FAPEPI realiza reunião com professores da UFPI para falar sobre aprovação de INCT em Polissacarídeos

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Nesta sexta-feira (03), professores da Universidade Federal do Piauí (UFPI), representados pelo Prof. Dr. Edvani Curti Muniz, docente do Departamento de Química – UFPI, realizaram uma reunião com o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), Prof. Dr. João Xavier da Cruz Neto, para falar sobre a aprovação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Polissacarídeos que será executada na universidade federal.

Em entrevista, o professor Edvani Muniz destacou a importância do novo instituto para a região.

“O motivo da reunião feita com o professor Xavier foi trazer a notícia da aprovação do nosso INCT em polissacarídeos, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Polissacarídeos, A UFPI como instituição executora eu eu sou o coordenador desse importante projeto para o Piauí, para a região e para todo o Brasil. Porque nesse projeto, estão envolvidas quinze universidades, a maioria delas federais, de todas as cinco regiões do país e com 53 pesquisadores brasileiros envolvidos com seus grupos de pesquisa e mais 19 instituições do exterior, com 21 pesquisadores estrangeiros. Então, é um projeto bastante amplo, muito importante, e que a FAPEPI já demonstrou apoio, em termo de contrapartida, que este instituto seja instalado e tenha pleno êxito”, destaca Edvani Muniz.

O professor Edvani também destacou a importância das atividades que serão propostas pelo instituto em polissacarídeos e que deverá seguir modelos de atividades similares que são executadas em outras regiões do país.

“O professor Xavier demonstrou total apoio a esse instituto e pediu que a gente fizesse em um próximo momento um relatório das principais atividades que vamos desenvolver neste INCT, e que a gente possa também propor outras atividades de inovação similares ao que é executado no CIMATEC, em Salvador, Bahia. E a gente vai fazer atender essa proposição dele, de tal forma que o instituto possa fazer além das atividades já propostas no projeto, também fazer essa maior amplitude das atividades de ciência, tecnologia e inovação, seja no âmbito dos polissacarídeos, também seja em outros âmbitos que a gente possa atender”, relata.

O professor Edvani conta que as atividades do instituto serão realizadas na Universidade Federal do Piauí. 

“Então, em um primeiro momento, esse instituto vai ser montado dentro das instalações da UFPI. Mas a gente, inclusive, conversou com o professor Xavier a possibilidade da gente fazer em um segundo momento, com apoio do estado do Piauí, esse instituto talvez de maneira independente, prestando serviço às indústrias da região, aos grupos interessados, de tal forma que a gente possa induzir um ambiente de inovação, tecnologia na região”, destaca.

O professor Edvani também relata que essas atividades contribuirão para a comunidade piauiense no manejo e produção dos materiais como a goma do cajueiro, que é extraída através de trabalhadores da agricultura familiar.

“Os polissacarídeos são materiais advindos da nossa biodiversidade. Por exemplo, a goma do cajueiro é um polissacarídeo. Portanto, é abundante aqui na região, e que ao nosso ver ainda tem sido pouco explorada. Então, tem dois lados da ponta. Você desenvolver tecnologias que melhore, agregue valor a esse polissacarídeo, e também que você possa melhorar a condição do agricultor que vai lá coletar essa goma, em termos de agricultura familiar, melhorias de condições [de trabalho], melhorar a escolaridade das pessoas, das famílias. Então, tem todo esse aspecto. Também melhorar a sua renda, de tal forma que ele [agricultor] possa produzir mais e com qualidade essa goma do cajueiro. Além da goma do cajueiro tem outros polissacarídeos, o xixá, o mesocarpo, e outros que nós estamos colocando em nosso projeto que vai, com certeza, trazer uma melhoria em todos os aspectos. Seja na colheita do material, seja na produção, caracterização e até desenvolver produtos baseados nesses tipos de polissacarídeos”, relata.

As ações coordenadas pelo instituto já estão organizadas no projeto aprovado, e beneficiará em diversos aspectos às famílias piauienses.

“Existem ações planejadas, o projeto está todo bem descrito, como que a gente vai fazer isso, inclusive, como que a gente vai divulgar, dentro do âmbito dos polissacarídeos, para as escolas, por exemplo, do segundo grau, ensino fundamental, desse tipo de material, além da sua importância, quais são os benefícios para a sociedade que podem ser obtidos a partir dos polissacarídeos”, acrescenta.

O professor esclarece que o instituto, inicialmente, não contará com uma sede própria e utilizará as instalações da própria universidade para as pesquisas na área.

“Em um primeiro momento não haverá obras para construção [instituto], a gente vai utilizar os laboratórios já existentes na UFPI para a gente fazer as pesquisas. Em um segundo momento, se houver apoio do estado do Piauí para fazer isso, podemos construir um local, seja dentro da UFPI ou fora dele, de tal forma que a gente possa centralizar as atividades do instituto nesse local. Mas o instituto não é só aqui no Piauí, esse instituto envolve, como eu falei, grupos de diferentes universidades do Brasil. Nós, na verdade, vamos sediar esse instituto e coordená-lo, mas esse instituto tem participantes de todas as cinco regiões geográficas do país”, finaliza.

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CAPES oferece 60 mil bolsas para formação de professores

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  • Última modificação do post:2 de maio de 2022
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A CAPES publicou nesta sexta-feira, 29 de abril, os editais (aqui e aqui) dos programas Institucional de Iniciação à Docência (Pibid) e Residência Pedagógica, que irão oferecer 61.680 bolsas para formação de professores da educação básica. Nesta fase, serão selecionadas propostas de 250 instituições de ensino superior para cada um dos programas. O prazo para apresentação dos projetos vai até 10 de junho.

Pibid oferece aos alunos da primeira metade do curso uma aproximação prática com o cotidiano da escola. Já o Residência Pedagógica atende estudantes que estão na segunda metade da licenciatura, com atividades que contribuam para a formação teórica e prática e o aperfeiçoamento profissional. Nos dois programas, as atividades dos bolsistas são desenvolvidas na rede pública de educação básica.  

O processo seletivo dos bolsistas é realizado pelas próprias instituições. Ao todo, serão cerca de 30 mil bolsas pelo Pibid e outras 30 mil pelo Residência Pedagógica, beneficiando, aproximadamente, 60 mil alunos de licenciatura. Também há concessão de benefícios  a professores das instituições de ensino superior e das escolas públicas de educação básica participantes dos projetos.

Todas as unidades da Federação serão atendidas pelos Pibid e Residência Pedagógica. A quantidade maior de benefícios irá  para o Nordeste: 19.734. Em seguida vem o Sudeste, com 15.654. O Sul receberá 11.613 bolsas, o Norte 7.572, e o Centro-Oeste 7.107. “Esses investimentos demostram o efetivo compromisso da CAPES como a educação básica brasileira e com qualidade da formação não só de professores, mas também de crianças e jovens que serão agentes de desenvolvimento do nosso País”, destaca Cláudia Queda de Toledo, presidente da CAPES. “Continuaremos atuando para propiciar um maior investimento e a correção das assimetrias regionais e educacionais do nosso País”, acrescenta.

A duração do benefício é de até 18 meses. Podem participar instituições públicas, privadas e comunitárias, que devem apresentar, no máximo, uma proposta para cada programa, com detalhamento das ações e atividades previstas. As inscrições são feitas pelo Sicapes.

O resultado com a relação dos projetos selecionados nos dois programas está previsto para ser publicado em 5 de agosto. Em seguida, iniciam-se as atividades e as concessões de bolsas. As diretrizes dos editais do Pibid e Residência Pedagógica foram discutidas pelo público de interesse dos programas em seminário promovido pela CAPES nos dias 8 e 9 de março deste ano.

Fonte: Redação – CCS/CAPES

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CAPES abre edital para curso de capacitação de professores em Portugal

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  • Última modificação do post:26 de abril de 2022
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Programa de Desenvolvimento Profissional de Professores Alfabetizadores em Portugal – Alfabetização Baseada na Ciência (ABC) está com inscrições abertas até o dia 20 de maio. Conforme o Edital nº 17/2022, a parceria entre a CAPES e a Secretaria de Alfabetização (Sealf) do Ministério da Educação (MEC) oferece cem vagas para o aperfeiçoamento de  professores das redes públicas de educação básica que trabalham com alfabetização.

Para participar, os interessados devem atualizar seus currículos na Plataforma CAPES de Educação Básica até 06 de maio. As candidaturas são feitas pelo Sistema de Inscrições da CAPES (Sicapes), até dia 20 do mesmo mês. Os professores têm até 06 de julho para concluir o curso on-line ABC e o resultado final será divulgado até o dia 10 de agosto. A viagem para Portugal deve ocorrer entre  28 e 30 de outubro.

O curso terá seis semanas de duração, carga de 240 horas, e acontecerá entre os meses de novembro e dezembro desse ano. As aulas, presenciais, serão dadas em parceria com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, naquela cidade. Já as atividades práticas e visitas às escolas serão acompanhadas pelo Centro de Investigação e Intervenção na Leitura (CiiL) do Instituto Politécnico do Porto (IPP).

Programa
ação faz parte da parceria entre a CAPES e a Sealf, no âmbito do Programa Tempo de Aprender, Eixo I – Formação continuada de profissionais da alfabetização. Além disso, conta com a cooperação de duas instituições portuguesas: Universidade do Porto e Instituto Politécnico do Porto. O edital complementa outras iniciativas incentivadas pela CAPES: o Projeto ABC, curso on-line que conta com 245 mil inscritos, e a publicação dos Manuais ABC e ABC na Prática, disponíveis, gratuitamente, no site do MEC.

Alteração do edital.

Fonte: Redação – CCS/CAPES

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CAPES e MEC enviarão professores para curso em Portugal

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  • Última modificação do post:28 de março de 2022
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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a Secretaria de Alfabetização (Sealf) do Ministério da Educação (MEC) divulgaram o Programa de Desenvolvimento Profissional de Professores Alfabetizadores em Portugal – Alfabetização Baseada na Ciência (ABC). Serão oferecidas 100 vagas para que professores em exercício nas redes públicas de educação básica participem do curso de aperfeiçoamento na cidade do Porto, em Portugal. As diretrizes do processo seletivo, apresentadas no Edital nº 17/2022, foram publicadas no Diário Oficial da União.

As aulas presenciais em Portugal serão oferecidas em parceria com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto. Rui Alves, professor da instituição, expressou a satisfação de sua equipe em colaborar para que as crianças portuguesas e brasileiras aprendam com métodos científicos eficazes. Já as atividades práticas e visitas às escolas portuguesas, serão acompanhadas pelo Instituto Politécnico do Porto (IPP). Ana Sucena, do Centro de Investigação e Intervenção na Leitura (CiiL) do IPP, concluiu: “pretendemos capacitar os professores brasileiros na promoção de competências-alicerces para aprender a ler em português”.

Cronograma
O candidato precisa estar cadastrado e com currículo atualizado na Plataforma CAPES de Educação Básica, até o dia 29 de abril. As inscrições podem ser feitas pelo Sistema de Inscrições da CAPES (Sicapes), até as 18h do dia 06 de maio. Ele terá até 26 de junho para concluir o Curso ABC, na modalidade on-line. O resultado final será divulgado em 01 de agosto. O embarque para Portugal está previsto para acontecer de 28 a 30 de outubro. A capacitação, com 240 horas, terá seis semanas de duração e ocorrerá entre novembro e dezembro desse ano.

Programa
A ação faz parte da parceria entre a CAPES e a Sealf, no âmbito do Programa Tempo de Aprender, Eixo I – Formação continuada de profissionais da alfabetização. Além disso, conta com a cooperação de duas instituições portuguesas: Universidade do Porto e Instituto Politécnico do Porto. O edital complementa outras iniciativas incentivadas pela CAPES, com o Projeto ABC: o curso on-line – que conta com 245 mil inscritos – e a publicação dos Manuais ABC e ABC na Prática, que estão disponíveis, gratuitamente, no site do MEC.

Fonte: Reprodução – CCS/CAPES

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CAPES disponibiliza mais 50 mil vagas para Curso ABC

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  • Última modificação do post:19 de agosto de 2021
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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) abriu mais 50 mil vagas para o Curso on-line Alfabetização Baseada na Ciência (ABC). Essa é uma nova oportunidade para profissionais que atuam na alfabetização e estudantes de licenciatura participem do projeto. As novas vagas já estão abertas e as inscrições começaram nesta segunda-feira, 16, no Ambiente Virtual do MEC (Avamec).

Cláudia Queda de Toledo, presidente da CAPES, frisa que essa capacitação é um “compromisso do governo brasileiro com os nossos atuais e futuros professores”. A gestora explica que o curso vem para garantir o sucesso dos alunos na leitura e na escrita desde o início da aprendizagem infantil: “com certeza teremos brasileiros mais bem formados para o exercício da cidadania”.

Para Carlos Nadalim, secretário de Alfabetização do MEC e coordenador-geral do Curso ABC, a quantidade de inscritos “nessa sólida formação” demonstra “como nossos profissionais de alfabetização estão ávidos para aprimorar seus conhecimentos e oferecer o melhor ensino às crianças brasileiras”.

Aos mais de 200 mil inscritos, o Curso ABC já entregou 14 capítulos teóricos do Manual ABC e quatro módulos do Manual ABC na Prática: Construindo Alicerces para a Leitura. Os interessados que aderirem agora à formação terão acesso a todo o conteúdo já disponível.

Curso ABC
Com mais de 5,18 milhões de visitas, o Curso ABC é a segunda formação mais acessada no Avamec. Parte do Programa Tempo de Aprender, o curso é resultado da parceria entre a CAPES, a Secretaria da Alfabetização do MEC (Sealf) e as instituições portuguesas: Universidade do Porto, Instituto Politécnico do Porto e a Universidade Aberta de Portugal (UAb).

Fonte: Redação – CCS/CAPES

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