FAPEPI apoia pesquisa para motivação do tratamento da hipertensão arterial

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A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é um dos principais fatores de risco modificáveis para as doenças cardiovasculares com elevados custos de saúde e socioeconômicos. De acordo com o professor José Wictor Pereira Borges, responsável pelo projeto de pesquisa – Construção de banco de itens sobre motivação ao tratamento da hipertensão arterial – a baixa adesão ao tratamento é um dos principais fatores que dificultam o efetivo controle da pressão arterial. Cerca de 40% a 60% dos pacientes não fazem uso da medicação anti-hipertensiva prescrita, havendo um aumento dessa porcentagem nos países de renda baixa e em desenvolvimento.

Essa pesquisa é um recorte do projeto de “Instrumento de motivação ao tratamento da hipertensão arterial: desenvolvimento e validação”. Ele se caracteriza como estudo metodológico ancorado na Psicometria que segue três grandes pólos: teórico, empírico e analítico. E está sendo executada através do Programa de Bolsas de Iniciação Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), o projeto de pesquisa foi contemplado no Edital 002/2021. A equipe de pesquisa, é coordenada pelo professor José Wictor Pereira Borges, e conta com a pesquisadora assistente Haylla Simone Almeida Pacheco, os bolsistas Rebeca dos Santos Miranda de Oliveira e Leonardo da Conceição Pereira.

O panorama de altos índices de morbimortalidade e a baixa adesão ao tratamento no cenário tem alavancando reflexões de enfermeiros sobre o desenvolvimento e a utilização de estratégias de cuidado, prevenção, promoção da saúde e monitoramento. O pesquisador destaca que a adesão ao tratamento requer do indivíduo decisões compartilhadas e corresponsabilização com a família, profissionais e serviço de saúde, além da rede social de apoio. Desse modo, é necessário que haja motivação para essas tomadas de decisões.

“É um projeto de longo tempo, o método é composto por 7 etapas. A primeira foi desenvolvida com uma aluna do mestrado em saúde e comunidade. A segunda fase foi desenvolvida no primeiro ano de bolsa PBIC FAPEPI. A terceira estamos iniciando agora com a prorrogação da bolsa. A expectativa é que algum desses bolsistas de IC entre no mestrado para fazer as outras etapas como dissertação.” destaca o coordenador do projeto.  

O projeto se reveste de originalidade ao propor outra ótica para trabalhar com a adesão ao tratamento da HAS. Ao observar o contexto da adesão pela ótica da motivação ao tratamento, novos elementos de cuidado se apresentam a partir de um viés da psicologia positiva, e mostra outros caminhos que possam ser trilhados no cuidado às pessoas com HAS. Esse estudo ganha força com a aplicação da teoria da autodeterminação que permite compreender os reguladores de comportamento envolvidos na decisão de seguir ou não o tratamento. 

Ao final do projeto de bolsas, um banco de itens com qualidades conceituais e teóricas deve ser um instrumento de avaliação da motivação ao tratamento da HAS. O instrumento desenvolvido ao final do projeto será uma tecnologia avaliativa revestida de validação que poderá ser utilizada pelos enfermeiros no acompanhamento dessas pessoas. Os indicadores poderão direcionar o delineamento de ações de cuidado mais efetivas impactando na melhora da adesão terapêutica. O estudo servirá de referência para outros pesquisadores, nacionais e internacionais, por ser pioneiro na área e instrumento avaliativo mensurador da motivação ao tratamento da HAS. Essa pesquisa traz reconhecimento a uma tecnologia desenvolvida no Piauí.

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Pesquisa da UFDPar avalia impactos da pandemia entre a população idosa

A pandemia da covid-19 se revelou um problema de saúde sem precedentes na história recente da humanidade e que logo no início atingiu de forma significativa especialmente as pessoas idosas em diferentes partes do mundo. No início da emergência sanitária, quando muitas pessoas ainda não tinham a real dimensão da gravidade da crise, a população idosa foi a grande vítima fatal do vírus pelo mundo, em especial na China e Itália, no primeiro semestre de 2020. 

A situação de crise sanitária mundial também suscitou questões éticas com relação ao direito à vida e à legitimidade dos direitos dos idosos. Como se já não fosse suficiente ter de lidar com as possibilidades de dificuldades a mais que a idade avançada pode trazer, como riscos de doenças, o grupo etário mais velho também é vítima de um conjunto de preconceitos conhecidos como idadismo, ou etarismo, um preconceito que leva estereótipos negativos para a velhice e que põe como ideal de vida uma eterna juventude, além de enxergar o idoso na sociedade como alguém improdutivo e que, por isso, pode ser descartado. Essa pandemia acentuou a culpabilização dos idosos por terem criado demanda para o sistema de saúde mais do que jovens, que são vistos como produtivos.

Levando em conta essas problemáticas, é um fato que as tensões impostas pela pandemia, como o medo de contaminação e a falta de recursos, fizeram emergir alguns debates, entre os quais o fato dos idosos terem sido considerados uma das principais preocupações nesse momento de crise. Nesse sentido, diante da escassez de estudos mais profundos acerca de como a qualidade de vida social dos idosos durante a pandemia foi afetada, foi aprovada pelo Edital 002/2021 da Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI), a pesquisa coordenada pelo professor Ludgleyson Fernandes de Araújo do departamento de Psicologia da Universidade do Delta do Parnaíba (UFDPar) intitulada “Qualidade de vida e representações sociais frente à pandemia da covid-19: Um estudo entre idosos brasileiros.”

A pesquisa é exploratória e descritiva, utiliza dados transversais e contou com a participação de 130 idosos com 60 anos ou mais de ambos os sexos, residentes no Brasil. O trabalho foi organizado em dois estudos: No Estudo I elaborou-se uma pesquisa sobre as representações sociais de idosos em relação à covid-19. No Estudo II realizou-se um estudo sobre a qualidade de vida na velhice. O objetivo central dos pesquisadores é que este conjunto de pesquisas possam oferecer subsídios para a elaboração de estratégias e a implementação de melhorias nas práticas psicossociais frente à qualidade de vida na velhice e suas implicações frente a covid-19, a fim de fornecer subsídios teórico-práticos para os serviços de assistência social e para as pessoas idosas frente à pandemia.

“O distanciamento social das famílias e dos amigos foi o que mais afetou os idosos durante a pandemia. A qualidade de vida também transparece na pesquisa estar associada à saúde e aos recursos financeiros. Além da solidão que também aparece muito como uma das coisas que afeta esse grupo”, relata Gutemberg Sousa, bolsista de iniciação científica.

Também foram objetos do estudo compreender como os idosos brasileiros elaboram suas vivências acerca da velhice; como atuam os fatores sócio-cognitivos relacionados à representação da qualidade de vida na velhice de idosos brasileiros; conhecer a estrutura das representações sociais da qualidade de vida e pandemia da covid-19; elaborar material educativo em saúde (cartilha informativa acerca da pandemia na velhice que sirva de orientação aos familiares, idosos, coordenadores de grupos de convivências para idosos, psicólogos e demais profissionais da área da saúde e da educação); desenvolver um aplicativo para smartphone gratuito (iOS e Android) com informações educativas em saúde sobre qualidade de vida e a covid-19 para ser usado por profissionais de saúde, cuidadores, familiares e os próprios idosos.

“Essa pesquisa que levamos a cabo tem parceria com a Universidad Católica del Maule, do Chile, e a Universidad de Zaragoza, na Espanha, onde temos feito uma pesquisa transcultural. Nós sabemos que grande parte dos nossos idosos sofreram um impacto muito grande, muitos inclusive vieram a óbito. Frente a isso, este trabalho tem dado uma contribuição bastante significativa porque nós temos entendido que a qualidade de vida está muito associada à forma como a saúde e as políticas públicas chegam às pessoas idosas. Muitos idosos relatam que vivem o seu envelhecimento de forma ativa, produtiva, com independência, mas por outro lado muitos deles sofreram impactos nas suas famílias, amigos, pessoas próximas, e isso tem causado certo sofrimento psíquico neles”, conta o professor Ludgleyson.  

Ao longo da pesquisa foi aplicado um questionário sóciodemográfico, com a finalidade de obter informações sobre idade, sexo, estado civil, etnia, renda, orientação sexual, religião, se já foi vacinado contra a covid-19; um teste de Associação Livre de Palavras (TALP), com o qual foi possível obter um conjunto de representações sociais sobre qualidade de vida e pandemia da covid-19 e uma entrevista semiestruturada, para compreender as percepções dos participantes sobre velhice, qualidade de vida e pandemia da covid-19.

Os pesquisadores agora buscam com os resultados obtidos fomentar o desenvolvimento de práticas educativas junto a comunidade de idosos através de palestras, seminários, para disseminar informações que alcancem todos os campos de atuação em que a pandemia da covid-19 na velhice possa estar presente, visando o enfrentamento das situações adversas; encorajar novas produções acadêmico-científicas nacionais e internacionais; incrementar a internacionalização da pesquisa com o grupo de investigação dos pesquisadores no “Núcleo de Pesquisa e Estudos em Desenvolvimento Humano, Psicologia Educacional e Queixa Escolar” no Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFDPar.

“É uma pesquisa que tem uma grande contribuição para dar à psicogerontologia brasileira, em particular ao Piauí, na medida que estamos descobrindo e trazendo dados recentes de como a chegada da pandemia afetou negativamente a vida dos idosos”, afirma o professor.

Os resultados alcançados e as contribuições transculturais vão contribuir para uma maior robustez teórica e conceitual acerca do envelhecimento e o enfrentamento da pandemia da covid-19 com dados empíricos gerados em nosso meio, bem como na intervenção eficaz para convivência saudável das pessoas idosas e as diferentes faixas etárias. “Gostaria de agradecer à FAPEPI pelo fomento dado à pesquisa piauiense, na forma dos editais de iniciação científica, em especial da Universidade Federal do Delta do Parnaíba. Esperamos que possamos futuramente firmar novas parcerias para a produção do conhecimento científico”, finaliza o professor Ludgleyson.

O termo “ageism” (ou etarismo) foi criado por Robert Neil Butler, gerontólogo, em 1969, para se referir à intolerância relacionada à idade. De lá para cá, o mundo seguiu vendo o envelhecimento da população mundial, com o aumento das expectativas de vida nos países. A expectativa de vida global aumentou de 64,2 anos (em 1990) para 72,6 anos em 2019, e deve chegar a 77,1 em 2050; e em 2018, pela primeira vez, pessoas com 65 anos ou mais superaram em número as crianças menores de cinco anos no mundo, segundo dados da ONU, divulgados em junho de 2019 pela Agência Brasil. Fato é que os idosos são os grandes responsáveis para a coesão social e a cultura, por serem os atores que testemunharam acontecimentos históricos e que trazem essa memória para a melhor compreensão da vida pelos mais jovens, além de ser uma população crescente devido a queda das taxas de fecundidade e aumento da expectativa de vida.

O site das Nações Unidas Brasil destaca algumas recomendações para essa faixa etária, entre elas: que nenhuma pessoa, jovem ou velha, é dispensável, e que os idosos têm os mesmos direitos à vida e à saúde que todos os outros; que embora o distanciamento físico tenha sido crucial nos piores momentos, não se pode esquecer que o mundo é uma comunidade e que todos estão ligados; que todas as respostas sociais, econômicas e humanitárias devem levar em consideração as necessidades dos idosos, desde a cobertura universal de saúde à proteção social, trabalho decente e pensões. O secretário-geral da ONU também disse que o mundo não deve “tratar as pessoas mais velhas como invisíveis ou impotentes.”

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CNPq e MCTI lançam Chamada Pública para pesquisas destinadas ao Combate à poluição no mar

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) lançam a Chamada Pública CNPq/MCTI-FNDCT CT-Petro Nº 43/2022, para concessão de bolsas e auxílio financeiro para pesquisas destinadas ao Combate à poluição no mar e ambientes marinhos causada pelo plástico e seus subprodutos. 

A ideia é apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação do País em consonância com o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar (PNCLM). Os objetivos e diretrizes desta chamada são: 

  • Desenvolver diagnóstico e estratégias tecnológicas para combater a poluição no mar e ambientes marinhos causada pelo plástico e seus subprodutos em consonância com o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar – PNCLM.
  • Promover ações de educação, popularização e/ou divulgação científica para diferentes tipos de público, alcançando amplos setores da sociedade em articulação com especialistas, grupos e instituições que atuam nas áreas de educação formal e não formal. 

O prazo para submissão de propostas será até, às 23h59, do dia 05 de setembro. Os interessados devem realizar a inscrição, exclusivamente via Internet, através do Formulário de Propostas online disponível na Plataforma Integrada Carlos Chagas.

Serão selecionados projetos integrados ou redes de pesquisa em três distintas Linhas de Pesquisa:

Linha 1: Quantificação e tipificação do plástico. O objetivo desta linha é o de estabelecer o desenvolvimento de banco de dados com informações sobre os tipos de resíduos, fontes de origem, quantidades e distribuição do lixo no mar brasileiro com a finalidade de monitorar a efetividade das intervenções práticas e políticas para o combate ao lixo no mar. 

Linha 2: Tecnologias para decomposição, tratamento e substituição do plástico. O objetivo desta linha é o de fomentar projetos de inovação tecnológica para o aproveitamento do plástico recolhido do ambiente marinho, propiciar o desenvolvimento de materiais avançados para redesenho de produtos e substituição do plástico, com a finalidade de reduzir gradativamente o lixo presente nas praias brasileiras e nas águas do mar, atuando para que os impactos gerados por esses resíduos sejam minimizados. 

Linha 3: Redes de monitoramento da cadeia produtiva do plástico incluindo descarte e reciclagem. O objetivo desta linha é subsidiar o monitoramento da poluição causada pelo plástico na costa brasileira conforme previsto no PNCLM. Para tanto é necessário a realização de estudos da cadeia produtiva do plástico e seus subprodutos que forneçam dados e informações com metodologia científica padronizada, promovendo maior conhecimento e capacidade de pesquisa para subsidiar a tomada de decisão.  

Para saber mais acesse o link disponível.

Para consultar o edital acesse o link disponível.

Fonte: CNPq

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Iniciadas as submissões de propostas para o Edital de apoio a eventos científicos

A Fundação de Amapro à Pesquisa no Piauí – FAPEPI comunica a todos os pesquisadores vinculados à Instituições, órgãos ou empresas de Ensino Médio, Técnico, Tecnológico, Superior e/ou de Pesquisa, públicos ou privados sem fins lucrativos, sediados no Piauí e a sociedade civil piauiense a abertura do período de submissão de propostas no âmbito do Edital Nº 006/2022 – Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos, de Divulgação Científica e Tecnológica – PAP – Divulgação Científica da FAPEPI, que regulamenta a concessão de apoio financeiro à realização de eventos e produções técnico-científicas, artística/cultural de reconhecida relevância científica, tecnológica, artística e literária para o desenvolvimento do Estado do Piauí.

O período de submissões inicia hoje, dia 25 de julho de 2022 e se estende até o dia 28 de outubro de 2022. As propostas poderão abordar temáticas de qualquer uma das áreas dos conhecimentos que compõem as Câmaras Técnico-Científicas da FAPEPI; deverão apresentar previsão de execução no período de julho a dezembro de 2022 e devem ser encaminhadas através do sistema SIGFAPEPI (http://sistema.fapepi.pi.gov.br/).

Para apresentar solicitação de apoio financeiro ao evento, o proponente deverá ter seu currículo, bem como os demais integrantes da equipe executora, cadastrado no SIGFAPEPI e na Plataforma Lattes (www.lattes.cnpq.br/) atualizados; possuir preferencialmente, o título de Doutor; ter atuação em área afim com a do evento a ser realizado; ser o coordenador da proposta de realização do evento; ter vínculo formal e efetivo com a instituição, empresa ou órgão de execução da proposta; apresentar uma única proposta para o referido Edital e não possuir qualquer inadimplência, seja relatórios ou prestação de contas com a FAPEPI ou com a Administração Pública Estadual.

Serão destinados a este Edital recursos financeiros no valor total de até R$ 611.347,00 (seiscentos e onze mil, trezentos e quarenta e sete reais) oriundos do tesouro estadual do Piauí e definidos na programação orçamentária da FAPEPI. O apoio financeiro será concedido de forma total ou parcial, em relação ao orçamento e/ou ao plano de trabalho demonstrado na proposta de evento.

Para mais detalhes, confira a íntegra do Edital aqui.

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FAPEPI lança edital de fluxo contínuo para apoio a eventos

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí – FAPEPI lança hoje o Edital 006-2022, no âmbito do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos, de Divulgação Científica e Tecnológica – PAP – Divulgação Científica da FAPEPI que regulamenta a Concessão de Apoio Financeiro à realização de eventos e produções técnico-científicas, artística/cultural de reconhecida relevância científica, tecnológica, artística e literária para o desenvolvimento do Estado do Piauí.

O edital tem como objetivo apoiar financeiramente, durante o intervalo de tempo previsto no Edital,  propostas de realizações de eventos de reconhecida relevância científica e/ou tecnológica para o desenvolvimento do Estado do Piauí, com a finalidade de fomentar a popularização e a produção técnico-científica e artística/cultural resultantes de pesquisas e inovação, produções acadêmicas artísticas e literárias que favoreçam o desenvolvimento dos diferentes campos de saberes, bem como  a formação continuada de pesquisadores.

As propostas serão apresentadas em fluxo contínuo, respeitando o período definido para  a viabilidade dos trâmites  de execução orçamentária e  financeira da FAPEPI, conforme prazos definidos no Cronograma do Edital. 

Maiores informações podem ser encontradas na leitura integral do edital, clicando aqui.

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FAPEPI lança editais de bolsas de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) mais uma vez garante oportunidade de bolsas para graduandos, mestrandos e doutorandos, e torna público nesta sexta-feira (01) o lançamento de editais para concessão de bolsas de apoio às atividades de pesquisa científica, tecnológica e inovação.

A FAPEPI convida pesquisadores vinculados a Instituições de Ensino e Pesquisa sediadas no Estado do Piauí a apresentarem propostas para obtenção de bolsas na modalidade Iniciação Científica (IC) para estudantes de Graduação no âmbito do Programa de Bolsas de Iniciação Científica da FAPEPI – PBIC, e para mestrandos e doutorandos, no âmbito do Programa de Apoio à Pós-graduação Stricto Sensu (PAPG). Os editais podem ser conferidos clicando aqui.

Os programas visam contribuir para a formação de pesquisadores em todas as áreas do conhecimento, através da concessão de bolsas de iniciação científica a alunos de graduação (PBIC), mestrado e doutorado (PAPG). 

Para mais informações acesse nossas redes ou entre em contato pelo e-mail fapepi@fapepi.pi.gov.br.

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CNPq lança Chamada Pública para concessão de Bolsas de Iniciação Científica nas Ações Afirmativas

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou a Chamada Pública para apresentação de propostas de instituições interessadas em participar do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica nas Ações Afirmativas (PIBIC-Af).

O Programa irá conceder bolsas de Iniciação Científica (IC). A concessão das bolsas ocorrerá em dois ciclos de 12 meses: 01 de setembro de 2022 a 31 de agosto de 2023 e 01 de setembro de 2023 a 31 de agosto de 2024. O objetivo é selecionar Instituições de Ensino Superior (IESs) públicas que tenham política de pesquisa científica institucionalizada e que tenham implementadas políticas de ação afirmativa para o ingresso de estudantes de grupos historicamente excluídos no Ensino Superior, além de promover a formação de estudantes de graduação beneficiários de políticas de ações afirmativas das IESs públicas no método científico e em outros conceitos fundamentais para a produção do conhecimento científico. O programa também visa contribuir para a formação de recursos humanos para a ciência dentre beneficiários de políticas de ações afirmativas das IESs públicas. Dessa forma, o programa visa possibilitar o acesso e a integração dos estudantes beneficiários de políticas de ações afirmativas para ingresso no ensino superior de grupos historicamente excluídos do ambiente acadêmico à cultura científica.

Os critérios de elegibilidade são obrigatórios e a ausência de qualquer um deles resultará no indeferimento da proposta.

  • O responsável pela apresentação da proposta deverá, obrigatoriamente:
    • a) estar cadastrado como Representante Institucional de Iniciação Científica no Diretório de Instituições (DI) do CNPq;
    • b) ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, atualizado até a data limite para submissão da proposta, e
    • c) ter vínculo formal com a instituição de execução da proposta.
  • Vínculo formal é entendido como toda e qualquer forma de vinculação existente entre o proponente, pessoa física, e a instituição de execução da proposta.
  • Na inexistência de vínculo empregatício ou funcional, o vínculo deverá estar caracterizado por meio de documento oficial que comprove haver concordância entre o proponente e a instituição de execução da proposta para o desenvolvimento da atividade de pesquisa e/ou ensino, documento que deverá ficar em poder do proponente, não sendo necessária a remessa ao CNPq.
  • No formulário de submissão da proposta, o proponente deverá declarar, para os devidos fins de direito, que não possui qualquer inadimplência com o CNPq e com a Administração Pública Federal, direta ou indireta, sob pena de indeferimento.
  • Caso constatada, a qualquer tempo, a falsidade da declaração, o CNPq adotará as providências cabíveis diante dos indícios de crime de falsidade ideológica.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global da ordem de R$ 8.000.000,00, sendo este total oriundo do orçamento do CNPq, a ser liberado de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira do CNPq.

As propostas deverão ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, utilizando-se o Formulário de Propostas online disponível na Plataforma Integrada Carlos Chagas. O horário limite para submissão das propostas ao CNPq será até às 23h59, horário de Brasília, do dia 01 de agosto de 2022.

A divulgação do resultado preliminar do julgamento no Diário Oficial da União, por extrato, e na página do CNPq na internet.

Para mais informações acesse o link.

Para acessar a Chamada Pública clique aqui.

Fonte: CNPq

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FAPEPI prorroga bolsas PBIC por mais um ano

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Professor Osmar Gomes

A Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI) informa que as bolsas de PBIC relacionadas ao Edital 002/2021, originalmente com prazo de vigência de até 12 meses, foram prorrogadas por igual período, seguindo a disponibilidade orçamentária e financeira do Tesouro Estadual.

A prorrogação das bolsas auxiliará no maior desenvolvimento de algumas pesquisas, como é o caso da pesquisa “CONTAS PÚBLICAS ABERTAS: a origem e o destino dos recursos orçamentários do fundo público piauiense”, coordenada pelo professor Osmar Gomes, docente do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPAR) e do programa de pós-graduação em políticas públicas da Universidade Federal do Piauí (UFPI).

O projeto de pesquisa tem como objetivo ampliar a transparência e o controle social da execução orçamentária das contas públicas no Estado do Piauí. Buscará compreender a formação do fundo público, expressa na estruturação da receita orçamentária, a partir das diversas fontes de recursos, bem como sua destinação, a partir do montante, da direção e da relevância dos gastos não financeiro e financeiro, no período de 2015 a 2021; também buscará contribuir para a ampliação da transparência e do controle social sobre o orçamento público piauiense, por meio de uma pesquisa documental junto às peças orçamentárias do governo estadual publicizadas nos sítios eletrônicos das secretarias de planejamento e da fazenda e/ou no Tribunal de Contas do Estado.

Os resultados serão amplamente difundidos e debatidos com a sociedade piauiense por meio de seminário e/ou oficina/curso com o intuito de reforçar a importância do planejamento, execução e controle social do orçamento público para uma gestão pública mais eficaz, garantindo vida mais digna para todos e todas.

A pesquisa tem relação com os objetos de pesquisa do Grupo de estudo “Observatório do Fundo Público”, que iniciou suas atividades em 2019, do qual o professor Osmar faz parte. O grupo realiza pesquisas sobre poder estatal, orçamento público, financiamento de políticas sociais e mais especificamente na análise de quais grupos sociais são mais beneficiados e onerados na arrecadação tributária e na alocação destes recursos.

“É uma pesquisa com conteúdo crítico, no sentido em que nós não só levantamos números do quanto foi arrecadado e gasto, mas queremos identificar quais são as camadas da sociedade que são mais prejudicadas ou beneficiadas do ponto de vista da arrecadação dos tributos como do ponto de vista da aplicação desses recursos nessas áreas”, declara o professor Osmar Gomes.

Esclarecimentos e informações adicionais sobre o conteúdo deste Edital podem ser obtidos no portal da FAPEPI: www.fapepi.pi.gov.br ou nos seguintes endereços: dtc.fapepi@gmail.com, regina@fapepi.pi.gov.br.

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CAPES seleciona dez consultores para apoiar internacionalização

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A CAPES e a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) vão selecionar 10 consultores para apoiar a internacionalização da pós-graduação brasileira. O processo foi oficialmente lançado nesta segunda-feira, 13 de junho, nos Editais nº 8485 e 86 de 2022 da OEI.

O Edital nº 84/2022 selecionará quatro consultores para apoiar a CAPES na organização de material voltado a programas de pós-graduação com pouca ou nenhuma inserção internacional. Serão preparados conteúdos destinados ao aprimoramento do corpo técnico da CAPES e de instituições de ensino superior, além  da produção seminários e encontros sobre internacionalização.

Outros quatro consultores serão selecionados pelo Edital nº 85/2022. Esses profissionais farão um diagnóstico das ações de cooperação internacional e de concessão de bolsas no exterior. O trabalho também avaliará o fomento das ações de internacionalização da CAPES para organizar e compor material impresso, digital e audiovisual sobre o tema.

Por fim, o Edital nº 86/2022 selecionará dois consultores. Um deles estudará a metodologia da CAPES para os instrumentos de monitoramento dos programas de internacionalização. O outro validará procedimentos para analisar a eficácia dos modelos usados para internacionalizar a pós-graduação.

Os interessados devem encaminhar currículo, acompanhado dos documentos comprobatórios da experiência profissional e formação acadêmica, para o e-mail cgbp@capes.gov.br até a próxima segunda-feira, 20. Os editais completos e respectivos termos de referência estão publicados no site da OEI.

Fonte: CCS/CAPES

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FAPEPI participa de Fórum do Confap e de lançamento do Edital Amazônia +10

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí, FAPEPI, participa nesta semana do Fórum Nacional CONSECTI/CONFAP. A cidade de Manaus (AM) sedia desde o dia 08 até o dia 10 de junho de 2022 o evento, que discute Ciência, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no Brasil e alguns países como: Austrália, Espanha, França, incluindo os diversos atores das diferentes áreas, realizando a Internacionalização na Ciência.

Nesta ordem: presidente do CNPq, Evaldo Vilela; Diretora Técnico-Científica da FAPEPI, professora Nayana Pinheiro Machado de Freitas Coelho; Presidente da FAPEPI, Antonio Cardoso do Amaral; Presidente do CONFAP, Odir Dellagostin; Presidente do CONSECTI, Rafael Pontes Lima.

A FAPEPI está representada nesse evento pelo seu Presidente, Professor Antonio Cardoso do Amaral, e pela sua Diretora Técnico-Científica, Professora Nayana Pinheiro Machado de Freitas Coelho.

O evento é realizado pelo Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia & Inovação (CONSECTI) e pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O Fórum reúne presidentes e representantes das 26 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), das agências federais, CNPq, FINEP, EMBRAPII e CAPES, Secretários Estaduais de CT&I, além de representantes de entidades acadêmicas e científicas, e agências internacionais.

Em sua cerimônia de abertura oficial, na manhã desta quinta-feira (09), diversas autoridades nacionais e do Estado do Amazonas estiveram presentes e fizeram uso da fala, destacando os investimentos e os resultados nos campos de CT&I. Durante a abertura oficial do Fórum também foi realizado o lançamento do Edital Amazônia+10, uma iniciativa construída no âmbito do CONSECTI e do CONFAP, que tem por objetivo apoiar pesquisas científicas e desenvolvimento tecnológico na região da Amazônia Legal, por meio de parcerias entre as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), o setor privado, governos e organizações internacionais.

Em adesão ao edital a FAPEPI disponibilizou um orçamento de R$ 300 mil que deverá ser aportado para amparar pesquisa a ser realizada no âmbito da chamada pública.

As ações da iniciativa serão focadas em quatro temáticas prioritárias: conservação da biodiversidade e respostas à crise climática; proteção de populações e comunidades tradicionais; enfrentamento dos desafios urbanos; e adoção da bioeconomia como política de desenvolvimento econômico para a região.

Com a participação de agências internacionais, empresas e governos, o valor do investimento no projeto Amazônia +10 poderá chegar a R$ 500 milhões.

Fonte: CONFAP

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