Prorrogado o prazo da chamada ERC-CONFAP-CNPq-2022 até janeiro de 2023

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O Conselho Nacional de Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), prorroga o prazo para submissão de propostas da chamada ERC-CONFAP-CNPq 2022. O prazo inicial para as submissões de propostas era até esta quinta-feira (15) foi alterado para o dia 12 de janeiro de 2022.

A chamada é lançada no âmbito do Acordo de Implementação (Implementing Arrangement) assinado entre a Comissão Europeia e o CONFAP, em outubro de 2016, e inclui o CNPq por meio do Arranjo Administrativo (Administrative Arrangement) assinado entre as instituições, em novembro de 2021.

Pesquisadores do Brasil com título de doutorado e ativos poderão participar de projetos multidisciplinares na fronteira do conhecimento, fomentados pelo Conselho Europeu de Pesquisa, em países que fazem parte da União Europeia ou associados.

Modalidades de apoio

As Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) participantes da chamada, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), ou o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) irão cobrir as despesas de viagem dos pesquisadores;

Os projetos fomentados pelo ERC poderão cobrir outros custos, como diárias e/ou outros custos diretamente ligados à implementação do projeto coordenado pelo ERC Grantee (Coordenador do projeto financiado pelo ERC).

As propostas aprovadas poderão ser realizadas em um período contínuo ou dividido em visitas curtas. Os pesquisadores continuarão a receber seus salários e/ou bolsas de acordo com os termos e condições de suas instituições no Brasil.

Para saber mais acesse o edital da chamada.

Para mais informações acesse a página do CONFAP.

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Estudo destaca diversidade de estruturas de flores no Piauí

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  • Última modificação do post:13 de dezembro de 2022
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O conjunto da fauna e da flora do Piauí é considerado muito diverso devido à localização do estado, que é influenciado pelos domínios florísticos do bioma amazônico, do cerrado e da caatinga. Aqui se destacam a caatinga e o cerrado do Nordeste, além de muitas regiões de transição. Essa diversidade resulta em uma paisagem composta por mosaicos de tipos vegetacionais e grande riqueza florística. Esta variedade implica em um grande potencial para pesquisas e desenvolvimento científico e tecnológico.

Dentre as diversas famílias de plantas que ocorrem no Piauí, a Leguminosae é a mais predominante em estudos. Trata-se de uma família de plantas com flor, com grande distribuição mundial, que inclui as espécies vulgarmente conhecidas por leguminosas, entre as quais predominam algumas das plantas cultivadas com maior importância econômica no mundo. Além disso, a maioria das espécies nativas utilizadas pela população piauiense para fins medicinais são leguminosas. Exemplos são a fava-d’anta, o sabiá, e o amargoso.

A flora do Piauí representa uma oportunidade promissora para o estudo das estruturas das espécies de leguminosas, principalmente se considerarmos que muitos autores concordam acerca da falta de conhecimento sobre a flora do nordeste, especialmente do Piauí. Nesse contexto, está em andamento o trabalho de pesquisa intitulado “Diversidade de estruturas secretoras florais em espécies de Leguminosae do Piauí”, que é coordenado pela professora Dra. Thais Cury de Barros, docente do departamento de Biologia na Universidade Federal do Piauí. O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI) através do Edital Programa de Infra-Estrutura para Jovens Pesquisadores – Programa Primeiros Projetos (PPP), em parceria com o CNPq.

A equipe desse projeto é multidisciplinar, sendo composta pela professora Simone de Pádua Teixeira, anatomista da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP de Ribeirão Preto, professora Gardene Maria de Sousa, taxonomista da Universidade Federal do Piauí, professor Leonardo Maurici Borges, taxonomista da família leguminosae na Universidade Federal de São Carlos, professora Juliana Villela Paulino, anatomista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de alunos de graduação.

Em entrevista, a pesquisadora responsável pelo projeto relata que neste trabalho a equipe procura investigar a ocorrência de glândulas ou estruturas secretoras florais, buscando essas estruturas nas flores em espécies de leguminosas do Piauí. Assim, o primeiro passo foi selecionar 20 espécies que representam vários grupos da família Leguminosae e coletar as espécies no campo. O principal ponto de coleta foi o Parque Nacional de Sete Cidades.

As flores das plantas coletadas são então colocadas em frascos com uma solução chamada fixador, que preserva o material para estudos anatômicos futuros. No laboratório, essas amostras são processadas para a confecção de lâminas histológicas, que são lâminas com amostras de tecidos que podem ser estudadas no microscópio. As lâminas são então coradas, estudadas e interpretadas e, como resultado, é feita a caracterização anatômica de uma determinada espécie com suas respectivas estruturas secretoras. A partir desses resultados, obtidos na forma de imagens feitas no computador, se inicia então a parte interpretativa. O estudo dessa parte das plantas é essencial para diversas finalidades.

As estruturas secretoras ou as glândulas são muito importantes para a indústria farmacêutica e cosmética, já que é a partir destas estruturas que é produzida a maior parte dos princípios ativos que são utilizados em medicamentos fitoterápicos e cosméticos. O óleo essencial do alecrim, borracha da seringueira ou nas fragrâncias florais que estão contidas na perfumaria, por exemplo, são produzidas nestas pequenas estruturas das plantas.

As estruturas secretoras são muito diversas nas plantas, desde o formato até a natureza química do composto que é produzido. Por isso, o primeiro passo para que se possa entender essa diversidade, é obter a localização e a caracterização dessas estruturas na planta. “Nós sabemos que a flora do Piauí é muito rica e apresenta muitos tipos de formações vegetais e por isso é esperado que exista uma grande diversidade dessas estruturas nas plantas”, relatou a coordenadora do projeto.

A pesquisa sobre a temática apresenta desafios, como coloca a professora. “Assim, como toda área de pesquisa existem dificuldades, no escopo deste trabalho, o primeiro desafio é localizar e reconhecer as espécies de interesse no campo com ajuda de especialistas. Vale ressaltar que encontrar as espécies no seu período de floração é difícil, as plantas geralmente não estão floridas o tempo inteiro e encontrar a flor de  todas essas espécies não é fácil. No laboratório há também dificuldades que são parte do protocolo padrão, mas como as plantas possuem tecidos diferentes com texturas diferentes, os protocolos às vezes precisam ser adaptados para cada espécie. Então, os tempos de inclusão dos materiais varia para cada espécie, isso também faz com que esse trabalho seja vagaroso no laboratório. Não são resultados que são obtidos em poucos dias. São resultados que são obtidos durante meses”, relatou Thaís Cury.

A professora Thaís relata que a flora do Piauí é muito rica, porém, ainda pouco explorada a níveis mais profundos. “Então, essa pesquisa busca encontrar resultados inéditos sobre estruturas secretoras que ainda não estão descritas na literatura para essa família de plantas, e isso vai nos ajudar a compreender melhor as estratégias adaptativas dessas plantas em relação ao ambiente no Piauí”, conta a professora.

A diversidade dessas estruturas também irá ajudar a compreender melhor a relação entre os grupos de plantas e também sobre a evolução dessas próprias estruturas secretoras nas mesmas. Os resultados obtidos nessa pesquisa também irão servir como subsídio para futuros trabalhos sobre plantas medicinais. “Esse é o primeiro passo para nós localizarmos possíveis plantas que possam ter um interesse farmacêutico ou cosmético entre a diversa flora do Piauí ”, finaliza.

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FAPEPI participa de Fórum Nacional CONSECTI & CONFAP

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Acontece até amanhã o Fórum Nacional CONSECTI & CONFAP em 2022. O evento é realizado em Campo Grande (MS), entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro. O evento conta com a presença de presidentes e representantes das 27 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), Secretários Estaduais de CT&I, representantes de agências federais e internacionais de fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação, além da comunidade acadêmica e científica da região.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) teve como representantes: o Presidente da FAPEPI, Antonio Cardoso do Amaral; a Diretora Técnico-Científica (DTC), Nayana Pinheiro Machado de Freitas Coelho; e o Ciro Gonçalves e Sá, Diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, (DDCT).

Realização

Esta edição do Fórum é uma realização do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (CONSECTI) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), em parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (SEMAGRO).

Acesse a programação do evento.

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FAPEPI apoia o XVIII Seminário Nacional de Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral

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  • Última modificação do post:29 de novembro de 2022
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Entre os dias 30 de novembro e 03 de dezembro acontece a 18º edição do Seminário Nacional de Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral. No evento também ocorrerá o 15º encontro do comitê Temático RedeAPLmineral.

O seminário será realizado no auditório do IFPI Teresina de forma híbrida e gratuita. O tema desse ano será “Planejamento e Gestão para Estruturação e Sustentabilidade dos APL de Base Mineral”. Na edição de 2022, serão ofertados minicursos e visitas técnicas aos APls de Base mineral do Estado do Piauí. Apls são aglomerações de empresas e empreendimentos que apresentam especializações produtivas.

O objetivo do evento é disseminar e estimular práticas favoráveis de gestão e inovação, além e divulgar as potencialidades da mineração e da transformação mineral. Acontecerá ainda uma cerimônia de entrega do Prêmio Melhores Práticas em APL de base Mineral. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) é apoiadora ouro do evento.

Para se inscrever, clique aqui.

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FAPEPI lança edital de amparo à extensão em Seminário Integrado da UFPI

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  • Última modificação do post:6 de dezembro de 2022
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Nesta terça-feira (29) foi realizada a Solenidade de Abertura do XII Seminário de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Piauí (UFPI). A abertura do eventou contou com a presença do Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), Antonio Cardoso do Amaral, da Coordenadora-Geral do Seminário Integrado da UFPI (SIUFPI) e Pró-Reitora de Extensão e Cultura, professora Dr.ª Deborah Dettmam Matos, além de outras autoridades que estavam presentes no local.

Na abertura do evento foi realizado o lançamento do primeiro edital de fomento à extensão da FAPEPI. O edital, bem como seus anexos, podem ser acessados clicando aqui. O presidente da instituição falou sobre a importância do programa para o desenvolvimento do Estado.

“Nós estamos aqui no Seminário Integrado da Universidade Federal do Piauí, um conjunto de seminários, especialmente, hoje o seminário de Extensão e Cultura. Estou aqui com a professora Deborah, porque hoje é um dia muito especial para todos nós. Ela é responsável em articular uma importante demanda desse setor. Em conjunto com os pró-reitores de extensão dos demais institutos de pesquisa e extensão como: a Universidade Estadual do Piauí [UESPI]; o Instituto Federal do Piauí [IFPI], e também a Universidade Federal do Delta do Parnaíba [UFDPar], que vieram até a Fundação de Amparo à Pesquisa, a FAPEPI, e motivaram sobre a demanda no Estado em lançar um edital de apoio à extensão”, ressalta o presidente da FAPEPI.

O edital objetiva a redução das desigualdades ou vulnerabilidades sociais , promovendo o desenvolvimento socioeconômico e ambiental nas diferentes microrregiões do Piauí. A promoção da formação de recursos humanos em projetos extensionistas desenvolvidos em ambientes sociais e produtivos. Além de estimular a interação da comunidade acadêmica com a sociedade por meio da identificação e diagnóstico de demandas locais. Também visa promover a integração entre ações de extensão e pesquisa, além de estimular atividades de extensão tecnológica e de inovação. As inscrições iniciam no dia 1º de dezembro de 2022 até o dia 30 de janeiro de 2023 e poderá ser realizada através da Plataforma SigFAPEPI.

“Esse é um momento histórico. Nós estamos na abertura do XII Seminário de Extensão e Cultura da Univerisdade Federal do Piauí, e temos o privilégio de convidar os professores e estudantes extensionistas do Estado do Piauí a submeterem propostas para o edital da FAPEPI. Esse edital é histórico e prevê R$ 720 mil, selecionando 24 propostas de R$ 30 mil para auxiliar o trabalho em todas as regiões do Estado que queiram desenvolver políticas de extensão”, destaca a pró-reitora de extensão.

A professora Deborah Mattos, convida a todos para participarem do evento que ocorrerá também pela tarde, com palestras, minicursos, oficinas, etc.

“Nós fazemos o convite para que as pessoas interessadas possam acessar o site da FAPEPI, o site da Universidade Federal do Piauí, por meio da pró-reitoria de extensão e cultura, que queiram submeter propostas para auxiliar o fomento da política de extensão no Estado. Muito obrigada, fica esse convite para que as pessoas participem desse evento, e na parte da tarde continuaremos com novos minicursos e atividades de extensão”, finaliza.

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Últimos dias para inscrição na Chamada Pública ERC-CONFAP-CNPQ 2022

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  • Última modificação do post:22 de novembro de 2022
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O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) convidam pesquisadores do Brasil a buscar colaborações de pesquisa com pesquisadores doutores já apoiados por subsídios do Conselho Europeu de Pesquisa (ERC) financiados pela UE. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), receberá as propostas das candidaturas elegíveis no estado do Piauí, e apoiará com suporte financeiro para a viagem de intercâmbio do pesquisador. O prazo máximo para submissão de propostas será até dia 15 de dezembro de 2022.

A chamada é lançada a partir dos acordos de implementação estabelecidos entre a Comissão Europeia e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) para fornecer oportunidades de pesquisa na Europa para pesquisadores brasileiros, assinado em 13 de outubro de 2016. A chamada também é resguardada pelo Acordo Administrativo entre a Comissão Europeia, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), referentes aos mecanismos de apoio à cooperação UE-Brasil em atividades de pesquisa e inovação, assinados em 19 de novembro de 2021. 

Os pesquisadores elegíveis do Brasil

Podem submeter propostas os pesquisadores ativos no Brasil, detentores de título de doutorado, que estejam implementando atividades de pesquisa dentro de universidades, institutos ou centros de pesquisa brasileiros.

Os projetos financiados pelo ERC, buscando acolher os pesquisadores brasileiros, cobrem uma vasta gama de áreas científicas e foram selecionados pela Comissão Europeia e pelo ERC, nos seguintes painéis de avaliação:

  • Biologia Molecular e Estrutural e Bioquímica
  • Genética, Genômica, Bioinformática e Biologia de
  • Sistemas
  • Biologia Celular e do Desenvolvimento
  • Fisiologia, Fisiopatologia e Endocrinologia
  • Neurociências e Distúrbios neurais
  • Imunidade e Infecção
  • Ferramentas Diagnósticas, Terapias e Saúde Pública
  • Biologia Evolutiva, Populacional e Ambiental
  • Ciências da vida aplicadas e biotecnologia não médica
  • Matemática
  • Constituintes Fundamentais da Matéria
  • Física de matéria condensada
  • Ciências Químicas Físicas e Analíticas
  • Química Sintética e Materiais
  • Ciência da Computação e Informática
  • Engenharia de Sistemas e Comunicação
  • Engenharia de Produtos e Processos
  • Ciências do Universo
  • Ciência do Sistema Terrestre
  • Mercados, Indivíduos e Instituições
  • Instituições, Valores, Crenças e Comportamento
  • Meio Ambiente, Espaço e População
  • A mente humana e sua complexidade
  • Culturas e Produção Cultural
  • O estudo do passado humano
  • Sinergia

Os pesquisadores elegíveis deverão acessar o portal on-line, disponível no link, para realizar as inscrições e envio dos documentos exigidos no edital. 

Para mais informações, assistência e suporte entre em contato através do e-mail disponível.

Mais informações sobre “equipes do ERC abertas ao mundo” acesse o link disponível.

Fonte: CONFAP

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UAPI incentiva piauienses a gerenciar seu próprio negócio

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  • Última modificação do post:22 de novembro de 2022
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“Estamos concluindo agora a graduação de Bacharelado em Administração pela UAPI e isso tem feito a diferença no meu negócio. Eu tenho uma empresa de prestação de serviços e o curso me ajudou muito”, disse Kátia Brito, do polo de Vila Nova do Piauí, distante 377 km da capital. Ela e mais de 500 estudantes estão aptos e em processo de conclusão da graduação ofertada pela Universidade Aberta do Piauí (UAPI). A solenidade de formatura tem previsão de acontecer no mês de dezembro em um formato híbrido para fechar o primeiro ciclo da ação, que integra o processo de universalização do ensino superior do estado.  

Kátia explica que conhecer a universidade à distância deu a oportunidade dela se capacitar sem precisar sair do seu município. A facilidade e a descentralização do ensino superior no estado têm dado oportunidade aos cidadãos de se capacitarem e terem conhecimentos para gerenciar suas pequenas empresas.

“Eu conheci a UAPI através de uma rede de comunicação e de um primo meu, que já tinha feito uma graduação na UESPI. Ele me falou que tinha aberto o vestibular e fez minha inscrição para a UAPI. Eu passei no vestibular e agora estou bem perto de concluir a graduação. A minha experiência com a UAPI foi maravilhosa”, disse a futura administradora.  

Ela conta que já tinha um negócio no ramo de prestação de serviços gerais e mão de obra e os conhecimentos adquiridos durante o curso ajudaram a melhorar a forma de gerir seu negócio “principalmente na parte financeira”. Além disso, ela aprendeu mais sobre as particularidades do empreendedorismo e o melhor de tudo foi não precisar sair da sua cidade para obter esse conhecimento.  

A Superintendente de Ensino Superior (SUPES) da Seduc, Lourdes Lopes, explica que a meta do estado é justamente a de ofertar não apenas um curso superior, mas uma graduação que oferecesse condições do cidadão promover o desenvolvimento local.  

“O foco do empreendedorismo é o pilar principal desse curso. A união de esforços entre as instituições envolvidas ajuda a promover um estado mais forte e com pessoas capazes de ter um protagonismo não só em suas vidas, mas na localidade onde moram. Muitos deles têm seu negócio próprio e outros estão tendo essa vontade de empreender a partir dessa visão que o curso tem dado”, explicou a superintendente.  

OFERTA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DA UAPI

A parceria entre Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) tem o objetivo de universalizar o Ensino Superior em todo o Piauí e promover qualidade por meio da educação à distância, um dos eixos do PRO Piauí Educação. A UAPI iniciou ainda em 2017 com a primeira etapa e a abertura de 60 polos; em 2018, a segunda etapa com mais 60 polos; e a terceira etapa mais 63 polos totalizando 183 cidades piauienses.  

Atualmente é ofertado o curso de Administração, mas o Governo do Estado já estuda a ampliação e a possibilidade de oferta de novos cursos com Projeto de Lei 39/2020 que cria o Programa Universidade Aberta do Piauí (UAPI). Tudo vem sendo acompanhado pela Superintendência de Ensino Superior da Seduc, que dá todo o suporte e gerência as ações, visando garantir informação e qualidade aos cidadãos que desejam ingressar no ensino superior sem precisar sair de suas cidades.

Fonte: Seduc/PI

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Estudantes UAPI 1ª etapa estão em fase de conclusão para formatura

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Na reta final para concluírem a graduação em Administração, os estudantes da primeira etapa da Unidade Aberta do Piauí (UAPI) já se preparam para a colação de grau, com previsão de acontecer em dezembro deste ano. A junção de vagas em instituições públicas coloca o Piauí em destaque na universalização do ensino superior e, somente com a UAPI, já são 183, dos 224 municípios, que ofertam a graduação com foco no empreendedorismo.  

Os perfis dos estudantes se misturam a muitas histórias de começos e recomeças na área profissional. De norte a sul do Piauí as histórias se cruzam com o propósito de promover não apenas o desenvolvimento social, mas o local. A estudante Vilamara Ferreira de Araújo, 41 anos, mora em Jardim do Mulato, 140 km da capital, mas estuda em Santo Antônio dos Milagres, poucos mais de 10 km de distância da cidade onde mora. Ela conta que o seu sorriso é marca registrada e ela levavá seu otimismo para os encontros das aulas presenciais da UAPI.  

“Sou assistente social e supervisora do programa Criança Feliz, do município de Jardim do Mulato. Trabalhei 20 anos em uma empresa, num minimercado aqui no nosso município mesmo onde eu fazia de tudo. Mas, a maior parte do que eu fazia nessa empresa era na parte administrativa. Eu fazia coleta de dados, de notas fiscais, emitia notas fiscais, eu fechava caixa e foi nessa parte administrativa que eu mais me identifiquei e eu gostava muito de fazer. Foi aí onde eu me identifiquei com a administração”, contou ela, explicando por que resolveu começar uma nova graduação na área.  

Além disso, a futura administradora conta que ficou sabendo da UAPI em 2017 através de uma amiga, que tratou de ajudar e providenciou sua inscrição. “Minha amiga Elizângela tomou de conta. Ela fez a minha inscrição e a dela. Eu separei os assuntos para estudar e estudei”, disse ela, falando que um dia antes das provas da UAPI o falecimento de uma tia quase fez com que ela perdesse a prova que, na ocasião, iria acontecer no município de Água Branca. “No dia velório eu virei a noite e alguém disse que iria descansar, pois teria uma prova para curso de Administração da UAPI e foi aí que lembrei que eu também faria a prova”. 

A Vilamara é só felicidade. Já na reta final, após 4 anos de um sonho em forma de conhecimento adquirido, a futura administradora agora possuirá duas graduações e pretende seguir a carreira através de concursos públicos, mas também tem a ideia de ter um negócio próprio. Um dos focos principais do curso de Administração da UAPI é justamente o empreendedorismo para promover o desenvolvimento local e fazer com que os cidadãos piauienses explorem as potencialidades locais.  

OFERTA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DA UAPI     

A parceria entre Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) tem o objetivo de universalizar o Ensino Superior em todo o Piauí e promover qualidade por meio da educação à distância, um dos eixos do PRO Piauí Educação. A UAPI iniciou ainda em 2017 com a primeira etapa e a abertura de 60 polos; em 2018, a segunda etapa com mais 60 polos; e a terceira etapa mais 63 polos totalizando 183 cidades piauienses.     

Atualmente é ofertado o curso de Administração, mas o Governo do Estado já estuda a ampliação e a possibilidade de oferta de novos cursos com Projeto de Lei 39/2020 que cria o Programa Universidade Aberta do Piauí (UAPI). Tudo vem sendo acompanhado pela Superintendência de Ensino Superior da Seduc, que dá todo o suporte e gerência as ações, visando garantir informação e qualidade aos cidadãos que desejam ingressar no ensino superior sem precisar sair de suas cidades.

Fonte: Seduc/PI

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Mestrado em Letras abre 590 vagas em todo o País

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  • Última modificação do post:22 de novembro de 2022
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Fonte: Reprodução Internet – CGCOM/CAPES

O Mestrado Profissional em Letras em Rede Nacional (ProfLetras) recebe inscrições de 14 de novembro a 15 de dezembro. São 590 vagas destinadas a professores de Língua Portuguesa em exercício no ensino fundamental da rede pública de todo o Brasil. O resultado final da seleção será divulgado a partir de 06 de março do próximo ano.

O exame nacional de acesso ao ProfLetras é executado pelo Núcleo Permanente de Concursos (Comperve) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), coordenadora nacional do Programa. Para concorrer, além de preencher os requisitos exigidos no edital e o formulário de inscrição,  disponível no site do Comperve, os interessados devem pagar uma taxa de R$150.

O ProfLetras conta com 49 instituições de ensino superior associadas e é uma das doze seleções autorizadas para a Chamada 2022/2023 do Programa de Mestrado Profissional para Professores da Educação Básica (ProEB) da CAPES.

ProEB
Para melhorar a qualidade do ensino nas escolas da educação básica pública brasileira, o ProEB promove a formação continuada de professores, no nível de pós-graduação stricto sensu. Além disso, oferece uma rede nacional para cursos promovidos por instituições de ensino superior públicas de tradição e valoriza as experiências adquiridas com a prática. Desse modo, aponta perspectivas de mudanças e respostas aos problemas do cotidiano da escola e da sociedade.

Fonte: Redação – CGCOM/CAPES

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Pesquisa apresenta vestígios paleontológicos em zonas metropolitanas de Teresina

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  • Última modificação do post:20 de janeiro de 2023
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Texto alterado em 20 de janeiro de 2023, às 12h49.

O Piauí atualmente conta com diversos estudos e pesquisadores no âmbito da Paleontologia, com destaque para aquelas realizadas por pesquisadores da UFPI, IFPI, UFPA, UFPE, UNICAMP e UFRGS, dentre outras instituições nacionais e internacionais.

A pesquisa realizada pelo Dr. Prof. Érico Rodrigues Gomes (IFPI Teresina Central), e financiada com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), através do Edital nº 002/2021, apontou vestígios paleontológicos no entorno de Teresina e sua região metropolitana, como José de Freitas, Nazária, Altos e União, por exemplo.

Floresta Fóssil de Teresina. Foto: Reprodução Internet

“Então, Teresina está cercada por um conjunto de sítios paleontológicos importantíssimos que registram a história da vida na Terra, entre 330 e 280 milhões de anos. Essas idades, respectivamente, representam as unidades geológicas formação Piauí (Carbonífero) e formação Pedra de Fogo (Permiano)”, destaca o professor.

De acordo com o professor os fósseis encontrados em Teresina são datados do Período Permiano, que corresponde ao último período da Era Paleozoica. Segundo os estudos realizados pelo geólogo e pesquisador Dr. Luiz Saturnino Andrade, em sua Tese de Doutorado pela Universidade Federal do Pará (2019) “a Formação Pedra de Fogo, de forma geral, representa um sistema lacustre [conjunto de lagos] de clima árido, endorreico [não tem saída para o mar], frequentemente afetado por regimes de tempestades e alimentado por riachos efêmeros [temporários]”. Eram grandes lagoas que existiram há 290 milhões de anos, onde hoje é o vale do rio Parnaíba, algo como um oásis num deserto, circundado por palmeiras e árvores.” O professor destaca que este ambiente ficou registrado nas rochas sedimentares no processo de formação das florestas fósseis.

“É fácil visualizar os lagos; se pesquisar na internet os lagos de desertos, a gente vê aqueles locais com palmeiras em volta, vegetação. Era algo similar só que 290 milhões de anos atrás. Esses oásis (as lagoas), eram circundadas por uma vegetação exuberante. Em regiões áridas demora chover, mas são eventos de chuvas torrenciais. Quando vem, aparece aquela tromba d’água. Então, inundava, alagava e algumas dessas árvores foram soterradas e depois houve um processo de fossilização, chamado de permineralização, onde há a substituição da matéria orgânica pela sílica. Assim, essas árvores e troncos foram então preservados até os dias atuais”, conta o professor.

Teresina está inserida na Bacia Sedimentar do Parnaíba, formada por um conjunto de rochas sedimentares com idade desde o Siluriano, que tem uma idade de aproximadamente de 460 milhões de anos”, destaca Érico.

De acordo com Mauro Sérgio Lima et al. (2015), no livro Métodos em Ecologia e Comportamento Animal, esse período corresponde ao “momento da história da Terra, onde se observa o surgimento e diversificação da maioria dos filos de animais, e é chamado de Fanerozóico (vida visível, em grego)”. Ele é segmentado em três Eras. A primeira Era é denominada de Paleozoica, e que por sua vez, responde pelo surgimento da maioria dos animais atuais. Esta Era Paleozoica, é dividida em seis períodos, compreendendo, assim, o período Siluriano, como o terceiro período da Era Paleozoica, o Carbonífero o quinto, e o Permiano o sexto.

“Esta unidade, em Teresina, é marcada pela presença de fósseis. Não só em Teresina, mas no entorno da capital também, como por exemplo, Altos, onde foi identificada a floresta fóssil, na zona rural. Aqui em Nazária foram identificados alguns antigos lagos com peixes. Em José de Freitas, foi identificado um antigo ambiente marinho raso, riquíssimo em organismos invertebrados marinhos como Bivalves e Gastrópodes”, acrescenta.

“Em Teresina, a despeito de ser cercada por importantes sítios paleontológicos de idade Permiana, como aqueles já conhecidos em Nazária, José de Freitas, Altos e União. Apresentam ainda maiores possibilidades da descoberta de novos indícios fósseis em regiões rurais, na medida que novas pesquisas sejam realizadas.

Presença de fósseis em Teresina. Foto: Reprodução Internet

Em Teresina, em particular, o professor destaca que há a presença de troncos fossilizados tanto na zona urbana como na zona rural. Ao norte de Teresina. E especialmente ao longo do vale do rio Poti, em uma ilha paleontológica próxima à região do zoobotânico. É possível visitar a floresta fóssil mais conhecida em nossa capital, e que está localizada em frente ao Teresina Shopping.

“Também há a presença de troncos na região do povoado Alegria, mais ao sul. Então ao longo do Vale do Rio Poti, é riquíssimo com ocorrência de muitos fósseis. Não só de troncos, mas também estromatólitos”, destaca Érico.

Perguntado sobre os problemas que envolvem esses locais, Érico relatou que um dos principais problemas é a degradação ambiental encontrada nesses sítios fossilíferos, e como que esses impactos ambientais interferem na preservação desse patrimônio natural paleontológico encontrado em nosso estado.

“Eu acho que o principal problema nesses sítios paleontológicos é o descaso. E o desconhecimento por parte da população, da sua importância ao contar uma parte da história da Terra, particularmente, desse pedaço de chão, o nosso estado do Piauí. Há um desconhecimento muito grande das pessoas. Por conta disso, o nosso projeto foi prorrogado por mais um ano, justamente para trabalhar a educação ambiental, a divulgação nas escolas, a divulgação com os pescadores e com banhistas, em locais onde tenham fósseis nas proximidades.

Instituições como a FAPEPI são importantes para que essas pesquisam possam ocorrer, e com o aporte necessário para o desenvolvimento dos estudos, seja possível preparar políticas públicas de preservação desses espaços. Esse é um compromisso que os próximos governos devem manter com o nosso estado.

“É um processo lento, e difícil, trabalhando com adultos e com crianças. Mas a gente vai conseguir, tenho certeza, através do apoio da FAPEPI nessas ações. Então, outro impacto ambiental, um dos principais, é a queimada. E muitas vezes os pescadores juntam os troncos ali para fazer aquela fogueira, e pela noite fazem o fogo para cozinhar o alimento, imagino, talvez, para cozinhar o peixe também. Então, ao tocar fogo e os fósseis sendo usados como apoio para as panelas, o tronco fóssil se fragmenta todo. É uma perda irreversível. Algo que está preservado há mais de 290 milhões de anos, é destruído em segundos”, desabafa Érico.

“A gente precisa educar esses pescadores, para que ao fazerem essas fogueiras, eles precisam conhecer o que é um tronco fóssil para poder identificar e evitar esse tipo de ação danosa ao patrimônio. E claro, estamos falando de leito de rios, riacho São Vicente, rio Poti, todo o impacto ambiental que envolvem esses rios: falta de saneamento; esgoto; desmatamento em suas margens, são impactos que, de certa forma, também atingem esse patrimônio natural paleontológico que é encontrado no seu leito e em suas margens”, destaca.

O turismo local e cooperação científica também são prejudicados com o descaso ocasionado pelo desconhecimento desses fósseis, e o descaso com a preservação desses espaços é preocupante. Há possibilidade de construirmos um roteiro científico, de turismo paleontológico envolvendo Teresina e as cidades do entorno. Temos o mais difícil, a presença desse rico patrimônio natural.

“Como vou levar um turista ou pesquisador a estes locais? Já aconteceu várias vezes, estava acompanhado de pesquisadores de fora que foram conhecer, visitar. Estão abandonados, estão com todo tipo de resíduos. Água contaminada, falta de saneamento, etc. Isso prejudica nossa cidade, prejudica nosso estado, e mostra um descaso com a questão ambiental que nós vivemos, infelizmente. Mas há uma política de saneamento básico em curso na nossa cidade, no nosso estado. Há um projeto de um museu no espaço da Floresta Fóssil do rio Poti, então tem sempre esperança que as coisas melhorem e que vai melhorar”, finaliza.

Continue lendoPesquisa apresenta vestígios paleontológicos em zonas metropolitanas de Teresina