CAPES lança edital do PDPG – Emergências climáticas

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Interessados no Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Emergências Climáticas têm mais um mês para submeter os projetos pelo sistema de inscrições da CAPES (Sicapes). As propostas podem ser apresentadas até 03 de maio. O Edital nº 15/2022, prevê um investimento de até R$4,2 milhões em, no máximo, 12 propostas. Os trabalhos devem oferecer soluções para as regiões atingidas por enchentes e deslizamentos ocorridos no País desde 2021.

O Programa contribui para a formação de pessoal qualificado, com linhas de pesquisas voltadas a assuntos como conservação da biodiversidade, políticas públicas preventivas e assistenciais, impactos sobre a organização social e a saúde pública, entre outros. Serão concedidas até 72 bolsas, sendo 36 de pós-doutorado, 24 de mestrado e 12 de doutorado.

O PDPG Emergências Climáticas é a primeira seleção do Programa Emergencial de Prevenção e Enfrentamento de Desastres Relacionados a Emergências Climáticas, Eventos Extremos e Acidentes Ambientais, criado em março deste ano. Com a iniciativa, a CAPES pretende promover a troca de conhecimento entre a academia e o poder público. A Fundação quer estimular o desenvolvimento de produtos, serviços, tecnologias, materiais didáticos e mecanismos que ajudem a solucionar problemas relacionados aos desastres.

A divulgação do resultado final está prevista para ocorrer a partir de 26 de julho.

Fonte: Redação – CCS/CAPES

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Tecnologias aumentam produção de cajá no Nordeste em até cinco vezes

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A produção de cajá (Spondias mombin L.), fruto também conhecido como taperebá, começa a ganhar força. No Piauí, um sistema de produção construído com um pacote tecnológico da Embrapa apresenta resultados animadores. Em um dos experimentos, em Teresina, a produção, em seis hectares, saltou de 3,4 toneladas em 2021 para 8,1 toneladas até o dia 21 de março deste ano. “Eu acredito que vamos colher entre 15 e 20 toneladas nesta safra”, prevê o produtor João José Neto, parceiro do projeto no sítio Tuturubá, na zona rural norte, a 26,7 quilômetros do centro da capital piauiense. A colheita de cajá no Norte e no Nordeste vai até maio.

Aumento de produção poderia abastercer a indústria de suco do Piauí
que hoje compra cajá de outros estados. Foto: Ronaldo Rosa

O sítio de JJ Neto, como é mais conhecido o engenheiro civil aposentado de 77 anos, começou o plantio de cajazeiras em 2013. A primeira colheita aconteceu em 2017, com uma produção de quase uma tonelada. Com as tecnologias da Embrapa sendo calibradas a partir de setembro de 2020, o otimismo tomou conta do produtor. “A decisão de plantar cajá veio por acaso, por sugestão de um ex-empregado. Agora, com a alta produtividade, o meu pensamento é transformar a propriedade em uma agroindústria, aproveitando também os cultivos de caju, acerola e manga,” revela José Neto. Já existe uma produção de polpa de cajá no local, elaborada de forma caseira, vendida a R$ 5,00 o pacote de 500 gramas e a R$ 8,00 a embalagem de um quilo.

A excelente performance produtiva, segundo o produtor, é atribuída à fertiirrigação aplicada no pomar. O trabalho executado pelo pesquisador Valdemício Ferreira de Sousa na área obedeceu os critérios técnicos com dosagens de nitrogênio, fósforo e potássio, via água de irrigação e com frequência de aplicação de 20 dias. “Cada experimento é composto por 108 plantas úteis de cajazeira plantadas no espaçamento de dez metros por dez metros, em uma área total de 3,20 hectares dos dois experimentos”, relata o pesquisador.

Telado garante a colheita

No município de Água Branca, a 97 quilômetros ao centro-norte de Teresina, outro parceiro do projeto também se destaca. O produtor e engenheiro-agrônomo Júlio César Lopes da Costa, de 44 anos, vem apoiando o trabalho produzindo clones de cajazeiras de qualidade superior e num experimento com telados. Neste, ele está conseguindo uma colheita de 100% da produção. “Sem as telas, a quebra na colheita era de 40%”, revelou.

Foto: Embrapa Meio-Norte

Outro dado animador do sítio Sambaíba, que fica a apenas três quilômetros do centro do município, é que o tempo de colheita é reduzido em pelo menos uma hora e trinta minutos em fileiras de 20 plantas. O telado no Sambaíba tem 4,5 metros de largura por 100 metros de comprimento entre as fileiras de plantas, suspenso e amarrado aos troncos das árvores. No Sul do Brasil, o uso de telas, cobrindo as plantas, é para proteger principalmente os parreirais da ação dos pássaros e das chuvas de granizo.

O histórico de produção de cajá de Costa é considerado muito bom. Também em seis hectares e trabalhando de forma empírica, ele registrou os números dos últimos quatro anos, a produção que em 2018 era de oito toneladas mais do que dobrou em 2021 alcançando 18 toneladas, e até o dia 21 de março de 2022 o produtor já tinha colhido 15 toneladas. Toda a produção é vendida a duas agroindústrias do município de Água Branca (PI), a R$ 1,70 o quilo.

A modelagem do sistema de produção de cajá está sendo feita por uma equipe de sete pesquisadores da Embrapa Meio-Norte (PI), com ações como a seleção de clones, manejo de irrigação na fase reprodutiva da cajazeira, identificação de pragas e doenças, definição da forma de colheita, avaliação da restrição radicular da planta, avaliação da desfolha na indução floral e estabelecimento de doses de nitrogênio, fósforo e potássio para a produção. Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), vinculada ao Governo do Estado, com orçamento de R$ 400 mil, o projeto segue até 2024, de acordo com o pesquisador Eugênio Emérito Araújo, que coordena os trabalhos.

Aumento gradual da produção até o oitavo ano

Foto: Fernando Sinimbu

Um estudo dos pesquisadores do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) José Severino de Lira Júnior e João Emmanuel Fernandes Bezerra e do pesquisador da Embrapa Ildo Eliezer Lederman, já aposentado, demonstrou que as cajazeiras enxertadas iniciam a produção a partir do quarto ano após o plantio. Segundo o trabalho, em condições favoráveis de cultivo, cada planta pode produzir cerca de 40 kg, totalizando aproximadamente 6,2 toneladas de frutos por hectare, adotando o espaçamento de oito metros por oito metros. De acordo com o estudo, nos anos posteriores a produção aumenta gradativamente, estabilizando-se a partir do oitavo ano.

Mais de 90% da matéria-prima vem de outros estados

Foto: Embrapa Meio-Norte

O mercado de polpa de frutas no Piauí acena com empolgação para o projeto. “Foi uma grande ideia, pois cerca de 90% do cajá demandado pelas indústrias de polpa de frutas vem de fora. É um produto de aceitação popular grande, mas que às vezes esbarra no valor”, comenta o agroindustrial Marcio Leonardo Ribeiro Teixeira, gerente da empresa Fruta Polpa, de Teresina.

Com uma produção maior, no entender dele, a melhor oferta de matéria-prima a indústria poderia melhorar a qualidade da polpa. A empresa processa hoje entre 620 a 650 toneladas de polpa por mês. Desse total, 13% são de polpa de cajá. A produção é vendida também para os estados do Maranhão, Ceará, Pará, Tocantins, Goiás e o Distrito Federal. Teixeira conta que a Polpa Fruta compra matéria-prima principalmente do Estado da Bahia. Em Teresina, o pacote de 500 gramas de polpa de cajá é vencido nos supermercados com preços que variam de R$ 5,40 a R$ 8,30. O Piauí tem hoje dez agroindústrias processando polpas de frutas.

Cajá é fonte de vitaminas

Foto: Ronaldo Rosa

Rica em sais minerais, como o fósforo, ferro e cálcio, a cajá é uma grande fonte de vitaminas A, B e C e de fibras, que aumentam a sensação de saciedade e têm poucas calorias. Além de o estado in natura, ela é também consumida como suco, sorvete, licores, vinho, geleia e na caipirinha.

A cajazeira (Spondias mombin L.) é originária da América Tropical. Tem folhas verdes e se adapta bem ao clima quente, alcançando uma altura de até 30 metros. O diâmetro do caule chega a 120 centímetros. “O ideal seria que a árvore alcançasse entre seis e oito metros de altura, o que facilitaria muito a colheita e os tratos culturais,” declara o pesquisador Eugênio Emérito Araújo. Por esse motivo, uma das ações do projeto é desenvolver cajazeiras de menor porte.

Araújo explica que o gênero Spondias, pertencente à família Anacardiaceae, possui 18 espécies distribuídas nos neotrópicos, Ásia e Oceania. No Nordeste brasileiro, segundo a literatura especializada, destacam-se as espécies: Spondias mombin L. (cajazeira), Spondias purpurea L. (cirigueleira), Spondias cytherea Sonn. (cajaraneira), Spondias tuberosa Arr. Câm. (umbuzeiro) e Spondias spp. (umbu-cajá e umbuguela).  “Todas elas são árvores frutíferas tropicais largamente exploradas, no extrativismo como a cajazeira e o umbuzeiro, em pomares domésticos e em plantios desorganizados conduzidos empiricamente como a cajaraneira, a cirigueleira, a umbu guela e o umbu-cajá. O pesquisador ressalta que essas espécies são plantas em domesticação que produzem frutos do tipo drupa de boa aparência, qualidade nutritiva, aroma e sabor agradáveis, ou seja, com bom potencial de comercialização.

Com destaque para a Bahia, que também usa a cajazeira no sombreamento das plantações de cacau, todos os estados nordestinos produzem cajá. A comercialização é feita em feiras livres, ao preço de R$ 3,00 o litro. Mas o fruto ganha espaço mesmo é na indústria de processamento de polpas. No Sudeste, São Paulo é um produtor de pequeno porte, como o Rio Grande do Sul. também produzem, mas em pequena escala. A colheita ainda é feita manualmente, com a coleta dos frutos maduros caídos. Não há registros oficiais de produção e nem de exportação de cajá in natura e seus derivados.

Fonte: Fernando Sinimbu/Embrapa Meio-Norte

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Fiocruz abre inscrições para a 2º edição do curso de Boas Práticas Clínicas

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) abre inscrições para a 2º edição do curso de Boas Práticas Clínicas. A formação, online e gratuita, foi revista, atualizada e já está disponível para acesso no Campus Virtual Fiocruz. O objetivo da chamada é apresentar melhores padrões para a condução de projetos, assim como disseminar e fortalecer o respeito pleno aos direitos dos participantes de uma pesquisa. A primeira edição formou cerca de 9 mil participantes das quatro regiões brasileiras e de outros 22 diferentes países, incluindo Estados Unidos, Afeganistão, Peru, Espanha, entre outros. As inscrições poderão ser realizadas até o dia 30 de dezembro de 2022.

O curso deverá compartilhar com os alunos um arcabouço histórico-ético-regulatório da pesquisa clínica nacional, além de apresentar o papel de seus atores e manejo de eventos adversos. O curso está organizado em sete módulos independentes e que abordam conteúdos essenciais para as boas práticas clínicas. Estratégias de exemplificação de casos e problematização de situações pertinentes às atividades cotidianas são exploradas na formação de modo a conduzir o participante à reflexão crítica sobre o tema.

A primeira edição do curso de formação foi realizada de forma presencial, e nesta segunda edição, será oferecida na modalidade à distância, alcançando, assim, uma quantidade maior de participantes. O curso, com total de 40h de carga horária, também contará com módulo de avaliação. Esta formação certifica em Boas Prática Clínicas (BPC) profissionais envolvidos em pesquisa clínica, independentemente do nível de escolaridade e formação profissional. Dessa forma, o curso serve não apenas na capacitação desses profissionais, como também em uma fonte de consulta na área. Vale ressaltar que os módulos são independentes entre si, não sequenciais, sendo permitido que o aluno realize sua trajetória de maneira particular, a partir de suas necessidades. O curso emite certificado de participação. No entanto, é necessário obter, no mínimo, 70% de acertos na avaliação final.

Conheça a estrutura do curso de Boas Práticas Clínicas:

  • Introdução e Glossário;
  • Histórico e Diretrizes Éticas Nacionais;
  • Regulamentação Brasileira para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos: Contexto e Evolução;
  • Fuxo Ético-Regulatório daPesquisa Clínica no Brasil;
  • Pesquisador e Patrocinador, Papéis, Responsabilidades e Documentos Essenciais
  • Participantes de Pesquisa
  • Evento Adverso Grave

Fonte: Ascom/Fiocruz

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FAPEPI realiza Seminário de Boas Práticas de CT&I do Nordeste

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  • Post last modified:23 de março de 2022
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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) participou do Seminário de Boas Práticas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Nordeste, na sexta-feira passada (18), das 08 às 13 horas, através de videoconferência. O órgão teve como representantes os professores Ciro Sá e Rizalva Cardoso, da Diretoria de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (DDCT). A participação da FAPEPI se deu através da apresentação de dados sobre os avanços da instituição em fomento à ciência.


A FAPEPI também apresentou seu trabalho no incentivo à tecnologia e inovação no Estado do Piauí, junto a representantes das fundações de amparo à pesquisa, que compõem o Consórcio Nordeste. Foram apresentados além do mapa estratégico da FAPEPI, os programas, problemas, atores centrais e resultados dos editais vigentes e finalizados, como Inova Piauí, Centelha, Tecnova, Peiex e outros, que estimulam a inovação no território piauiense.
Após a apresentação, a FAPEPI recebeu elogios pela visão estratégica dos programas em focar, por exemplo, em políticas baseadas em evidências e gestão por resultados. Os representantes dos Estados trocaram experiências, discutiram melhorias e tiveram como desfecho elaborar relatório final com avanços, sugestões de melhoria e prospecções de trabalhos conjuntos para fortalecimento do Estados e do Nordeste.

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CNPq e MCTI lançam a 5ª chamada do BRICS-STI

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  • Post last modified:22 de março de 2022
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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançaram a 5ª Chamada BRICS-ST, com o objetivo de apoiar projetos conjuntos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País, no âmbito da cooperação CNPq/BRICS-STI.  O prazo de submissão vai até o dia 26 de abril de 2022.

Somente deverá participar desta chamada o coordenador que teve a sua proposta aprovada na primeira fase (etapa internacional) que compreendeu a análise internacional pela Secretaria Geral do BRICS-STI, qualificando-o a participar da segunda fase (etapa nacional), objeto da presente chamada.

Os projetos de pesquisa podem ser nas seguintes áreas temáticas:

  • Eventos astronômicos transitórios e ciência Deep Survey;
  • Resistência aos antimicrobianos: tecnologias para diagnóstico e tratamento;
  • Simulação e análise de big data para medicina de precisão avançada e saúde pública;
  • Computação de alto desempenho (HPC) e BigData para sustentabilidade; Desenvolvimento:
  • Resolução de problemas ecológicos, climáticos e de poluição em larga escala;
  • Inovação e empreendedorismo em fotônica, nanofotônica e metamateriais abordando questões de biomedicina, agricultura, indústria alimentícia e coleta de energia;
  • Ciência de materiais e nanotecnologia para lidar com o meio ambiente, mudanças climáticas, questões agrícolas, alimentares e energéticas;
  • Energia renovável, incluindo integração com rede inteligente;
  • Ciência e tecnologia oceânica e polar;
  • Tecnologia de tratamento de água;
  • Pesquisa em aeronáutica e aeroespacial.

As propostas deverão ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, utilizando-se o Formulário de Propostas online, disponível na Plataforma Carlos Chagas.

Para informações completas da Chamada, acesse aqui.

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FAPEPI disponibiliza para bolsistas o Informe de rendimento – IRPF 2022 para declaração de renda

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  • Post last modified:21 de março de 2022
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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) comunica que os informes de rendimento dos bolsistas estão disponíveis no site da FAPEPI e podem ser acessados no link disponível, através do CPF de cada bolsista. O envio da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2022 começou no dia 7 de março e vai até 29 de abril. Para quem perder o prazo, a multa de atraso das declarações será de 1% a 20% sobre o imposto devido, tendo o valor mínimo de R$ 165,74.

A estimativa da Receita Federal é de que 31,7 milhões de contribuintes enviem a declaração neste ano. A declaração é obrigatória para as pessoas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2021. Para atividade rural, a obrigatoriedade é para quem teve receita bruta superior a R$ 142.798,50 no ano passado. Também devem fazer a declaração, os contribuintes com rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, de mais de R$ 40 mil; aqueles com patrimônio de mais de R$ 300 mil e os que tiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fizeram operações na bolsa de valores, incluindo os dependentes.

Independente da renda, a declaração é obrigatória ainda para quem passou a residir no Brasil no ano passado e para quem vendeu imóveis residenciais e comprou outro até 180 dias depois da venda.

A conta para acesso ao gov.br para realizar a declaração de renda pode ser criada aqui.

Fontes: Governo Federal e Agência Brasil

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CAPES abre edital para bolsas de doutorado-sanduíche no exterior

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  • Post last modified:17 de fevereiro de 2022
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A CAPES publicou o edital nº 10/2022 do Programa Institucional de Doutorado-Sanduíche no Exterior (PDSE). O processo de seleção interno dos doutorandos vai até 31 de março. O investimento previsto pela CAPES é de até R$81,8 milhões para financiamento de até 1.400 bolsas. Os benefícios durarão de seis a dez meses.

O PDSE tem por objetivo complementar e aumentar as possibilidades de formação ofertadas no Brasil, ampliando a colaboração com cientistas do exterior, além de contribuir para expandir a visibilidade da produção científica da comunidade acadêmica do País e fortalecer os programas de pós-graduação brasileiros.

Para participar do PDSE, o candidato deverá estar matriculado em curso de doutorado no Brasil, não possuir título de doutor, ter sido aprovado no exame de qualificação ou ter cursado o primeiro ano do doutorado, comprovar proficiência em língua estrangeira e não acumular a bolsa com benefícios para a mesma finalidade de outras agências de fomento. Após a finalização dos estudos no exterior, o bolsista deve retornar ao País para a defesa da tese. Os programas de pós-graduação participantes do Programa Institucional de Internacionalização (PrInt) não poderão indicar bolsistas para o PDSE.

Os selecionados pelas instituições deverão se inscrever no link ‘Inscrição Online’ da página do Programa, de 4 abril até as 17h de 25 de abril. As dúvidas em relação ao edital ou dificuldades técnicas deverão ser enviadas para o e-mail pdse@capes.gov.br em até dois dias antes do final das inscrições.

As pró-reitorias de pós-graduação (ou equivalentes) terão de 2  a 13 de maio, até as 17h, para homologar as candidaturas. Estas serão analisadas pela CAPES, que publicará uma relação preliminar de aprovados a partir de 22 junho. Os candidatos não selecionados terão 10 dias corridos após a comunicação da Fundação para recorrer junto à Coordenação de Candidaturas a Bolsas e Auxílios no Exterior.

O resultado final será publicado a partir do dia 11 de julho e o início das atividades no exterior se dará entre setembro e novembro desse ano.

Fonte: CCS/CAPES

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CONFAP lança chamada Conjunta Multitemática EU-LAC 2022

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  • Post last modified:31 de janeiro de 2022
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O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Grupo de Interesse EU-LAC – formado por agências de fomento da Europa, América Latina & Caribe para a Cooperação Birregional em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) – anunciam o lançamento da 4ª Chamada Conjunta Multitemática EU-LAC 2022. O lançamento da chamada foi realizado no dia 24 de janeiro de 2022, e o prazo para submissão de propostas será até o dia 28 de abril de 2022.

A chamada, destinada a projetos colaborativos de Pesquisa & Inovação com foco no compartilhamento de Infraestruturas de Pesquisa de larga escala, abrange seis temas principais em quatro eixos prioritários (Desafios Globais, Saúde, Biodiversidade e Energia):

  • Desafios Globais 

1 – Interações e integração entre ciências climáticas e ciências sociais;

2 –  Infraestruturas digitais de pesquisa (multidisciplinar);

  • Saúde

3 – Medicina Personalizada;

4 – Centros Regionais EU-LAC: integrando infraestruturas de pesquisa para Saúde;

  • Biodiversidade 

5 – Biodiversidade e Infraestruturas de Pesquisa para Serviços Ecossistêmicos;

  • Energia

6 – Interoperabilidade de Dados e Infraestruturas de Pesquisa.

Fomento

Participam desta Chamada Conjunta 15 entidades, de sete países da Europa (Áustria, Alemanha, Itália, Polônia, Portugal, Espanha e Turquia), e seis países da América Latina & Caribe (Bolívia, Brasil, República Dominicana, Panamá, Peru e Uruguai). No Brasil, participam o CNPq e o CONFAP, por meio das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs).

Os projetos colaborativos aprovados serão financiados por até 3 anos. O orçamento disponível para a chamada deve ser consultado diretamente com cada agência de fomento participante. As Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) que ainda não estão na lista de partícipes ainda podem aderir à Chamada.

Elegibilidade

Os candidatos brasileiros devem consultar as regras específicas de elegibilidade e modalidades de participação via Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no link, ou via Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) que aderiram à chamada, no link.

Clique aqui e acesse a íntegra da 4ª Chamada Conjunta Multitemática EU-LAC 2022.

Clique aqui e acesse o Guia para Candidatos. 

Clique aqui e acesse a plataforma de matchmaking da ENRICH in LAC.

Esclarecimentos e questões gerais e técnicas sobre a chamada serão realizadas pelo Ponto de Contato Nacional do CONFAP: Elisa Natola (elisa.confap@gmail.com).

Fonte: Ascom – CONFAP

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Edital de Apoio à Editoração e Publicação de periódicos vai até dia 22 de dezembro

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  • Post last modified:11 de janeiro de 2022
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Com o objetivo de apoiar a consolidação e a qualificação dos periódicos científicos vinculados às instituições sediadas no estado do Piauí, a FAPEPI mantem aberto até o dia 22 de dezembro o edital de número 008/2021.

Os periódicos devem estar enquadrados no sistema Qualis Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A chamada ainda contempla periódicos novos indexados, com, pelo menos, dois números publicados de forma regular até a data da inscrição

O edital é parte do Programa de Apoio à Participação e Realização de Eventos Científicos, de Divulgação Científica e Tecnológica (PAP-Divulgação Científica). O objetivo do programa é promover a produção de conhecimentos, transferência tecnológica e a inovação em prol do desenvolvimento do estado do Piauí.

Estão habilitados os periódicos promovidos por Instituições de Ensino Superior Públicas (IES), Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs) e Entidades Científicas de natureza pública e privadas sem fins lucrativo, sediadas no Piauí, de acordo com as regras do Edital.

Confira o edital.

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UESPI realiza Simpósio de Produção e Seminário de Iniciação Científica

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  • Post last modified:1 de dezembro de 2021
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O XXI Simpósio de Produção Científica e o XX Seminário de Iniciação Científica (SPC & SIC 2021) da Universidade Estadual do Piauí começa na próxima quarta-feira (01). Serão três dias de evento com programação virtual: palestras, mesas redondas, apresentação de vídeo-pôster e premiação. Neste ano, mais de 700 pessoas realizaram a inscrição.

O SPC & SIC tem como objetivo divulgar as pesquisas científicas desenvolvidas na UESPI através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI); bem como dar visibilidade a outros projetos que são produzidos na instituição.

Programação completa

Dia 01|12 

9h – Solenidade de abertura: XXI Simpósio de Produção Científica e XX Seminário de Iniciação Científica (Transmissão: canal da UESPI no YouTube).

9h30 às 10h30 – Palestra – Investimentos em Ciência e Tecnologia no cenário pandêmico: desafios e perspectivas (Transmissão: canal da UESPI no YouTube).

14h às 16h – Sessões assíncronas de vídeo-pôsteres (Salas do Google Classroom).

16h às 18h – Mesa Redonda: O potencial e os impactos da pesquisa para a UESPI e para a sociedade (Transmissão: canal da UESPI no YouTube).

Dia 02|12  

9h – Palestra: Propriedade Industrial com ênfase em Patentes (Transmissão: canal da UESPI no YouTube).

10h30 às 12h – Videoconferências (Salas do Google meet).

14h às 16h – Sessões assíncronas de vídeo-pôsteres (Salas do Google Classroom).

16h às 18h – Mesa Redonda – A Iniciação científica e a Pandemia: múltiplos olhares (Transmissão: canal da UESPI no YouTube).

Dia 03|12 

9h às 10h30 – Palestra- Planejamento in silico de moléculas bioativas para inibir o SARS-CoV-2 (Transmissão: canal da UESPI no YouTube).

10h30 às 12h – Palestra – Tecnologia e Saúde: impactos e inovação em sistemas inteligentes (Transmissão: canal da UESPI no YouTube).

14h às 16h – Videoconferências (Salas do Google meet).

16h às 18h – Palestra de encerramento: Os desafios do Piauí no desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia (Transmissão: canal da UESPI no YouTube).

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