FAPEPI divulga resultado da 2ª fase do CENTELHA II PIAUÍ

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), divulga nesta terça-feira (11) o Resultado da 2ª Fase do Edital nº002/2022 – Centelha II Piauí.

O Programa é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação CERTI e executada no Piauí pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (FAPEPI).

O Diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (DDCT) da FAPEPI, Ciro Gonçalves Sá, ressalta que nessa segunda etapa foram selecionados 100 projetos para desenvolvimento de empreendimentos inovadores.

Como funciona

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

No endereço eletrônico, é possível obter mais informações sobre o programa e seu edital detalhado em todos os estados. 

“É importante destacar que, a partir de agora, os 200 projetos aprovados na primeira fase terão uma nova concorrência, e deverão novamente submeter seus projetos, identificando quais são as características importantes para um empreendimento de sucesso; como eles pretendem ganhar dinheiro a partir da sua ideia; e como o projeto será desenvolvido ao longo do Programa Centelha”, finaliza Ciro.

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Últimos dias para inscrição na Chamada Pública ERC-CONFAP-CNPQ 2022

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O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) convidam pesquisadores do Brasil a buscar colaborações de pesquisa com pesquisadores doutores já apoiados por subsídios do Conselho Europeu de Pesquisa (ERC) financiados pela UE. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), receberá as propostas das candidaturas elegíveis no estado do Piauí, e apoiará com suporte financeiro para a viagem de intercâmbio do pesquisador. O prazo máximo para submissão de propostas será até dia 15 de dezembro de 2022.

A chamada é lançada a partir dos acordos de implementação estabelecidos entre a Comissão Europeia e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) para fornecer oportunidades de pesquisa na Europa para pesquisadores brasileiros, assinado em 13 de outubro de 2016. A chamada também é resguardada pelo Acordo Administrativo entre a Comissão Europeia, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), referentes aos mecanismos de apoio à cooperação UE-Brasil em atividades de pesquisa e inovação, assinados em 19 de novembro de 2021. 

Os pesquisadores elegíveis do Brasil

Podem submeter propostas os pesquisadores ativos no Brasil, detentores de título de doutorado, que estejam implementando atividades de pesquisa dentro de universidades, institutos ou centros de pesquisa brasileiros.

Os projetos financiados pelo ERC, buscando acolher os pesquisadores brasileiros, cobrem uma vasta gama de áreas científicas e foram selecionados pela Comissão Europeia e pelo ERC, nos seguintes painéis de avaliação:

  • Biologia Molecular e Estrutural e Bioquímica
  • Genética, Genômica, Bioinformática e Biologia de
  • Sistemas
  • Biologia Celular e do Desenvolvimento
  • Fisiologia, Fisiopatologia e Endocrinologia
  • Neurociências e Distúrbios neurais
  • Imunidade e Infecção
  • Ferramentas Diagnósticas, Terapias e Saúde Pública
  • Biologia Evolutiva, Populacional e Ambiental
  • Ciências da vida aplicadas e biotecnologia não médica
  • Matemática
  • Constituintes Fundamentais da Matéria
  • Física de matéria condensada
  • Ciências Químicas Físicas e Analíticas
  • Química Sintética e Materiais
  • Ciência da Computação e Informática
  • Engenharia de Sistemas e Comunicação
  • Engenharia de Produtos e Processos
  • Ciências do Universo
  • Ciência do Sistema Terrestre
  • Mercados, Indivíduos e Instituições
  • Instituições, Valores, Crenças e Comportamento
  • Meio Ambiente, Espaço e População
  • A mente humana e sua complexidade
  • Culturas e Produção Cultural
  • O estudo do passado humano
  • Sinergia

Os pesquisadores elegíveis deverão acessar o portal on-line, disponível no link, para realizar as inscrições e envio dos documentos exigidos no edital. 

Para mais informações, assistência e suporte entre em contato através do e-mail disponível.

Mais informações sobre “equipes do ERC abertas ao mundo” acesse o link disponível.

Fonte: CONFAP

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UAPI incentiva piauienses a gerenciar seu próprio negócio

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“Estamos concluindo agora a graduação de Bacharelado em Administração pela UAPI e isso tem feito a diferença no meu negócio. Eu tenho uma empresa de prestação de serviços e o curso me ajudou muito”, disse Kátia Brito, do polo de Vila Nova do Piauí, distante 377 km da capital. Ela e mais de 500 estudantes estão aptos e em processo de conclusão da graduação ofertada pela Universidade Aberta do Piauí (UAPI). A solenidade de formatura tem previsão de acontecer no mês de dezembro em um formato híbrido para fechar o primeiro ciclo da ação, que integra o processo de universalização do ensino superior do estado.  

Kátia explica que conhecer a universidade à distância deu a oportunidade dela se capacitar sem precisar sair do seu município. A facilidade e a descentralização do ensino superior no estado têm dado oportunidade aos cidadãos de se capacitarem e terem conhecimentos para gerenciar suas pequenas empresas.

“Eu conheci a UAPI através de uma rede de comunicação e de um primo meu, que já tinha feito uma graduação na UESPI. Ele me falou que tinha aberto o vestibular e fez minha inscrição para a UAPI. Eu passei no vestibular e agora estou bem perto de concluir a graduação. A minha experiência com a UAPI foi maravilhosa”, disse a futura administradora.  

Ela conta que já tinha um negócio no ramo de prestação de serviços gerais e mão de obra e os conhecimentos adquiridos durante o curso ajudaram a melhorar a forma de gerir seu negócio “principalmente na parte financeira”. Além disso, ela aprendeu mais sobre as particularidades do empreendedorismo e o melhor de tudo foi não precisar sair da sua cidade para obter esse conhecimento.  

A Superintendente de Ensino Superior (SUPES) da Seduc, Lourdes Lopes, explica que a meta do estado é justamente a de ofertar não apenas um curso superior, mas uma graduação que oferecesse condições do cidadão promover o desenvolvimento local.  

“O foco do empreendedorismo é o pilar principal desse curso. A união de esforços entre as instituições envolvidas ajuda a promover um estado mais forte e com pessoas capazes de ter um protagonismo não só em suas vidas, mas na localidade onde moram. Muitos deles têm seu negócio próprio e outros estão tendo essa vontade de empreender a partir dessa visão que o curso tem dado”, explicou a superintendente.  

OFERTA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DA UAPI

A parceria entre Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) tem o objetivo de universalizar o Ensino Superior em todo o Piauí e promover qualidade por meio da educação à distância, um dos eixos do PRO Piauí Educação. A UAPI iniciou ainda em 2017 com a primeira etapa e a abertura de 60 polos; em 2018, a segunda etapa com mais 60 polos; e a terceira etapa mais 63 polos totalizando 183 cidades piauienses.  

Atualmente é ofertado o curso de Administração, mas o Governo do Estado já estuda a ampliação e a possibilidade de oferta de novos cursos com Projeto de Lei 39/2020 que cria o Programa Universidade Aberta do Piauí (UAPI). Tudo vem sendo acompanhado pela Superintendência de Ensino Superior da Seduc, que dá todo o suporte e gerência as ações, visando garantir informação e qualidade aos cidadãos que desejam ingressar no ensino superior sem precisar sair de suas cidades.

Fonte: Seduc/PI

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Estudantes UAPI 1ª etapa estão em fase de conclusão para formatura

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Na reta final para concluírem a graduação em Administração, os estudantes da primeira etapa da Unidade Aberta do Piauí (UAPI) já se preparam para a colação de grau, com previsão de acontecer em dezembro deste ano. A junção de vagas em instituições públicas coloca o Piauí em destaque na universalização do ensino superior e, somente com a UAPI, já são 183, dos 224 municípios, que ofertam a graduação com foco no empreendedorismo.  

Os perfis dos estudantes se misturam a muitas histórias de começos e recomeças na área profissional. De norte a sul do Piauí as histórias se cruzam com o propósito de promover não apenas o desenvolvimento social, mas o local. A estudante Vilamara Ferreira de Araújo, 41 anos, mora em Jardim do Mulato, 140 km da capital, mas estuda em Santo Antônio dos Milagres, poucos mais de 10 km de distância da cidade onde mora. Ela conta que o seu sorriso é marca registrada e ela levavá seu otimismo para os encontros das aulas presenciais da UAPI.  

“Sou assistente social e supervisora do programa Criança Feliz, do município de Jardim do Mulato. Trabalhei 20 anos em uma empresa, num minimercado aqui no nosso município mesmo onde eu fazia de tudo. Mas, a maior parte do que eu fazia nessa empresa era na parte administrativa. Eu fazia coleta de dados, de notas fiscais, emitia notas fiscais, eu fechava caixa e foi nessa parte administrativa que eu mais me identifiquei e eu gostava muito de fazer. Foi aí onde eu me identifiquei com a administração”, contou ela, explicando por que resolveu começar uma nova graduação na área.  

Além disso, a futura administradora conta que ficou sabendo da UAPI em 2017 através de uma amiga, que tratou de ajudar e providenciou sua inscrição. “Minha amiga Elizângela tomou de conta. Ela fez a minha inscrição e a dela. Eu separei os assuntos para estudar e estudei”, disse ela, falando que um dia antes das provas da UAPI o falecimento de uma tia quase fez com que ela perdesse a prova que, na ocasião, iria acontecer no município de Água Branca. “No dia velório eu virei a noite e alguém disse que iria descansar, pois teria uma prova para curso de Administração da UAPI e foi aí que lembrei que eu também faria a prova”. 

A Vilamara é só felicidade. Já na reta final, após 4 anos de um sonho em forma de conhecimento adquirido, a futura administradora agora possuirá duas graduações e pretende seguir a carreira através de concursos públicos, mas também tem a ideia de ter um negócio próprio. Um dos focos principais do curso de Administração da UAPI é justamente o empreendedorismo para promover o desenvolvimento local e fazer com que os cidadãos piauienses explorem as potencialidades locais.  

OFERTA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DA UAPI     

A parceria entre Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) tem o objetivo de universalizar o Ensino Superior em todo o Piauí e promover qualidade por meio da educação à distância, um dos eixos do PRO Piauí Educação. A UAPI iniciou ainda em 2017 com a primeira etapa e a abertura de 60 polos; em 2018, a segunda etapa com mais 60 polos; e a terceira etapa mais 63 polos totalizando 183 cidades piauienses.     

Atualmente é ofertado o curso de Administração, mas o Governo do Estado já estuda a ampliação e a possibilidade de oferta de novos cursos com Projeto de Lei 39/2020 que cria o Programa Universidade Aberta do Piauí (UAPI). Tudo vem sendo acompanhado pela Superintendência de Ensino Superior da Seduc, que dá todo o suporte e gerência as ações, visando garantir informação e qualidade aos cidadãos que desejam ingressar no ensino superior sem precisar sair de suas cidades.

Fonte: Seduc/PI

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CNPq lança nova chamada do Programa de Mestrado e Doutorado para Inovação – MAI/DAI

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou, nesta quarta, 16, a Chamada Pública CNPq nº 68/2022 – Programa de Mestrado e Doutorado para Inovação – MAI/DAI, que visa à concessão de bolsas de doutorado, mestrado e iniciação tecnológica em projetos a serem apresentados pelas Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação  – ICTs. Os investimentos totais previstos pela chamada são de R$ 50 milhões e a submissão de propostas vai até 2 de janeiro de 2023.

Programa MAI/DAI busca fortalecer a pesquisa, o empreendedorismo e a inovação nas ICTs, por meio do envolvimento de estudantes de graduação e pós-graduação em projetos de interesse do setor empresarial, mediante parceria com empresas.

Desde 2013, quando estabeleceu de forma pioneira o Programa de Doutorado – DAI, o CNPq tem lançado regularmente Chamadas Públicas, com o objetivo de consolidar essa ação.

A partir de 2020, com o lançamento da Chamada CNPQ nº 12/2020 – Programa de Mestrado e Doutorado para Inovação – MAI/DAI, o CNPq amplia o escopo do Programa, ao incluir a participação de estudantes de mestrado e de graduação nos projetos apoiados.

Clique aqui e acesse o texto completo da Chamada Pública CNPq nº 68/2022 – Programa de Mestrado e Doutorado para Inovação – MAI/DAI.

Fonte: CNPq

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FAPEPI participa de Simpósios e Seminário na UESPI

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Na última quinta-feira (10), durante o XXII Simpósio de Produção Científica (SPC), o XXI Seminário de Iniciação Científica (SIC) e o I seminário de Inovação Tecnológica (SIT) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), houve a participação do Presidente, Antonio Cardoso do Amaral, e Diretores, Ciro Sá (DDCT) e Nayana Coelho (DTC), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) com palestra sobre o papel das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs).

Dentre as atividades propostas, foram realizadas apresentações de projetos nas áreas da Ciências da saúde, Ciências biológicas e Multidisciplinar, além de outras ações.

O evento, que começou na quarta-feira (09), contou com programações hibridas: palestras, apresentações de pôsteres e de vídeo-pôsteres. Neste ano, cerca de 750 pessoas realizaram a inscrição.

O SPC, SIC e SIT tem como objetivo divulgar as pesquisas científicas desenvolvidas na UESPI através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI); bem como proporcionar a iniciação do discente na participação de eventos científicos, bem como promover a socialização de pesquisas de estudantes, professores e profissionais de outras IES.

Fonte: UESPI

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Mestrado em Letras abre 590 vagas em todo o País

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Fonte: Reprodução Internet – CGCOM/CAPES

O Mestrado Profissional em Letras em Rede Nacional (ProfLetras) recebe inscrições de 14 de novembro a 15 de dezembro. São 590 vagas destinadas a professores de Língua Portuguesa em exercício no ensino fundamental da rede pública de todo o Brasil. O resultado final da seleção será divulgado a partir de 06 de março do próximo ano.

O exame nacional de acesso ao ProfLetras é executado pelo Núcleo Permanente de Concursos (Comperve) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), coordenadora nacional do Programa. Para concorrer, além de preencher os requisitos exigidos no edital e o formulário de inscrição,  disponível no site do Comperve, os interessados devem pagar uma taxa de R$150.

O ProfLetras conta com 49 instituições de ensino superior associadas e é uma das doze seleções autorizadas para a Chamada 2022/2023 do Programa de Mestrado Profissional para Professores da Educação Básica (ProEB) da CAPES.

ProEB
Para melhorar a qualidade do ensino nas escolas da educação básica pública brasileira, o ProEB promove a formação continuada de professores, no nível de pós-graduação stricto sensu. Além disso, oferece uma rede nacional para cursos promovidos por instituições de ensino superior públicas de tradição e valoriza as experiências adquiridas com a prática. Desse modo, aponta perspectivas de mudanças e respostas aos problemas do cotidiano da escola e da sociedade.

Fonte: Redação – CGCOM/CAPES

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Inscrições para parcerias com estados (PDPG) vão até novembro

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A CAPES prorrogou até as 23h59 de 23 de novembro o prazo para apresentação de projetos na seleção do Edital nº 38/2022, do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Parcerias Estratégicas com os Estados III. O procedimento deve ser feito pelo Sistema de Inscrições da CAPES (Sicapes).

Publicada na edição desta quarta-feira, 26 de outubro, do Diário Oficial da União, a atualização do edital também altera o cronograma previsto para 2023. No próximo ano haverá divulgação dos resultados preliminar – a partir de 20 de janeiro –,  e final, em 10 de fevereiro. As assinaturas dos acordos de cooperação técnica, também devem ocorrer nesse mês, e o início de fato dos projetos, em março.

O valor destinado ao edital será de R$ 126,1 milhões. Deste total, R$21,2 milhões são para bolsas de mestrado, R$ 92,9 milhões para as de doutorado e R$ 11,9 milhões para pós-doutorado. As Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAP) devem entrar com contrapartida na forma de custeio de, pelo menos, 30% do montante destinado pela CAPES às bolsas, em cada projeto.

Já as instituições de ensino superior (IES) que tomarão a frente da parceria nos casos em que as FAP não manifestaram interesse em participar, devem apresentar demonstrativo de contrapartida não financeira. Isso se dá pela oferta de benefícios aos pesquisadores ou por melhorias estruturais para o fomento à formação de pessoal e à pesquisa.

Sobre o PDPG – Parcerias Estratégicas com os Estados III
Pelo Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Parcerias Estratégicas com os Estados III, a CAPES e as FAP ou instituições de ensino superior (IES) atuam em conjunto para ampliar a formação de pessoal qualificados em temas prioritários para os estados. As próprias FAP ou IES são as responsáveis por definir os eixos temáticos que promoverão o desenvolvimento econômico, educacional e social local. Serão financiados até 81 projetos, no limite de quatro por proponente.

Fonte: Redação – CCS/CAPES

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Livro lançado com apoio da FAPEPI identifica os desafios no ensino fundamental em município do Piauí

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Atualização às 18h15.

A profª. Drª Raimunda Alves Melo, da Universidade Federal do Piauí (Ufpi), lançou o livro POR QUE A ESCOLA É ASSIM? epistemologia da prática educativa de professores. Segundo ela, este estudo, desenvolvido no âmbito do Programa de Bolsas de Iniciação Científica (PBIC), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), tem como propósito analisar a epistemologia da escola pública na contemporaneidade com ênfase na caracterização da prática educativa de professores que trabalham nos anos finais do Ensino Fundamental.

Ela realizou esse trabalho juntamente com a professora Dr.ª Antônia Dalva França-Carvalho, também da Ufpi, e com os bolsistas da FAPEPI Lohany Silva Bezerra dos Santos e Samuel Nery Guimarães.

Prof.ª Dr.ª Raimunda Alves Melo, da Universidade Federal do Piauí (Ufpi), em entrevista à FAPEPI.


“Com vistas ao alcance desse objetivo, realizamos uma análise do tema epistemologia e educação situando historicamente os conceitos que as fundamentam; discutimos os pressupostos teóricos e as posturas que caracterizam as ações educativas e a tomada de decisões por parte dos professores no âmbito da prática educativa”, conta a professora. Ela destacou que através dessa obra foi possível caracterizar a prática educativa de professores que trabalham nos anos finais do Ensino Fundamental de escolas públicas do município de Novo Santo Antônio – Piauí, identificando avanços e desafios.

A professora Raimunda Alves Melo informou que os resultados da pesquisa apontam que a prática educativa dos professores do município de Novo Santo Antônio é fundamentada, sobretudo, nas perspectivas liberais e fortemente influenciada pelas políticas governamentais propostas pelo Ministério da Educação. Ela citou, por exemplo, a Base Nacional Comum Curricular-BNCC.

Diante dessa realidade, os pesquisadores sugeriram a realização de mais investimentos em formação inicial e continuada fundamentada numa perspectiva crítica da educação para que os professores possam conhecer os fundamentos das práticas que desenvolvem, bem como ampliar o compromisso político com uma educação pública sintonizada com a vida e as necessidades humanas e sociais dos estudantes. Assim, haveria uma aprendizagem mais significativa e crescimento da educação.

Confira a entrevista com a profª. Drª Raimunda Alves Melo no Episódio 10 do podcast Minuto FAPEPI.

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Caça no Piauí se torna majoritariamente comercial, revela pesquisa

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A pesquisa “Caça e usos da fauna silvestre por povos do sul piauiense: Implicações para conservação e sustentabilidade” foi realizada pelo professor Wedson de Medeiros Silva Souto, do Departamento de Biologia da Universidade Federal do Piauí (Ufpi). Para realização desse trabalho, ele teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI).

O pesquisador considera que em nossa contemporaneidade são amplamente reconhecidos fatores como a exploração excessiva, a caça e o comércio ilegal de animais silvestres como uma ameaça a diversas espécies de vertebrados em todo Brasil. Desse modo, o pesquisador aponta que é inconcebível traçar estratégias para a conservação animal sem considerar o elemento humano, além de suas interações com os demais animais, e que podem ser investigadas pela perspectiva da Etnozoologia (disciplina da Etnobiologia). A pesquisa investigou os conhecimentos, significados e usos dos animais nas sociedades humanas.

“A FAPEPI foi muito importante nesta pesquisa, porque sem um auxílio financeiro eu não teria condições de executar o trabalho no sul do Piauí, já que o trabalho realizou-se em mais de dois municípios. As distâncias entre eles são relativamente grandes e nós precisamos acessar caçadores de áreas urbana e rural. E sem a FAPEPI nós não teríamos condições de subsidiar o trabalho de campo nem tampouco a aquisição de parte dos materiais e equipamentos necessários para o trabalho, que foi inclusive duramente afetado pela pandemia, quando nós tivemos um aumento de gastos expressivos no custo de vida da população quanto na execução dos trabalhos”, comenta o professor e pesquisador Wedson Souto.

As conclusões preliminares da pesquisa foram: A Riqueza de espécies capturadas para consumo da carne, usos medicinais ou para fins de estimação , em geral, supera de outras partes do Nordeste do Brasil. Além disso, a cadeia de comercialização de animais silvestres e subprodutos tem sido completamente modificada em comparação com o cenário histórico na região Nordeste, com menor papel de atravessadores e ampliação de comunicação direta entre caçadores e consumidores finais de animais silvestres e subprodutos em âmbito local e regional.

Vale salientar que há uma modernização tecnológica da cadeia de exploração de animais silvestres que potencializa a celeridade de interconexão dos pontos e amplia o raio de ação dos caçadores/capturadores com o popular uso de celulares e motocicletas.

A pesquisa também traz conclusões acerca do envolvimento de caçadores no comércio de animais silvestres. Ela indica que há uma mudança de perfil da caça de subsistência para majoritariamente comercial, assim, imputando desafios para as políticas conservacionistas, de modo que ampliação das ações de fiscalização, além da ampliação das estratégias de sensibilização sobre a importância da fauna silvestre, e também da manutenção das políticas sociais, a fim de evitar disseminação maior das práticas de caça em caso de instabilidade econômica em uma população dotada de recursos tecnológicos que podem ser convertidos em recursos para caça ou comercialização de animais silvestres.

A pesquisa também aborda que a frequência de caça influenciou na riqueza de espécies capturadas por caçador, conforme modelos do GLM (Modelos Lineares Generalizados. Estes modelos são usados em estatística quando se deseja predizer uma variável utilizando funções conhecidas das variáveis de predição), apresentados além de outro modelo que está em fase de finalização.

A renda foi positivamente relacionada a riqueza de espécies exploradas, porque o envolvimento no comércio de animais silvestres provavelmente aumenta a renda do caçador, retroalimentando o envolvimento do mesmo na atividade.

Vale destacar, que o cenário da exploração de vertebrados terrestres no Piauí traz à tona uma enorme necessidade de ampliação das questões sociais envolvidas na captura e comércio ilegal de animais silvestres em todo o país, assim como uma revisão das políticas conservacionistas em um cenário ainda mais preocupante do ponto de vista de potencial ação dos caçadores e comerciantes de produtos em nossa fauna local.

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