (FAPEPI), esteve presente, João Xavier fez parte do corpo docente do departamento. Segundo ele, as cinco décadas do DM representam um marco importante na história da educação e pesquisa em matemática no estado do Piauí.


Durante o evento, foram prestadas homenagens a professores e ex-alunos que desempenharam papéis cruciais no crescimento e sucesso do Departamento de Matemática da UFPI. Suas contribuições notáveis foram reconhecidas com prêmios e reconhecimentos especiais.


Em seu discurso, o Professor João Xavier enfatizou a relevância da matemática como um pilar fundamental para o desenvolvimento científico e tecnológico do Piauí e do Brasil como um todo. Ele reforçou o compromisso da FAPEPI em apoiar a pesquisa matemática e o papel vital do Departamento de Matemática da UFPI nesse esforço.

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Parceria estratégica entre FAPEPI e IES promete potencializar o desenvolvimento do Piauí por meio de soluções logísticas

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Universidade Federal do Piauí (UFPI), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) e Instituto Federal do Piauí (IFPI), uniram forças em uma reunião estratégica de alinhamento, visando impulsionar o desenvolvimento do estado através de soluções logísticas inovadoras. O encontro, que aconteceu na última quinta-feira (21), marcou o início de uma colaboração promissora entre as instituições e o Governo do Estado com o objetivo de criar um grupo de pesquisa dedicado a identificar propostas executáveis que contribuam para a melhoria geral do Piauí.


A logística não é uma área isolada, mas um elemento essencial que está intrinsecamente ligado a todos os setores da economia, desde a agricultura até a indústria e o comércio. Durante a reunião foi destacada a importância da logística como uma peça central no processo de desenvolvimento do território piauiense.


“A logística é fundamental e está inserida em tudo. Qualquer área que tiver turismo, esporte, energia, como montar aquisição de insumos ou distribuir energia como gasolina ou hidrogênio verde eu tenho logística de distribuição. O próprio porto pesqueiro ou outros pontos simples do dia a dia, como ônibus urbano que envolve engenharia de tráfego, por exemplo, não trabalha sozinho. Então, foi para isso que a gente foi chamado e acredita que o governo está comprometido com isso. Hoje foi apresentado o que pode ser feito e o que tem de demanda para melhorar e buscar desenvolver o estado dentro do plano de governo ”, destacou o professor da UFPI, Tarso Caselli.


A FAPEPI, por sua vez, com um histórico de apoio à pesquisa científica e tecnológica, enxerga na colaboração com a UFPI, IFPI, UESPI e Governo do Estado uma oportunidade para direcionar esforços para questões logísticas que impactam diretamente a vida dos piauienses. Para o presidente da Fundação, professor João Xavier, a instituição está comprometida em fomentar pesquisas que tenham aplicabilidade prática e contribuam para o desenvolvimento do Piauí. Uma vez que a logística é um desafio que afeta a todos, desde o produtor rural que precisa escoar sua produção até o cidadão que espera serviços públicos ágeis. Logo, a parceria com as instituições de ensino vai unir conhecimento acadêmico e prático para encontrar soluções concretas.


Para o professor do IFPI, Reginaldo Magalhães, a reunião foi muito importante porque além de promover a integração entre Governo do Estado, UFPI, IFPI e UESPI, foi possível perceber seu envolvimento na base da tríplice hélice: empresa, governo e instituições de ensino. A partir disso, será possível analisar a forma não só científica, mas também mercadológica das ações que podem ser desenvolvidas para trazer desenvolvimento para o estado.

A reunião realizada na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa, marcou o início de uma jornada promissora em direção a um Piauí mais desenvolvido, eficiente e promete trazer soluções concretas e inovadoras para os desafios logísticos enfrentados pelo estado, impulsionando assim o seu crescimento econômico e social.


É por meio de uma infraestrutura logística eficiente que será possível atrair investimentos, reduzir custos e aumentar a competitividade de produtos no mercado nacional e internacional. O grupo de pesquisa que será formado terá a missão de elaborar propostas inovadoras que possam ser implementadas de forma eficaz e que atendam às necessidades específicas do estado.

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Próxima edição do Seminário de Avaliação do PPSUS tem previsão para acontecer

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Com o sucesso do Seminário de Avaliação Final do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS) deste ano, um novo convênio está sendo delineado para 2024.

FAPEPI e coordenação do PPSUS unidos pelo fortalecimento da saúde pública piauiense.

Após reunião entre o presidente da FAPEPI, João Xavier e a coordenadora nacional do PPSUS, Marge Tenório na última quarta-feira (20), a expectativa é que o próximo evento seja maior. O planejamento e os trabalhos devem iniciar ainda este ano na busca pela cooperação entre estados, pesquisadores visitantes, formação de recursos humanos bem como a colaboração entre projetos de diferentes áreas que possam trazer impactos positivos para a saúde pública no Piauí.

“Neste momento estamos em uma conversa inicial, existe a possibilidade da internacionalização da pesquisa no estado, da cooperação com outros estados do país e ampliação dessa rede de pesquisa em saúde. Os trabalhos que foram apresentados nessa edição a gente percebeu que os resultados foram muito consistentes e robustos, podendo ser utilizados pela Secretaria de Saúde sem dúvida e o fato de ter a participação de muitos técnicos participando da avaliação dos projetos engrandece muito o programa. A partir desses técnicos é que esses resultados podem ser levados à Secretaria de Saúde e compartilhado com as áreas técnicas para serem usados, esse é o principal objetivo do programa”, destacou a coordenadora nacional do PPSUS, Marge Tenório.

Marge Tenório ainda acrescentou que o Piauí está de parabéns, as pesquisas foram muito satisfatórias e o PPSUS além de fomentar a ciência, a tecnologia e fortalecer a saúde pública no estado, é importante para que os resultados obtidos sejam aplicados para população e implementação de muitas pesquisas. Contudo, vai depender de força política, de recursos que precisam ser aportados para implementação e outras questões que são avaliadas.

O PPSUS é um programa nacional que visa financiar pesquisas que atendam às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuam para o desenvolvimento científico e tecnológico em saúde. Ele representa um investimento estratégico para melhorar a qualidade dos serviços, promovendo a inovação e a disseminação do conhecimento científico.

O Programa conta com a colaboração de diversas instituições a nível nacional como o Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT) do Ministério da Saúde (MS) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No território piauiense, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí (FAPEPI) e a Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI) fazem parte dessa rede que visa promover a pesquisa em saúde e aprimorar a gestão compartilhada no setor.

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Seminário de Avaliação do PPSUS apresenta resultados de pesquisas para Saúde Pública Piauiense

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Teresina foi o epicentro de discussões e reflexões importantes para a saúde pública do estado do Piauí. Aconteceu na última terça-feira (19), o Seminário de Avaliação Final do Programa Pesquisa para o SUS em que foram apresentados, discutidos e avaliados os resultados de projetos de pesquisa financiadas pelo programa em áreas como epidemiologia, assistência farmacêutica, atenção básica, vigilância em saúde, entre outros segmentos.

O evento é uma iniciativa do Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT) do Ministério da Saúde (MS), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Piauí (FAPEPI) e da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (SESAPI) como forma de fomentar a pesquisa e a produção de conhecimento científico para aprimorar a qualidade dos serviços de saúde oferecidos à população.

Na busca pelo fortalecimento do sistema de saúde estadual e aprimoramento da gestão compartilhada no setor, os projetos apresentados durante o Seminário de Avaliação Final abordaram questões de relevância direta para a saúde da população piauiense. O momento também foi uma oportunidade para a comunidade científica, gestores e demais interessados debaterem os avanços e desafios da saúde no Piauí bem como os objetivos alcançados pelo programa.

“Sobre os principais objetivos que são amplamente cumpridos, é juntar o pessoal da saúde com o pessoal da academia. Então a gente tem pesquisadores e gestores que estão caminhando na mesma direção, olhando para a população, para o estado, para os municípios e para o que o estado precisa para melhorar o SUS. Seja para saúde pública, seja na gestão do SUS de forma mais ampla, mas que a gente possa encontrar soluções de forma científica, comprovadamente, com métodos e não com achismos. Hoje é um dia de muita alegria porque é um momento de entrega de produtos que há dois anos vem sendo trabalhado corajosamente. E estou em uma expectativa muito grande porque já fui alertada que os resultados são muito bons e que podem causar impactos profundos”, afirmou a coordenadora nacional do PPSUS, Marge Tenório.

Autoridades representantes da SESAPI, superintendência estadual do Ministério da Saúde, FAPEPI, coordenação nacional do PPSUS, Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UESPI.


O Seminário de Avaliação do Programa PPSUS mostrou que a abordagem integrada entre pesquisa e gestão é fundamental para a tomada de decisões mais informadas e para a implementação de políticas públicas eficazes na área da saúde. Uma vez que a promoção do diálogo entre os pesquisadores e gestores é essencial para alinhar os resultados das pesquisas com as necessidades reais da saúde pública do estado.

O evento reuniu líderes acadêmicos, gestores de saúde, pesquisadores renomados e autoridades governamentais como a coordenadora nacional do PPSUS, dra. Marge Tenório, a superintendente estadual do Ministério da Saúde, Antônia Leal, o gerente de Planejamento da SESAPI, Clécio Lopes, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UESPI, Rauirys Alencar e o presidente da FAPEPI, dr. João Xavier.

Além das apresentações de pesquisas, houveram momentos de troca de conhecimento e experiência essenciais para a formação de uma rede de colaboração que possa impulsionar ainda mais a pesquisa em saúde no Piauí. O presidente da FAPEPI, João Xavier, enfatizou que a Fundação está de portas abertas para colaborar com a ciência piauiense: “a nossa equipe está de portas abertas para encaminhar as demandas que pudermos atender. O governo está bastante sintonizado com a ciência, com a academia e nós já começamos a ver os resultados. Quero parabenizar a todos os envolvidos pelo resultado desses dois anos de trabalho árduo”, destacou.

O Seminário de Avaliação Final do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS), é um marco importante para o Piauí por representar um passo significativo na direção de uma saúde pública mais eficaz e comprometida com as necessidades da população. O evento demonstrou de forma concreta o comprometimento das instituições envolvidas com o avanço da pesquisa em saúde e com a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população. Trata-se de uma demonstração de que, por meio da colaboração entre governo, academia e sociedade, é possível promover a pesquisa como instrumento fundamental para a construção de um sistema de saúde mais eficiente e acessível.

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