FAPEPI lança editais de bolsas de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) mais uma vez garante oportunidade de bolsas para graduandos, mestrandos e doutorandos, e torna público nesta sexta-feira (01) o lançamento de editais para concessão de bolsas de apoio às atividades de pesquisa científica, tecnológica e inovação.

A FAPEPI convida pesquisadores vinculados a Instituições de Ensino e Pesquisa sediadas no Estado do Piauí a apresentarem propostas para obtenção de bolsas na modalidade Iniciação Científica (IC) para estudantes de Graduação no âmbito do Programa de Bolsas de Iniciação Científica da FAPEPI – PBIC, e para mestrandos e doutorandos, no âmbito do Programa de Apoio à Pós-graduação Stricto Sensu (PAPG). Os editais podem ser conferidos clicando aqui.

Os programas visam contribuir para a formação de pesquisadores em todas as áreas do conhecimento, através da concessão de bolsas de iniciação científica a alunos de graduação (PBIC), mestrado e doutorado (PAPG). 

Para mais informações acesse nossas redes ou entre em contato pelo e-mail fapepi@fapepi.pi.gov.br.

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Fapepi pretende aumentar em 30% a produtividade no campo com a qualificação

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) está investindo R$ 3 milhões para qualificar produtores agrícolas do Piauí com o objetivo de aumentar em até 30% a produtividade no campo. A capacitação foi solicitada pela Câmara Setorial de Fruticultura do Estado do Piauí, que busca fortalecer a economia na área rural do estado, gerando desenvolvimento.

A qualificação, iniciada em setembro do ano passado, está sendo feita em quatro polos agrícolas do Piauí: Tabuleiros Litorâneos do Piauí (Parnaíba); no Perímetro Irrigado dos Platôs de Guadalupe (Guadalupe); Polo Marrecas – Jenipapo (São João do Piauí); e Polo Alto Canindé – Barragem Joaquim Mendes (Conceição do Canindé). Cerca de 20 propriedades serão beneficiadas, com um alcance direto de pelo menos 200 agricultores.

A capacitação, que vai durar três anos, está sendo feita por meio de transferência de tecnologia da Embrapa Meio Norte, que conta com 26 pesquisadores envolvidos, coordenados pelo engenheiro agrônomo Valdemício Ferreira de Sousa.  Serão beneficiadas as culturas de acerola, goiaba, banana, maracujá e uva.

Além de treinamento, o projeto também estabelece estratégias para a comercialização da produção, de forma a aumentar o valor dos produtos. “Temos a meta de aumentar a produtividade, mas é fundamental que esse aumento da produção se transforme em renda por meio de um mercado consumidor. De nada adiantar ter mais produção se ela não for comercializada”, afirma Valdemício.

O presidente da FAPEPI, Antônio Cardoso do Amaral, explica que o projeto é importante para o desenvolvimento do Estado, devido ao grande número de piauienses que moram na zona rural e que contam com a agricultura com sua única ou principal fonte de renda. De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 670 mil pessoas trabalham na zona rural do Piauí. “Fortalecendo a produção e gerando riqueza no campo, ajudamos a reduzir a pobreza, trazendo qualidade de vida aos nossos agricultores. Investir em pesquisa e ciência é isso: transformar conhecimento em dinheiro para o povo”, frisa Amaral.

Fonte: Parlamento Piauí

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Programa Centelha anuncia investimentos para estimular abertura de novas empresas no Piauí

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FAPEPI também participa do programa, que irá aplicar R$ 5,2 milhões no desenvolvimento de novos negócios

A Ecobfit foi uma das empresas criadas após a primeira edição do Centelha

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) vai lançar, na próxima sexta-feira (29), em parceria com o Governo Federal, a segunda edição do Centelha, programa de investimento de R$ 5,2 milhões para estimular a criação de novos negócios inovadores no Piauí. Além da disponibilizar recursos, o Centelha também promove capacitação e suporte para os empreendedores.

A primeira edição do programa foi lançada em 2020. Das 276 ideias empreendedoras inscritas, 23 foram selecionadas e receberam cada uma até R$ 60 mil, além de mentorias e suporte. Várias dessas empresas entraram no mercado e já estão faturando. Ao todo, foram liberados R$ 1,2 milhões em recursos.

O diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da FAPEPI, Ciro Sá, explica que o programa é muito importante porque o investimento é quase todo do poder público.  No caso do Centelha, a empresa entra apenas com uma contrapartida de 5% do valor recebido. Ou seja, no máximo R$ 2,6 mil. “Não é raro que futuros empreendedores desistam de lançar sua ideia no mercado por falta de recursos. E o dinheiro do Centelha não é empréstimo, mas sim, investimento que será aplicado na ideia empreendedora. E a criação de um novo negócio gera desenvolvimento para o Estado, pois fomenta a economia, gera emprego e renda”, diz o diretor.

Ciro Sá, diretor científico e tecnológico da Fapepi

Na segunda edição, uma novidade: além do investimento no projeto, os empreendedores receberão também uma bolsa do programa, no valor de até R$ 26 mil em 12 meses.  “É como se fosse uma remuneração paga pelo Governo para o empresário investir em sua ideia”, compara Ciro Sá.

A empresa Mutiveículos.com, de Picos, uma plataforma on-line que vende carros usados vistoriados, foi uma das participantes da primeira edição do Centelha e já está faturando. Os sócios Felipe Moura e Thiago Bonfim não tinham recursos para levar a ideia adiante, mas após o investimento e capacitação do programa, a empresa está inclusive gerando emprego.

“A ideia estava em andamento, mas se aperfeiçoou por meio do projeto. Além dos recursos, as consultorias nos ajudaram a entender o mercado.  O programa encoraja muito quem quer empreender, visto que 80% dos empresários do Brasil não têm capital para começar o negócio”, afirma Felipe.

A Multiveiculos.com, de Picos, foi uma das empresas que recebeu recursos do programa Centelha

Muitas vezes o projeto já está pronto, falta apenas alguém para investir. É o caso de alimentos saudáveis feitos a partir do coco babaçu, derivado de estudos desenvolvidos pela nutricionista Lindalva de Moura Rocha, do Piauí. Ela usou os recursos do Centelha para levar seus produtos ao mercado e assim criou a empresa EcoBfit.

“O programa me permitiu captar recursos para comprar insumos e abrir meu próprio negócio. Também fiz bastante mentorias e muito network, que foram necessários para o sucesso da empresa”, afirma Lindalva. A EcoBfit também mantém o dinheiro circulando no Piauí, já que a matéria-prima é local.

A parceria da Fapepi, por meio do Centelha, inclui o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), a Fundação CERTI e a Sudene.

A segunda edição do Centelha vai liberar recursos para até 61 ideias empreendedoras. Cada um dos projetos selecionados receberá até R$ 53 mil para desenvolver o modelo de negócio e até R$ 26 mil em bolsas e nove meses de capacitação. O prazo de execução dos projetos será de 12 meses, após a data da contratação.

Podem submeter propostas, pessoas maiores de 18 anos ou maiores de 16, se emancipadas. Desta vez, o edital permite a participação de servidores públicos, desde que não haja choque com a legislação da instituição empregadora.

O investimento global para a segunda edição do Centelha Piauí será de R$ 5,2 milhões, sendo R$ 2 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (concedidos através da Financiadora de Estudos e Projetos –  Finep), R$ 1 milhão da FAPEPI, R$ 586 mil da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e R$ 1,586 milhão em bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Fonte: Robert Pedrosa / Governo do Piauí

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Tecnologias aumentam produção de cajá no Nordeste em até cinco vezes

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A produção de cajá (Spondias mombin L.), fruto também conhecido como taperebá, começa a ganhar força. No Piauí, um sistema de produção construído com um pacote tecnológico da Embrapa apresenta resultados animadores. Em um dos experimentos, em Teresina, a produção, em seis hectares, saltou de 3,4 toneladas em 2021 para 8,1 toneladas até o dia 21 de março deste ano. “Eu acredito que vamos colher entre 15 e 20 toneladas nesta safra”, prevê o produtor João José Neto, parceiro do projeto no sítio Tuturubá, na zona rural norte, a 26,7 quilômetros do centro da capital piauiense. A colheita de cajá no Norte e no Nordeste vai até maio.

Aumento de produção poderia abastercer a indústria de suco do Piauí
que hoje compra cajá de outros estados. Foto: Ronaldo Rosa

O sítio de JJ Neto, como é mais conhecido o engenheiro civil aposentado de 77 anos, começou o plantio de cajazeiras em 2013. A primeira colheita aconteceu em 2017, com uma produção de quase uma tonelada. Com as tecnologias da Embrapa sendo calibradas a partir de setembro de 2020, o otimismo tomou conta do produtor. “A decisão de plantar cajá veio por acaso, por sugestão de um ex-empregado. Agora, com a alta produtividade, o meu pensamento é transformar a propriedade em uma agroindústria, aproveitando também os cultivos de caju, acerola e manga,” revela José Neto. Já existe uma produção de polpa de cajá no local, elaborada de forma caseira, vendida a R$ 5,00 o pacote de 500 gramas e a R$ 8,00 a embalagem de um quilo.

A excelente performance produtiva, segundo o produtor, é atribuída à fertiirrigação aplicada no pomar. O trabalho executado pelo pesquisador Valdemício Ferreira de Sousa na área obedeceu os critérios técnicos com dosagens de nitrogênio, fósforo e potássio, via água de irrigação e com frequência de aplicação de 20 dias. “Cada experimento é composto por 108 plantas úteis de cajazeira plantadas no espaçamento de dez metros por dez metros, em uma área total de 3,20 hectares dos dois experimentos”, relata o pesquisador.

Telado garante a colheita

No município de Água Branca, a 97 quilômetros ao centro-norte de Teresina, outro parceiro do projeto também se destaca. O produtor e engenheiro-agrônomo Júlio César Lopes da Costa, de 44 anos, vem apoiando o trabalho produzindo clones de cajazeiras de qualidade superior e num experimento com telados. Neste, ele está conseguindo uma colheita de 100% da produção. “Sem as telas, a quebra na colheita era de 40%”, revelou.

Foto: Embrapa Meio-Norte

Outro dado animador do sítio Sambaíba, que fica a apenas três quilômetros do centro do município, é que o tempo de colheita é reduzido em pelo menos uma hora e trinta minutos em fileiras de 20 plantas. O telado no Sambaíba tem 4,5 metros de largura por 100 metros de comprimento entre as fileiras de plantas, suspenso e amarrado aos troncos das árvores. No Sul do Brasil, o uso de telas, cobrindo as plantas, é para proteger principalmente os parreirais da ação dos pássaros e das chuvas de granizo.

O histórico de produção de cajá de Costa é considerado muito bom. Também em seis hectares e trabalhando de forma empírica, ele registrou os números dos últimos quatro anos, a produção que em 2018 era de oito toneladas mais do que dobrou em 2021 alcançando 18 toneladas, e até o dia 21 de março de 2022 o produtor já tinha colhido 15 toneladas. Toda a produção é vendida a duas agroindústrias do município de Água Branca (PI), a R$ 1,70 o quilo.

A modelagem do sistema de produção de cajá está sendo feita por uma equipe de sete pesquisadores da Embrapa Meio-Norte (PI), com ações como a seleção de clones, manejo de irrigação na fase reprodutiva da cajazeira, identificação de pragas e doenças, definição da forma de colheita, avaliação da restrição radicular da planta, avaliação da desfolha na indução floral e estabelecimento de doses de nitrogênio, fósforo e potássio para a produção. Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), vinculada ao Governo do Estado, com orçamento de R$ 400 mil, o projeto segue até 2024, de acordo com o pesquisador Eugênio Emérito Araújo, que coordena os trabalhos.

Aumento gradual da produção até o oitavo ano

Foto: Fernando Sinimbu

Um estudo dos pesquisadores do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) José Severino de Lira Júnior e João Emmanuel Fernandes Bezerra e do pesquisador da Embrapa Ildo Eliezer Lederman, já aposentado, demonstrou que as cajazeiras enxertadas iniciam a produção a partir do quarto ano após o plantio. Segundo o trabalho, em condições favoráveis de cultivo, cada planta pode produzir cerca de 40 kg, totalizando aproximadamente 6,2 toneladas de frutos por hectare, adotando o espaçamento de oito metros por oito metros. De acordo com o estudo, nos anos posteriores a produção aumenta gradativamente, estabilizando-se a partir do oitavo ano.

Mais de 90% da matéria-prima vem de outros estados

Foto: Embrapa Meio-Norte

O mercado de polpa de frutas no Piauí acena com empolgação para o projeto. “Foi uma grande ideia, pois cerca de 90% do cajá demandado pelas indústrias de polpa de frutas vem de fora. É um produto de aceitação popular grande, mas que às vezes esbarra no valor”, comenta o agroindustrial Marcio Leonardo Ribeiro Teixeira, gerente da empresa Fruta Polpa, de Teresina.

Com uma produção maior, no entender dele, a melhor oferta de matéria-prima a indústria poderia melhorar a qualidade da polpa. A empresa processa hoje entre 620 a 650 toneladas de polpa por mês. Desse total, 13% são de polpa de cajá. A produção é vendida também para os estados do Maranhão, Ceará, Pará, Tocantins, Goiás e o Distrito Federal. Teixeira conta que a Polpa Fruta compra matéria-prima principalmente do Estado da Bahia. Em Teresina, o pacote de 500 gramas de polpa de cajá é vencido nos supermercados com preços que variam de R$ 5,40 a R$ 8,30. O Piauí tem hoje dez agroindústrias processando polpas de frutas.

Cajá é fonte de vitaminas

Foto: Ronaldo Rosa

Rica em sais minerais, como o fósforo, ferro e cálcio, a cajá é uma grande fonte de vitaminas A, B e C e de fibras, que aumentam a sensação de saciedade e têm poucas calorias. Além de o estado in natura, ela é também consumida como suco, sorvete, licores, vinho, geleia e na caipirinha.

A cajazeira (Spondias mombin L.) é originária da América Tropical. Tem folhas verdes e se adapta bem ao clima quente, alcançando uma altura de até 30 metros. O diâmetro do caule chega a 120 centímetros. “O ideal seria que a árvore alcançasse entre seis e oito metros de altura, o que facilitaria muito a colheita e os tratos culturais,” declara o pesquisador Eugênio Emérito Araújo. Por esse motivo, uma das ações do projeto é desenvolver cajazeiras de menor porte.

Araújo explica que o gênero Spondias, pertencente à família Anacardiaceae, possui 18 espécies distribuídas nos neotrópicos, Ásia e Oceania. No Nordeste brasileiro, segundo a literatura especializada, destacam-se as espécies: Spondias mombin L. (cajazeira), Spondias purpurea L. (cirigueleira), Spondias cytherea Sonn. (cajaraneira), Spondias tuberosa Arr. Câm. (umbuzeiro) e Spondias spp. (umbu-cajá e umbuguela).  “Todas elas são árvores frutíferas tropicais largamente exploradas, no extrativismo como a cajazeira e o umbuzeiro, em pomares domésticos e em plantios desorganizados conduzidos empiricamente como a cajaraneira, a cirigueleira, a umbu guela e o umbu-cajá. O pesquisador ressalta que essas espécies são plantas em domesticação que produzem frutos do tipo drupa de boa aparência, qualidade nutritiva, aroma e sabor agradáveis, ou seja, com bom potencial de comercialização.

Com destaque para a Bahia, que também usa a cajazeira no sombreamento das plantações de cacau, todos os estados nordestinos produzem cajá. A comercialização é feita em feiras livres, ao preço de R$ 3,00 o litro. Mas o fruto ganha espaço mesmo é na indústria de processamento de polpas. No Sudeste, São Paulo é um produtor de pequeno porte, como o Rio Grande do Sul. também produzem, mas em pequena escala. A colheita ainda é feita manualmente, com a coleta dos frutos maduros caídos. Não há registros oficiais de produção e nem de exportação de cajá in natura e seus derivados.

Fonte: Fernando Sinimbu/Embrapa Meio-Norte

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FAPEPI disponibiliza para bolsistas o Informe de rendimento – IRPF 2022 para declaração de renda

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  • Post last modified:21 de março de 2022
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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) comunica que os informes de rendimento dos bolsistas estão disponíveis no site da FAPEPI e podem ser acessados no link disponível, através do CPF de cada bolsista. O envio da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2022 começou no dia 7 de março e vai até 29 de abril. Para quem perder o prazo, a multa de atraso das declarações será de 1% a 20% sobre o imposto devido, tendo o valor mínimo de R$ 165,74.

A estimativa da Receita Federal é de que 31,7 milhões de contribuintes enviem a declaração neste ano. A declaração é obrigatória para as pessoas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2021. Para atividade rural, a obrigatoriedade é para quem teve receita bruta superior a R$ 142.798,50 no ano passado. Também devem fazer a declaração, os contribuintes com rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, de mais de R$ 40 mil; aqueles com patrimônio de mais de R$ 300 mil e os que tiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fizeram operações na bolsa de valores, incluindo os dependentes.

Independente da renda, a declaração é obrigatória ainda para quem passou a residir no Brasil no ano passado e para quem vendeu imóveis residenciais e comprou outro até 180 dias depois da venda.

A conta para acesso ao gov.br para realizar a declaração de renda pode ser criada aqui.

Fontes: Governo Federal e Agência Brasil

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UESPI abre inscrições para o I Congresso Internacional de Psicologia Forense/ LAPeP

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  • Post last modified:9 de fevereiro de 2022
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A Universidade Estadual do Piauí (UESPI), abre inscrições para o I Congresso Internacional de Psicologia Forense (I CIPF), promovido pelo Laboratório de Avaliação e Perícia Psicológica (LAPeP) da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). O evento acontecerá no período de 23 a 26 de março de 2022, de forma totalmente remota e online.

O tema que será trabalhado no evento é a “Perspectivas e contextos atuais”, por meio de palestras, mesas redondas e minicursos, O evento contará com a participação de renomados profissionais e pesquisadores, nacionais e internacionais, da Psicologia Forense em suas diversas especialidades.

O objetivo do I Congresso além da troca de experiências e aprendizagem mútua e também a interação entre os participantes dentre ouvintes, organização e todos aqueles que iram apresentar trabalho.

O professor Lucas Dannilo Aragão Guimarães é Doutor em Psicologia com ênfase em Avaliação Psicológica pela Universidade São Francisco (USF) e Professor Adjunto de Psicodiagnóstico da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), ele conta a suas expectativas com relação ao evento em geral, bem como como  os principais pontos a serem debatidos.

“Vamos ter amplas discussões no campus Psicologia Forense enfatizando os aspectos técnicos e práticos da atuação profissional do psicólogo nas diferentes áreas, como a área de família, de infância e juventude, área civil, área criminal e área policial. São contextos onde os psicólogos poderão atuar em demanda que envolve diferentes questões judiciais”, explica.

Participarão do evento, nomes renomados nacionalmente como: Dra. Ana Cristina Resende, o Esp. Anderson Luiz Tamborim, Dra.Beatriz Cattani, Dra. Bruna Barbieri Waquim, Dra. Catula Pelisoli, MSc. Denis Lino, MSc. Denise Maria Perissini da Silva, MSc. Júlia Zamora, MSc. Maria Berenice Dias, Dr. Nelson Hauck Filho, Dra. Paula Inez Cunha Gomide, Dr. Reginaldo Torres Alves Júnior, Dr. Roberto Cruz, Dr. Rui Mateus Joaquim, Dra. Sarah Putin, Dra. Sônia Rovinski, Dra. Vivian de Medeiros Lago e Dr. William Weber Cecconello.

Os convidados internacionais serão: Ph.D. Aldert Vrij, Ph.D. Dora Isabel Fialho Pereira, Ph.D. Francisco Valente Gonçalves, Psy.D. Giselle Hass, Ph.D. Jennifer J. Harman, MSc. Mauro Paulino, Ph.D. Ramón Arce, Ph.D. Ray Bull, Ph.D. Ron Roesch e o Ph.D. Thomas Grisso.

Eles abordaram os mais diversos campos da psicologia jurídica bem como as práticas desenvolvidas por Psicólogos onde podem ser de avaliação psicológica, perícia, assessoramento, orientação, aconselhamento, encaminhamento, mediação, participação ativa na articulação de políticas públicas de atendimento em rede, atendimento psicológico com a família e/ou com alguns de seus membros, formulação de quesitos, elaboração de laudos, pareceres, informes e relatórios, trabalho com grupos, entre outros.

O professor Lucas Dannilo Aragão Guimarães destaca três desfechos importantes para chegar ao tema proposto como: a inserção do Psicólogo no âmbito jurídico e a interface com o Judiciário, o segundo os marcos legais mais recentes, principalmente aqueles relacionados às populações consideradas mais vulneráveis e o terceiro decretação da pandemia de SARS-COVID-19.

Programação

23 de Março de 2022
8:30 h – Minicursos e Apresentação de Trabalhos Científicos
12:00 – Intervalo
14:00 h – Abertura do I CIPF
14:30 h – Conferência Magna Internacional
15:00 h – Conferência Magna Nacional
16:00 h – Mesa Redonda “Psicopatia: um construto em construção”
18:00 h – Intervalo
18:15 h – Conferência Internacional
19:30 h – Encerramento

24 de Março de 2022
8:30 h – Minicursos e Apresentação de Trabalhos Científicos
12:00 – Intervalo
14:00 h – Mesa Redonda “Avaliação e Detecção da Violência Doméstica”
16:00 h – Mesa Redonda “Desafios para Atuação do Assistente Técnico”
18:00 h – Intervalo
18:15 h – Mesa Redonda “Psicologia na Investigação Criminal: Análise Comportamental e Perfilamento Criminal”
19:30 h – Encerramento

25 de Março de 2022
8:30 h – Minicursos e Apresentação de Trabalhos Científicos
12:00 – Intervalo
14:00 h – Mesa Redonda “Entrevista Forense: Abordagem Metodológica e Prática”
16:00 h – Mesa Redonda “Alienação Parental: Um Debate Necessário”
18:00 h – Intervalo
18:15 h – Conferência Internacional “Psicologia Forense na Abordagem de Gênero, Multietnicidade e Raça”
19:30 h – Encerramento

26 de Março de 2022
8:30 h – Mesa Redonda “Atuação Multidisciplinar nas Demandas Contemporâneas de Família”
10:00 h – Mesa Redonda “Práticas Forenses nas Demandas Cíveis”
12:00 h – Intervalo
14:00 h – Mesa Redonda “Análise da Credibilidade da Declaração”
16:00 h – Mesa Redonda “Psicologia Forense no Contexto Criminal”
18:00 h – Encerramento do I CIPF

Minicursos

Para participar dos minicursos ofertados na grade de programação o estudante deve esta atendo as seguintes regras:

  1. Os minicursos irão acontecer online e ao vivo do dia 23 ao dia 25 de março do corrente ano no período da manhã de 8:30 às 11:30h e cada um terá a carga horária de 3 horas.
    2. Cada participante poderá inscrever-se em apenas um minicurso por dia, ou seja, se no dia 23 de março tiver 4 minicursos acontecendo ao mesmo tempo, online e ao vivo, o participante poderá inscrever-se apenas em um único no dia 23 de março.
    3. A quantidade de vagas está limitadas a apenas 20 vagas para cada minicurso online e ao vivo.
    4. Até o dia 16/03/2022 será enviado um link para o e-mail dos participantes para que possam se inscrever nos minicursos online e ao vivo oferecidos nos 3 dias de evento.
    5. Os minicursos que puderem ser gravados ficarão disponíveis do dia 02/04/2022 ao dia 01/05/2022 para os participantes que tiverem interesse em inscrever-se neles e assisti-los integralmente. Estes minicursos terão certificação apenas se o participante inscrever-se neste e assisti-lo em formato gravado.
    6. Atenção: Fiquem atentos as datas de cada minicurso, pois nenhum participante poderá se inscrever em dois ou mais minicursos oferecidos online e ao vivo no mesmo dia. Caso isso ocorra à inscrição será automaticamente cancelada.

Programação dos Minicursos

23/03/2022 – 8:30 às 11:30 h

Entrevista Forense: desafios em oitivas de testemunha
Esp. Anderson Tamborim

Avaliação de Simulação com o Uso do Rorschach (Restrito a estudantes de psicologia e psicólogos)
Dra. Ana Cristina Resende

Psicologia Investigativa: Possibilidades de Atuação
MSc. Denis Lino

24/03/2022 – 8:30 às 11:30 h

Elaboração de laudos periciais
Dra. Vivian Medeiros Lago

Perícia em questões de guarda compartilhada.
MSc. Denise Maria Perissini da Silva

25/03/2022 – 8:30 às 11:30 h

Princípios da escuta protegida de crianças e adolescentes
Dra. Cátula Pelisoli

Melhorando as entrevistas forenses: a classificação funcional de elocuções
Dr. Reginaldo Alves Filho

Avaliação Neuropsicológica da Personalidade: quando, como e porque?
Dr. Rui Mateus Joaquim

Trabalhos Científicos

O processo de envio de propostas de trabalhos será totalmente online, através do preenchimento do Formulário para Submissão de Trabalho no ato da inscrição. Para submissão de trabalho a plataforma estará aberta com as  submissão de trabalhos científicos do dia 01 novembro de 2021  a 16 de fevereiro de 2022.

Acompanhe todas as diretrizes das inscrições, bem como as modalidades de trabalhos acadêmicos e suas modalidades de apresentação através do site do evento.

Inscrições

As inscrições serão através da plataforma Sympla. Após o cadastro, será enviado um e-mail de confirmação e, posteriormente, o link de acesso às atividades.

Poderão participar do evento, estudantes e profissionais de Psicologia, Direito, Serviço Social e áreas afins. Será cobrado um taxa referente a cada categoria, dentre elas: Estudantes de Graduação da UESPI, estudantes de pós-graduação da UESPI, estudante de graduação de outras instituições, estudantes de pós-graduação de outras instituições e profissionais.

Acompanha todas as novidades na página oficial do evento.

Fonte: UESPI

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Segunda edição do Centelha Piauí será lançado pela FAPEPI em 2022

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  • Post last modified:17 de dezembro de 2021
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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) executa o programa Centelha com a colaboração do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e da Fundação CERTI.

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Piauí, por meio de capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso. Em maio de 2020, foi lançado o primeiro edital onde 276 ideias foram submetidas, 821 empreendedores participaram das capacitações e 21 startups foram apoiadas. Cada startup recebeu um investimento de até 60 mil reais. No início de 2022 será lançado o edital da segunda edição do programa objetivando a captação de mais ideias inovadoras.

Um exemplo de sucesso da primeira edição é a startup EcoBfit.  A empresa produz alimentos a partir do coco babaçu, derivado de estudos desenvolvidos pela nutricionista e doutorando em Biotecnologia, Lindalva de Moura Rocha. Com a execução do programa Centelha Piauí, a pesquisadora fez uso de suas pesquisas, apresentando uma proposta inovadora para o edital da primeira edição do Centelha Piauí. E com o apoio aprimorou o resultado das suas pesquisas para serem produtos comercializados.  

Estande da EcoBfit na Expoapi

“O edital nos proporcionou transformar objeto que estava no campo acadêmico em produtos resolutivos que atende as necessidades do mercado e a ter uma visão mais ampla através das capacitações que nos deram suporte para desenvolver a startup. O programa oferece muitas capacitações que são cruciais para qualquer empreendedor desenvolver a sua proposta para ser submetida no edital. Com fomento do capital semente proveniente do Centelha, nós abrimos o CNPJ e desde então estamos realizando a execução do projeto”,  Explica Lindalva.

 EcoBfit desenvolve produtos alimentícios para o público geral e com restrições alimentares acessando um grande mercado consumidor, que de acordo com a Organização Mundial de Saúde(OMS), cerca de 70% da população mundial tem algum tipo de restrição alimentar relacionada à lactose. 

Por esse motivo, a pesquisadora participou também do Programa de Qualificação para Exportação(PEIEX) executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) com apoio Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). No PEIEX a EcoBfit foi qualificada para realizar o processo de exportação de seus produtos de forma planejada e segura. As empresas qualificadas pelo programa se tornam aptas a participarem de ações internacionais de promoção comercial organizadas pela Apex-Brasil e seus parceiros.

“Aquele pesquisador que desenvolve uma pesquisa que tem um grau de inovação e resolutividade procure o edital Centelha pois ele é uma oportunidade para toda pessoa que tem projetos que resolvem as dores da sociedade. Procure o site da FAPEPI e o programa Centelha, participe das mentorias, capacitações, leiam o edital atentamente e procurem participar pois ele é uma capital semente muito importante para desenvolver novos negócio”, destaca Lindalva Rocha.

Em 2022 será lançado o edital Centelha 2 onde mais empreendedores terão oportunidade de serem apoiados pelas capacitações, mentorias e receber investimentos financeiros ofertados pelo projeto que apoiará 61 novas startups.

Cada um dos projetos selecionados receberá até R$ 53 mil para desenvolver o modelo de negócio, até R$ 26 mil em bolsas e nove meses de capacitação. O prazo de execução dos projetos será de 12 meses após a data da contratação. Podem submeter propostas, pessoas maiores de 18 anos ou maiores de 16, se emancipadas. Desta vez, o edital permite a participação de servidores públicos, desde que não haja choque com a legislação da instituição empregadora.

O investimento global para a segunda edição do Centelha Piauí totaliza R$ 4,8 milhões, sendo R$ 2 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (concedidos através da Financiadora de Estudos e Projetos –  Finep), R$ 666 mil em contrapartida da FAPEPI, R$ 586 mil da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e R$ 1,5 milhão em bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Edital de apoio a olimpíadas científicas vai até amanhã (10)

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  • Post last modified:9 de dezembro de 2021
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Interessados em receber amparo para realização de Olimpíadas Científicas no Piauí têm até amanhã (10) para enviarem suas propostas. As propostas deverão ser encaminhadas pelo Sigfapepi, utilizando-se o formulário de Propostas online anexado ao Edital.

O Edital Nº 009/2021, do Programa de Apoio à Participação e Realização de Eventos Científicos, de Divulgação Científica e Tecnológica, divulgado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), tem o objetivo de estimular e apoiar propostas de Olimpíadas Científicas realizadas no Piauí. O Edital tem como foco o desenvolvimento científico, tecnológico, e inovação para popularização da ciência.

Desse modo, o edital visa ampliar a participação e aprimoramento do conhecimento de jovens estudantes piauienses, capacitando-os para competições nacionais e internacionais, garantindo, assim, a popularização da ciência e a melhoria da qualidade do Ensino Fundamental e Médio no estado.

Para saber mais sobre o assunto, acesse o link do Edital.

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Edital de Apoio à Editoração e Publicação de periódicos vai até dia 22 de dezembro

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Com o objetivo de apoiar a consolidação e a qualificação dos periódicos científicos vinculados às instituições sediadas no estado do Piauí, a FAPEPI mantem aberto até o dia 22 de dezembro o edital de número 008/2021.

Os periódicos devem estar enquadrados no sistema Qualis Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A chamada ainda contempla periódicos novos indexados, com, pelo menos, dois números publicados de forma regular até a data da inscrição

O edital é parte do Programa de Apoio à Participação e Realização de Eventos Científicos, de Divulgação Científica e Tecnológica (PAP-Divulgação Científica). O objetivo do programa é promover a produção de conhecimentos, transferência tecnológica e a inovação em prol do desenvolvimento do estado do Piauí.

Estão habilitados os periódicos promovidos por Instituições de Ensino Superior Públicas (IES), Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs) e Entidades Científicas de natureza pública e privadas sem fins lucrativo, sediadas no Piauí, de acordo com as regras do Edital.

Confira o edital.

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1º Edição do Centelha Piauí apresenta empresas contempladas pelo programa

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  • Post last modified:22 de setembro de 2021
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Ao longo da primeira edição, o Programa Centelha alcançou todas as regiões do Brasil e recebeu a submissão de mais de 14 mil ideias inovadoras, estimulando a criação de empreendimentos inovadores e disseminando a cultura empreendedora pelo país.

No Piauí, foram submetidas 276 propostas, e 28 projetos aprovados na etapa final. Os projetos aprovados tiveram aporte financeiro de cerca de 60 mil reais.

Dentre os projetos contemplados, selecionamos seis empresas para você ficar por dentro das novidades inovadoras que estão se transformando em negócios de sucesso!

Mulltiveículos.com

A multiveiculos.com atua como marketplace, servindo de conexão entre compradores e vendedores de veículos seminovos e usados. Nosso principal diferencial é a oferta de veículos vistoriados e a utilização de tecnologia de ponta para melhor experiência e comodidade dos usuários (compradores e vendedores).

O modelo de negócio contempla duas modalidades de oferta. A primeira é o leilão MV – exclusiva para lojistas (PJ) de todo o Nordeste. A segunda é o site multiveiculos.com, com ênfase na venda para particulares (PF).

Plastic Road

Um empreendimento que fornecerá produtos reciclados para fins na indústria de asfalto, sendo que a missão é ajudar a resolver dois problemas mundiais: epidemia de resíduos plásticos e aprimorar a qualidade do asfalto. O produto é comercializado em 3 tipos: MR6, MR8 e MR10, sendo cada um destinado ao local correto para o asfalto (ex: local em que o tráfego de carretas é maior, utiliza-se o MR10). Será feito acordo com usinas de asfalto, a fim de baratear o custo de produção e aumentar a qualidade e tempo de vida do asfalto. De acordo com os testes realizados, em comparação ao asfalto comum, as ruas de plástico apresentaram maior resistência à deformação, rigidez, resistência à ruptura e aumento do ponto de amolecimento do betume (maior resistência à temperatura) e elasticidade.

GestorClin

A Gestorclin é um SAAS voltado para clínicas e consultórios médicos.

Seu propósito é a otimização de tempo levando em conta a chegada do paciente à clínica até o processo de atendimento.

O procedimento de uso é definido em 3 passos simples e fácil de usar, a empresa preocupa-se com todo o corpo clínico e gera valor trazendo segurança e facilidade para gestão na área da saúde.

Hydrogels Tech

A escassez de água tem se tornado um problema cada vez maior e mais sério em todo o planeta. Pensando nisso, os hidrogéis têm se tornado um material cada vez mais utilizado, e versátil para aplicações que necessitam a utilização /reutilização de água. Este tema se encaixa em praticamente todas as ODS da Agenda 2030 da ONU.

Na escassez de água, os super hidrogéis é uma categoria de materiais com alta capacidade de absorção/liberação de água e de fluidos biológicos, com possibilidade de liberação de água na agricultura e em ambientes climatizados, e de fármacos, ocorrendo um intumescimento que pode ser associado a outras propriedades.

Dessa forma, soluções deste e de outros problemas podem ser propostas para ampliar as possibilidades de utilização de hidrogéis. Partindo da ampliação destas ideias, os problemas de saúde relacionados à obesidade têm aumentado, buscando-se métodos bem invasivos para perda de peso. Assim, pretende-se desenvolver cápsulas para saciedade e perda de peso.

Fábrica de Gênios

A plataforma possui um conjunto de cursos e projetos práticos para engajar os alunos no aprendizado orientado e objetivo, conforme o mercado demanda. Nela, cada aluno tem acesso ao seu currículo FG, ranking da plataforma, blog do FG e podem pegar ou não demandas externas relacionadas ao conteúdo abordado nos cursos advindas de empresas/clientes.

Masquil

Uma das principais demandas da aquaponia é por tecnologias que visam maior eficiência dos processos. Por isso, há a necessidade de monitorar e manter um controle mais apurado, pois a aplicação da automatização é fundamental para a aquaponia, já que diminui os erros, inclusive os voltados ao uso e reuso dos recursos naturais. Para uma maior automação da aquaponia o desenvolvimento de instrumentos e de sensores para medidas ou detecção de parâmetros ou de alvos de interesse se torna bastante relevante, isto aliado ao monitoramento da água em tempo real, permite que o produtor acompanhe remotamente, os parâmetros da água, permitindo ainda que os dados sejam filtrados por região de interesse e relacionados entre si, assim com o desenvolvimento de um sistema de monitoramento e controle remoto em aquaponia usando IoT, os processos operacionais de produção, podem ser monitorados, controlados e executados de maneira muito mais eficiente; desse modo, a automação exerce a sua função sobre os processos, para aumentar a produtividade do sistema e do trabalho; otimizar o uso de tempo, insumos e capital; reduzir perdas na produção e aumentar a qualidade dos produtos.

Para mais informações acesse o site do Centelha PI.

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