Publicado o resultado final da fase 2 do Centelha Piauí

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), divulga nesta quinta-feira (08) o Resultado final da 2ª Fase do Edital nº002/2022 – Centelha II Piauí.

O Programa é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação CERTI e executada no Piauí pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (FAPEPI).

Como funciona

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

No endereço eletrônico, é possível obter mais informações sobre o programa e seu edital detalhado em todos os estados. 

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Embrapa Meio-Norte realiza a VIII Jornada Científica a partir do dia 08 de novembro

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) realizará do dia 8 ao dia 10 de novembro de 2022 a oitava edição da Jornada Científica, que teve como origem a Mostra de Iniciação Científica relizada em 2014. Com o objetivo de dar oportunidade aos estagiários e bolsistas apresentarem seus trabalhos de pesquisa desenvolvidos na Embrapa Meio-Norte, a Mostra de Iniciação Científica superou as expectativas e confirmou a necessidade de sua realização no ano seguinte, com uma estrutura reformulada para o fomato de jornada científica. Desde então a Jornada Científica da Embrapa Meio-Norte é realizada anualmente com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI) e é considerada um importante evento científico inserido no calendário de eventos da Unidade.

A submissão de trabalhos é restrita a estagiários e bolsistas de graduação e pós-graduação orientadas por pesquisadores e analistas da Embrapa Meio-Norte e inscritos no evento. Os resumos simples são direcionados aos alunos que têm resultados de pesquisas no período do estágio/bolsa. Já os resumos expandidos, podem ser apresentados por alunos que não possuem resultados de pesquisa. Nesse caso, serão aceitos resumos no formato de “revisões sistemáticas e revisões bibliográficas”. Cada inscrito, segundo o pesquisador Edvaldo Sagrilo, coordenador da Jornada, pode apresentar até dois resumos.

Nos anos de 2020 e 2021, as Jornadas Científicas foram realizadas de forma remota, devido a necessidade de isolamento social decorrente da pandemia de covid-19. Já na edição de 2022, o evento acontecerá de forma híbrida, com mesas redondas e palestras apresentadas virtualmente. Já a apresentação dos trabalhos pelos estudantes será presencial, no auditório central da Unidade, com a participação de público para interação. Os estudantes deverão também gravar um vídeo, de curta duração, com a síntese da apresentação. Os vídeos serão veiculados nas redes sociais da Embrapa Meio-Norte.

Confira a programação:

Links para acesso à programação:

Dia 8 – MANHÃ: https://www.youtube.com/watch?v=_3irycH9qu4

Dia 9 – MANHÃ: https://www.youtube.com/watch?v=nNSFV2l4tqc

Dia 10 – MANHÃ: https://www.youtube.com/watch?v=Dq2p76c1940

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Pesquisa amparada pela FAPEPI analisa dinâmicas conjugais e familiares em contexto de crise financeira

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A vida nas modernas sociedades capitalistas é atravessada por diversos valores impostos que incidem sobre a vida das pessoas, desde as relações de trabalho até as relações familiares e conjugais. Os imperativos da competitividade e individualismo, por exemplo, não se limitam à esfera econômica, pois também atuam na subjetividade do ser. O ser humano, que é social por natureza, ao se ver inserido em um sistema de vida em que o mote é a busca pelo capital, irá apresentar ideias, anseios, expectativas e medos diferentes de um ser humano que cresceu em uma sociedade tribal, ou outro tipo de sociedade, por exemplo.

Em sociedades geridas por estados capitalistas, a população se encontra dividida de acordo com a sua função na produção e classificada de acordo com o número de salários mínimos de sua renda. Pertencer ao grupo social que necessita vender sua força de trabalho no mercado por salário para sobreviver significa ter de lidar com o desafio diário de manter-se com a renda que lhe é designada, o que muitas vezes é insuficiente, especialmente entre as classes C, D e E, que vivem com 2 a 10 salários mínimos. Isso reflete em uma constante busca para fugir do desemprego e da pobreza, sofrendo constante pressão econômica. Por esse motivo, se torna necessário a realização de ajustes no estilo de vida das famílias, de modo a conter gastos e priorizar o que for realmente necessário; tarefa que pode acarretar muitos conflitos à dinâmica familiar, especialmente em contextos de crise econômica.

No contexto da atual crise econômica brasileira, onde as taxas de desemprego se encontram altas, abarcando mais de 10 milhões de indivíduos, alta inflação no preço dos combustíveis e alimentos e praticamente metade da população está em situação de insegurança alimentar, o estado da saúde mental da população trabalhadora do país evidentemente sofre as consequências dessa pressão econômica. Frente a isso, pesquisas na área de psicologia social como a da professora Sandra Elisa de Assis Freire são muito importantes para trazer uma maior compreensão deste fenômeno e assim contribuir para a redução do sofrimento mental dos brasileiros e promover melhor qualidade de vida.

Sua pesquisa, intitulada “Pressão Econômica, Casamento e Prática parental: como se encontra a dinâmica familiar no contexto da crise financeira?” tem o objetivo de elaborar e reunir evidências de validade e precisão da Escala de Pressão Econômica, tendo por base os indicadores de pressão econômica propostos no modelo de Estresse Familiar elaborado por Conger e Elder e a influência da pressão econômica sobre o conflito conjugal e problemas disciplinares dos filhos, como também ampliar o modelo para incluir outras variáveis que possam trazer soluções no enfrentamento da pressão econômica. O trabalho obteve financiamento da FAPEPI através do Edital Nº 007/2018 – PROGRAMA PRIMEIROS PROJETOS (PPP).

O Modelo de Estresse Familiar (FSM – Family Stress Model) foi desenvolvido em 1994 pelos pesquisadores Conger e Elder na tentativa de explicar como os problemas financeiros influenciavam as famílias no cenário de uma grave recessão econômica agrícola que atingiu o estado de Iowa, EUA, durante a década de 1980. O modelo propõe que as dificuldades econômicas levam à pressão econômica na dinâmica familiar. O termo pressão econômica refere-se à avaliação subjetiva que a pessoa faz de sua situação financeira, por exemplo quando não está conseguindo pagar as contas e cumprir com as responsabilidades financeiras, o que pode ocasionar estresse e conflitos. 

De acordo com a professora e pesquisadora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Piauí (Campus Parnaíba), com essa pressão econômica, a relação conjugal é uma das áreas mais afetadas, tendo sido associada à instabilidade marital, aumento de conflitos, padrões de comunicação negativos e menor qualidade de relacionamento. De acordo com o Modelo de Estresse Familiar, as desacelerações macroeconômicas, como inflações e recessões, que produzem altos níveis e longos períodos de desemprego, combinadas com redes de segurança social limitadas que não têm capacidade de proteger adequadamente as famílias vulneráveis, criam dificuldades generalizadas para os indivíduos e suas famílias. 

O Modelo de Estresse Familiar propõe que a pressão econômica pode ser medida por meio de indicadores como: a impossibilidade de satisfazer a algumas necessidades básicas, como é o caso da alimentação e compra de roupas; incapacidade de pagar as despesas, e a necessidade de fazer reduções e ajustes em aspectos essenciais, como é o caso do cuidado com a saúde. O modelo sugere que dificuldades no âmbito financeiro desencadeiam uma pressão de caráter subjetivo no meio familiar/conjugal e ainda prevê que, no caso de um aumento no nível da pressão econômica, os pais correm maior risco de apresentar sofrimento emocional (ex. depressão, ansiedade, raiva) e problemas comportamentais (ex. uso de substâncias). Este modelo tem sido testado em vários países que apresentam realidades econômicas e culturais distintas, e os resultados dos achados dessas pesquisas têm convergido para a semelhança dos resultados observados no estudo original.  

Desta forma, indivíduos em famílias com dificuldades econômicas também experimentam sofrimento emocional, raiva e frustração, que afetam suas relações familiares. Estudos recentes também mostram que as crianças que crescem em condições de dificuldades econômicas estão em maior risco de apresentar problemas comportamentais, diminuição na competência social e habilidades cognitivas mais baixas. 

Resultados de estudos recentes sobre o impacto da crise econômica sobre a saúde mental de indivíduos salientaram alguns aspectos que merecem atenção: ocorre o aumento de problemas de saúde mental em tempos de crise; o medo do desemprego, de perder casa ou não conseguir sustentá-la com as condições essenciais para a família. A redução de benefícios sociais, entre outros, acarreta um enorme stress nos indivíduos e nas famílias, o que pode conduzi-los a diversos problemas de saúde mental, tais como depressão, ansiedade, suicídio, entre outros.

A pesquisa durou 2 anos e contou com a participação de 369 pessoas, sendo a maioria do sexo feminino (65%) e 33,6% do sexo masculino, com média de idade de 36,5 anos. No que diz respeito à ocupação, 52% dos participantes informaram ter emprego fixo, 22,5% trabalham por conta própria e 14,6% declararam estar desempregados. Dentre outras informações, foi perguntado sobre alterações no rendimento da família no último ano, em que 36,9% afirmaram que o valor da renda diminuiu; para 37,9% dos participantes o valor manteve-se e para 22,8% dos participantes o valor aumentou. Ainda 60,2% dos participantes declararam que têm ou tiveram o nome negativado, e 79,9% afirmaram que a situação econômica do país afetou sua situação financeira, principalmente na área de desemprego e poder de compra.

A professora conta que este estudo forneceu diversos resultados exploratórios e com eles foi possível identificar uma estrutura de duas dimensões, diferente do que foi teoricamente preconizado por Conger e Elder (1994), cuja teoria destaca a pressão econômica composta por três dimensões, a saber: perda de renda, trabalho instável ou status de estar desempregado e endividamento. Enquanto que empiricamente no decorrer do trabalho a pressão econômica foi explicada por duas dimensões, de modo que a perda de renda exerce um papel conjunto com o trabalho instável e com o endividamento, e isso se mostrou coerente com os aspectos teóricos abordados.

Observou-se que o agrupamento dos itens nos fatores da Escala de Pressão Econômica permitiu a definição destes em 2 grupos. O fator 1 denominado “perda de renda e trabalho instável” corresponde à instabilidade financeira provocada por um trabalho que não garante seguramente uma renda fixa, levando as pessoas a vivenciar condições econômicas difíceis e gerando uma vulnerabilidade emocional, dessa forma as pessoas passam a procurar soluções para não ter dificuldades financeiras e não ficarem desempregadas. O fator 2 “perda de renda e endividamento” representa as mudanças financeiras negativas em forma de perda de renda que geram recursos limitados levando as pessoas a acumular dívidas que comprometem o orçamento familiar.

“A partir dos resultados preliminares, foi possível verificar que a pressão econômica foi preditora de sintomas de sofrimento emocional (estresse, ansiedade e depressão) entre os cônjuges, algo congruente com os resultados encontrados em estudos prévios que utilizaram o Modelo de Estresse Familiar. Uma possível explicação para tal resultado pode estar relacionada com a renda familiar da maioria das pessoas; 65,4% indicaram que sua renda familiar se encontrava entre 2 e 10 salários mínimos, em que – 35,0% disse sustentar a família entre 2 e 4 salários mínimos e 30,4% entre 4 e 10 salários mínimos; enquanto 28,3% sustentam suas famílias com até dois salários mínimos. Destas, 50,8% afirmou que a situação econômica do país afetou sua situação financeira e 41,7% disse que já esteve com o nome negativado no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou Serasa. Os resultados também permitiram confirmar a correlação entre a pressão econômica e os conflitos na relação entre os casais”, conta a professora.

Frente aos efeitos nocivos das crises econômicas na dinâmica familiar e conjugal, as características individuais e os recursos que cada um possui no sistema familiar podem contribuir para desenvolver um enfrentamento positivo frente a crise. Estudos recentes indicam que atitudes positivas no enfrentamento dessa crise,contribui para o bem-estar do casal e dos filhos. Por exemplo, Taylor, Larsen-Strife, Conger, Widaman e Cutrona (2010) em seus trabalhos, identificaram que as mães otimistas demonstraram maior resistência ao impacto negativo do estresse econômico. Em termos de parentalidade, Brody, Murry, Kim e Brown (2002) descobriram que as mães com altos níveis de autoestima, juntamente com uma visão mais otimista da vida, eram mais propensas a exibir uma maternidade promotora de competências. Nessa mesma direção, Castro-Schilo et al. (2013) descobriram que as mães e os pais otimistas apresentavam uma parentalidade mais positiva, que estava associada à competência social de seus filhos. Estratégias semelhantes podem contribuir para uma melhor dinâmica entre casais, como conta a professora Sandra:

Pesquisas recentes apontam que a maneira como o casal maneja os recursos financeiros interfere na qualidade de seu relacionamento e tem implicações na qualidade de vida das famílias. Desta forma, se o casal mantém um constante diálogo sobre a distribuição da renda e um gerenciamento compartilhado do dinheiro, tais aspectos podem contribuir para o aumento da afetividade e intimidade conjugal, como também no aumento do nível de intimidade financeira e consequentemente estes aspectos podem contribuir de forma efetiva na adoção de estratégias positivas no enfrentamento da crise econômica”, finaliza a professora.   

Além de uma gestão racional dos recursos financeiros, estes trabalhos mostram que o enfrentamento à pressão econômica também necessitam de medidas que vão além da renda em si, como o diálogo familiar e conjugal e inteligência emocional, que é indispensável para a resiliência em tempos de crise.

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PoP-PI realiza Workshop de Tecnologias de Redes do estado nos dias 20 e 21/10

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O Ponto de Presença da RNP no Piauí (PoP-PI), sediado na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) realiza, em formato online, o Workshop de Tecnologias de Redes do estado (WTR-PI), nos dias 20 e 21/10. O evento gratuito é voltado para líderes, gestores, estudantes, pesquisadores, agentes de transformação e técnicos da área de TIC piauienses, que atuam em empresas, academia ou governo e desejam ampliar seus conhecimentos e competências.

 “Serão dois dias de muito aprendizado, intercâmbio de experiências e disseminação de novas tecnologias. Na programação, teremos várias palestras incluindo uma do diretor-geral da RNP, Nelson Simões, que falará sobre os mais de 30 anos da organização. O público contará, ainda, com um minicurso sobre RPKI, oferecido pelo Nic.Br”, conta a coordenadora administrativa do PoP-PI. Rizalva Santos.

Confira a programação completa e faça sua inscrição por AQUI!

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Última semana para inscrição no Edital CAPES para concessão de bolsas à leitores no exterior

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Termina na próxima sexta-feira (14), o período de inscrições para o Programa Leitorado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O prazo inclui o preenchimento do formulário e envio da documentação obrigatória. O resultado preliminar da seleção do Edital nº 36/2022 será publicado até 14 de dezembro, enquanto a avaliação e indicação dos leitores escolhidos pelas instituições de ensino superior acontecem até janeiro de 2023.

O programa, executado em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, selecionará leitores brasileiros que serão enviados à universidades estrangeiras para difundir a língua portuguesa falada no Brasil e dar visibilidade à literatura, à cultura e aos estudos nacionais. Para participar, é necessário ser licenciado e, no mínimo, mestre nas áreas de Linguística ou Letras.

O resultado final da seleção está previsto para janeiro de 2023 e até fevereiro os participantes farão curso de habilitação para leitores. As atividades nas universidades estrangeiras começarão em março. A iniciativa conta com a parceria de 19 instituições de ensino superior em 17 países: Alemanha, Argentina, Bélgica, Canadá, Cabo Verde, China, França, Guiné Bissau, Irlanda, Itália, Líbano, Moçambique, Paraguai, Rússia, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Uruguai.

As inscrições podem ser realizadas no link disponível.

Outra informações acerca do edital podem ser acessadas neste link.

Fonte: Redação – CCS/CAPES

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FAPEPI divulga Resultado Final do Edital nº007/2022 de Fixação de Jovens Doutores

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Foi divulgado hoje (04) o resultado final do enquadramento e do mérito do Edital nº 007-2022, de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil. O conteúdo do resultado pode ser acessado diretamente neste link.

A seleção é uma iniciativa do Governo do Estado do Piauí, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Serão concedidas 22 bolsas de Pós-Doutorado Júnior (PDJ) e Pós-Doutorado Empresarial (PDI) com duração de até 24 (vinte e quatro) meses, sob responsabilidade do CNPq, e auxílio à pesquisa no valor de R$50.000,00, sob responsabilidade da FAPEPI.

O objetivo é apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, por meio da concessão de bolsas e auxílio à pesquisa  para jovens doutores em todas as áreas do conhecimento.

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CAPES lança edital para Mestrado profissional para Professor de História

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O Mestrado Profissional em Ensino de História (ProfHistória) está com edital aberto para a seleção 2023, até o próximo dia 06. São 640 vagas para a formação continuada de professores da educação básica que ensinam História. As oportunidades atenderão a todas as regiões do País.

A rede do ProfHistória conta com 39 instituições associadas, coordenadas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O curso presencial possui três linhas de pesquisa: ‘Saberes históricos no espaço escolar’, ‘Linguagens e narrativas históricas: produção e difusão’ e ‘Saberes históricos em diferentes espaços de memória’. O Edital do ProfHistória é um dos doze autorizados para a Chamada 2022/2023 do Programa de Mestrado Profissional para Professores da Educação Básica (ProEB) da CAPES.

ProEB
Para melhorar a qualidade do ensino nas escolas da educação básica pública brasileira, o ProEB promove a formação continuada de professores, no nível de pós-graduação stricto sensu. Além disso, oferece uma rede nacional para cursos promovidos por instituições de ensino superior públicas de tradição e valoriza as experiências adquiridas com a prática. Desse modo, aponta perspectivas de mudanças e respostas aos problemas do cotidiano da escola e da sociedade.

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Divulgado resultado preliminar de Edital de Fixação de Jovens Doutores

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Foi divulgado hoje (23) o resultado preliminar do enquadramento e do mérito do edital  007-2022, de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil. O conteúdo do resultado pode ser acessado diretamente neste link.

A seleção é uma iniciativa do Governo do Estado do Piauí, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Serão concedidas 22 bolsas de Pós-Doutorado Júnior (PDJ) e Pós-Doutorado Empresarial (PDI) com duração de até 24 (vinte e quatro) meses, sob responsabilidade do CNPq, e auxílio à pesquisa (custeio e/ou capital) no valor de R$50.000,00 (cinquenta mil reais), sob responsabilidade da FAPEPI.

O objetivo é apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, por meio da concessão de bolsas e auxílio à pesquisa  para jovens doutores em todas as áreas do conhecimento.

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FAPEPI e CNPq lançam edital para apoio à Fixação de Jovens Doutores

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Foi lançado hoje (08) o edital 007-2022, de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil. A seleção é uma iniciativa do Governo do Estado do Piauí, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Serão concedidas 22 bolsas de Pós-Doutorado Júnior (PDJ) e Pós-Doutorado Empresarial (PDI) com duração de até 24 (vinte e quatro) meses, sob responsabilidade do CNPq, e auxílio à pesquisa (custeio e/ou capital) no valor de R$50.000,00 (cinquenta mil reais), sob responsabilidade da FAPEPI.

O objetivo é apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, por meio da concessão de bolsas e auxílio à pesquisa  para jovens doutores em todas as áreas do conhecimento.

Além de criar condições favoráveis para que jovens doutores possam prosseguir com suas atividades de pesquisa junto a grupos e redes de reconhecida excelência no Estado do Piauí e contribuir para a retenção de jovens doutores em Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) e empresas, em áreas consideradas de vanguarda científico-tecnológica e/ou em temas estratégicos para o desenvolvimento sócio econômico do Estado do Piauí.

Interessados deverão apresentar propostas de  projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e de inovação para obtenção de apoio  financeiro no âmbito do Programa de Apoio à Fixação de Jovens Doutores no Brasil, seguindo o cronograma do Edital.

Comunicações sobre o edital devem ser feitas através do e-mail dtc.fapepi2@gmail.com. Confira a chamada na íntegra visitando a página clicando aqui.

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CONFAP e DAAD lançam chamada para programa de auxílios a doutorandos brasileiros

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O Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) abriu as inscrições ao programa de auxílio para estadias de pesquisa para doutorandos brasileiros com bolsa no país. Trata-se de um financiamento complementar à bolsa nacional concedida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou por uma Fundação Estadual de Amparo à Pesquisa (FAP) participante do programa (vide lista abaixo), com o objetivo de viabilizar parte da pesquisa da tese na Alemanha. Os interessados poderão se candidatar até 30/09/2022 para estadias de pesquisa entre abril de 2023 e janeiro de 2024.

O novo edital traz uma boa notícia: a partir de 2022, os bolsistas de doutorado das FAPs do Mato Grosso, Amazonas, Paraíba, Ceará e Distrito Federal passam a poder se candidatar ao programa de auxílio do DAAD. Todos os detalhes sobre o financiamento, os requisitos e o processo de candidatura se encontram no edital no site do DAAD.

Os contemplados pelo programa podem permanecer na Alemanha por dois a seis meses (sem interrupção da vigência da bolsa da agência brasileira). Os estudantes podem escolher entre universidades, institutos de pesquisa, laboratórios ou bibliotecas para realizar pesquisas específicas, relevantes para o desenvolvimento da tese de doutorado.

No momento, 23 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) participam do programa de auxílio para doutorandos:

FACEPE – Pernambuco
FAPEAL – Alagoas
FAPEAM – Amazonas
FAPEAP – Amapá
FAPEG – Goiás
FAPEMA – Maranhão
FAPEMIG – Minas Gerais
FAPERGS – Rio Grande do Sul
FAPERJ – Rio de Janeiro
FAPERN – Rio Grande do Norte
FAPES – Espírito Santo
FAPESB – Bahia
FAPESC – Santa Catarina
FUNDECT – Mato Grosso do Sul
FAPERO – Rondônia
FAPT – Tocantins
Fundação Araucária – Paraná
FAPEPI – Piauí
FAPEMAT – Mato Grosso
FAPESPA – Amazônia
FAPESQ – Paraíba
FUNCAP – Ceará
FAPDF – Distrito Federal

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