FAPEPI realiza reunião com representantes da INVESTE PIAUÍ sobre editais de aceleração e internacionalização de startups

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Nesta terça-feira (07), o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), João Xavier da Cruz Neto, reuniu-se com representantes da Investe Piauí para falar sobre os editais de incubação, aceleração e internacionalização de startups, a chamada em conjunto com o MIT e a chamada Tecnova III.

A representante da Investe Piauí, Luciana Tsukada, destaca que a reunião teve como objetivo discutir sinergias entre os dois editais, o Tecnova III e o edital de aceleração e internacionalização lançado no Palácio do Karnak neste último sábado (04).

“Nós estamos representando a Investe Piauí. A reunião hoje [07] foi para a gente discutir sinergias entre o edital que foi lançado no sábado [04] junto com o a chamada do Tecnova, porque essa chamada específica foca em aceleração e internacionalização de startups e a ideia dessa chamada de aceleração desse edital é justamente o desenvolvimento de startups com uma visão global”, destaca Luciana.

Luciana também destaca a importância de investimentos para a consolidação de editais como esse, o edital Tecnova III e a chamada de aceleração e internacionalização de startups para a comunidade piauiense.

“A própria professora do MIT [Shari Loesseberg], ressaltou várias vezes a importância de ter recursos financeiros pra dar suporte para esses novos empreendimentos que estão surgindo em qualquer território. Então, não adianta nada a gente ter uma metodologia, ter aceleradora, ter o por trás de tudo isso se a gente não conseguir trazer recursos para que essas startups se desenvolvam”, relata.

“Ele [o edital Tecnova] vai alcançar qualquer público que tenha uma solução desenvolvida, que já esteja no mercado atuando ou que tenha um modelo de negócios com um potencial muito grande de mercado, independente se vem de uma comunidade, ou de startups ou do meio acadêmico. Ter uma solução com um modelo de negócios com potencial de escalabilidade alto para que essa empresa se desenvolva tanto aqui no estado como fora do estado”, finaliza.

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FAPEPI divulga Resultado Final da fase 3 do Programa Centelha II PI

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Nesta sexta-feira (03), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí divulga o Resultado final da 3ª Fase do Edital nº002/2022 – Centelha II Piauí.

O Programa é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação CERTI e executada no Piauí pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (FAPEPI).

Como funciona

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

No endereço eletrônico, é possível obter mais informações sobre o programa e seu edital detalhado em todos os estados. 

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FAPEPI realiza reunião com professores da UFPI para falar sobre aprovação de INCT em Polissacarídeos

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Nesta sexta-feira (03), professores da Universidade Federal do Piauí (UFPI), representados pelo Prof. Dr. Edvani Curti Muniz, docente do Departamento de Química – UFPI, realizaram uma reunião com o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), Prof. Dr. João Xavier da Cruz Neto, para falar sobre a aprovação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Polissacarídeos que será executada na universidade federal.

Em entrevista, o professor Edvani Muniz destacou a importância do novo instituto para a região.

“O motivo da reunião feita com o professor Xavier foi trazer a notícia da aprovação do nosso INCT em polissacarídeos, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Polissacarídeos, A UFPI como instituição executora eu eu sou o coordenador desse importante projeto para o Piauí, para a região e para todo o Brasil. Porque nesse projeto, estão envolvidas quinze universidades, a maioria delas federais, de todas as cinco regiões do país e com 53 pesquisadores brasileiros envolvidos com seus grupos de pesquisa e mais 19 instituições do exterior, com 21 pesquisadores estrangeiros. Então, é um projeto bastante amplo, muito importante, e que a FAPEPI já demonstrou apoio, em termo de contrapartida, que este instituto seja instalado e tenha pleno êxito”, destaca Edvani Muniz.

O professor Edvani também destacou a importância das atividades que serão propostas pelo instituto em polissacarídeos e que deverá seguir modelos de atividades similares que são executadas em outras regiões do país.

“O professor Xavier demonstrou total apoio a esse instituto e pediu que a gente fizesse em um próximo momento um relatório das principais atividades que vamos desenvolver neste INCT, e que a gente possa também propor outras atividades de inovação similares ao que é executado no CIMATEC, em Salvador, Bahia. E a gente vai fazer atender essa proposição dele, de tal forma que o instituto possa fazer além das atividades já propostas no projeto, também fazer essa maior amplitude das atividades de ciência, tecnologia e inovação, seja no âmbito dos polissacarídeos, também seja em outros âmbitos que a gente possa atender”, relata.

O professor Edvani conta que as atividades do instituto serão realizadas na Universidade Federal do Piauí. 

“Então, em um primeiro momento, esse instituto vai ser montado dentro das instalações da UFPI. Mas a gente, inclusive, conversou com o professor Xavier a possibilidade da gente fazer em um segundo momento, com apoio do estado do Piauí, esse instituto talvez de maneira independente, prestando serviço às indústrias da região, aos grupos interessados, de tal forma que a gente possa induzir um ambiente de inovação, tecnologia na região”, destaca.

O professor Edvani também relata que essas atividades contribuirão para a comunidade piauiense no manejo e produção dos materiais como a goma do cajueiro, que é extraída através de trabalhadores da agricultura familiar.

“Os polissacarídeos são materiais advindos da nossa biodiversidade. Por exemplo, a goma do cajueiro é um polissacarídeo. Portanto, é abundante aqui na região, e que ao nosso ver ainda tem sido pouco explorada. Então, tem dois lados da ponta. Você desenvolver tecnologias que melhore, agregue valor a esse polissacarídeo, e também que você possa melhorar a condição do agricultor que vai lá coletar essa goma, em termos de agricultura familiar, melhorias de condições [de trabalho], melhorar a escolaridade das pessoas, das famílias. Então, tem todo esse aspecto. Também melhorar a sua renda, de tal forma que ele [agricultor] possa produzir mais e com qualidade essa goma do cajueiro. Além da goma do cajueiro tem outros polissacarídeos, o xixá, o mesocarpo, e outros que nós estamos colocando em nosso projeto que vai, com certeza, trazer uma melhoria em todos os aspectos. Seja na colheita do material, seja na produção, caracterização e até desenvolver produtos baseados nesses tipos de polissacarídeos”, relata.

As ações coordenadas pelo instituto já estão organizadas no projeto aprovado, e beneficiará em diversos aspectos às famílias piauienses.

“Existem ações planejadas, o projeto está todo bem descrito, como que a gente vai fazer isso, inclusive, como que a gente vai divulgar, dentro do âmbito dos polissacarídeos, para as escolas, por exemplo, do segundo grau, ensino fundamental, desse tipo de material, além da sua importância, quais são os benefícios para a sociedade que podem ser obtidos a partir dos polissacarídeos”, acrescenta.

O professor esclarece que o instituto, inicialmente, não contará com uma sede própria e utilizará as instalações da própria universidade para as pesquisas na área.

“Em um primeiro momento não haverá obras para construção [instituto], a gente vai utilizar os laboratórios já existentes na UFPI para a gente fazer as pesquisas. Em um segundo momento, se houver apoio do estado do Piauí para fazer isso, podemos construir um local, seja dentro da UFPI ou fora dele, de tal forma que a gente possa centralizar as atividades do instituto nesse local. Mas o instituto não é só aqui no Piauí, esse instituto envolve, como eu falei, grupos de diferentes universidades do Brasil. Nós, na verdade, vamos sediar esse instituto e coordená-lo, mas esse instituto tem participantes de todas as cinco regiões geográficas do país”, finaliza.

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FAPEPI realiza reunião para definir Acordo de Cooperação com CFQ

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Nesta quarta-feira (01) foi realizada reunião na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), com professores da Universidade Federal do Piauí, Prof. Dr. João Sammy e o Prof. Dr. José Ribeiro dos Santos Júnior representante do Conselho Federal de Química (CFQ). Com o objetivo de apresentar um proposta de acordo de cooperação entre a FAPEPI e o CFQ, representado pelo Prof. Dr. José Ribeiro, professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e conselheiro do CFQ.

A Assessora de Gabinete da FAPEPI, Eliana Abreu, falou sobre o interesse da instituição para a implantação desse acordo.

“Nós fomos procurados pelo Conselho Federal de Química, na pessoa do Professor José Ribeiro, para firmarmos um acordo de cooperação técnica para algumas atividades na área de Química. E nesse sentido, a FAPEPI foi muito receptiva e estamos aguardando, agora, os termos do acordo para que a gente possa conduzir as negociações até firmar esse acordo”, destaca Eliana Abreu.

O Prof. Dr. José Ribeiro dos Santos Júnior, destacou a importância desse acordo para o Piauí e para essa área do conhecimento científico.

“Considerando, a priori, que a gente vai fazer depende de química, seja desinfetante, detergentes, corantes, jeans, tudo tem um pedaço da química. Borracha, polímero. E como aqui no estado tem três instituições que trabalham com química, a Universidade Federal, Estadual e o Instituto Federal, a gente acha que o caminho para ajudar a desenvolver, a trazer mais profissionais e melhorar a qualidade dos profissionais seria um convênio para fomentar na sociedade esse processo de química. Seja o professor que vai dar aula de química, para desmistificar aquela ideia de que a química é um bicho-papão. Não é nada disso. Então, para isso, você treina o professor. Como também criar a consciência de que desmistificando ainda mais uma vez o quê as pessoas têm da química, que é ruim, não é. Química é o bem. Sem a química, a gente não conseguiria fazer, porque adubo para poder fazer defensivos agrícolas, para aumentar a produção. Então, tudo praticamente tá envolvendo química e é nesse sentido que a gente acha que divulgar, congregar a sociedade vai fazer um trabalho bem interessante”, destaca o professor.

O professor também destacou que a ideia de firmar este acordo vem a partir de um planejamento que teve seu surgimento no fim do ano de 2022.

“Essa ideia de trazer para o Estado foi a partir de uma discussão no Conselho Federal de Química, em que o conselho se propôs a ajudar a realizar um evento dessa natureza de divulgação e conhecimento dessa área para a sociedade. Essa ideia nasceu no fim do mês de outubro e novembro do ano passado. Tomei a iniciativa de conversar com o presidente da FAPEPI, Professor Xavier, e aí ver o quê que a gente pode fazer”, acrescenta.

O acordo ainda não foi firmado, mas as partes interessadas estão dialogando para sua efetiva celebração. 

“Para a implantação e quais são os tipos de recursos ou materiais ainda será discutido, porque a gente só está criando as bases para isso. Como essas coisas dependem de recurso, e a gente tem que ver no conselho federal qual a disponibilidade que eles podem trazer. Isso é bom para a gente, pois seria um piloto para o Conselho Federal, também seria interessante fazer um piloto, para depois estender ao resto do país”, finaliza.

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FAPEPI recebe representantes da SBPC para falar sobre apoio a evento científico

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Nesta quinta-feira (26), representantes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Prof.ª Dr.ª Olívia Cristina Perez – Coordenadora local do Encontro Regional da SBPC no Piauí, a Prof.ª Dr.ª Cláudia Linhares – Universidade federal do Ceará (UFC) e direção nacional da SBPC, o Prof. Dr. Vitor Sandes – Universidade Federal do Piauí (UFPI), e o Prof. Dr. João Xavier da Cruz Neto – Universidade Federal do Piauí (UFPI), visitaram à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) para falar sobre o Encontro Regional da SBPC no Piauí, organizado pela instituição, e que ocorrerá entre os dias 13 e 15 de março de 2023. O evento conta com apoio financeiro da FAPEPI para a sua realização.

Olívia Cristina Perez, coordenadora local do Encontro Regional da SBPC no Piauí, destaca que o evento será aberto para toda a comunidade, e contará com grandes nomes da Ciência em âmbito nacional e regional.

“A gente vai trazer [SBPC] grandes nomes da ciência brasileira e da ciência do Piauí, além de grandes lideranças de movimentos sociais que fazem discussão sobre temas que estão presentes na sociedade. A gente faz o convite para que todo mundo, estudantes do ensino básico ao ensino superior, professores e interessados em ciência, participem do evento aqui em Teresina. Será entre os dias 13 e 14 de março, na UFPI, e dia 15 de março ocorrerá uma atividade em Campo Maior. O evento também tem como objetivo comemorar os 200 anos da Batalha do Jenipapo”, destaca Olívia Perez.

“Bom, primeiro a gente tem como objetivo reativar a SBPC no Piauí, porque a gente estava sem uma representação estadual, junto à SBPC nacional, e a gente quer discutir ciência. Estamos saindo de um contexto de uma disputa muito grande entre o campo científico e outros tipos de conhecimento. Então, acho que exatamente nesse momento discutir conhecimento científico e temas que interessam à comunidade é fundamental para gente avançar, inclusive na resolução dos nossos problemas, porque a gente resolve o problema com base no conhecimento científico”, finaliza.

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Publicado o resultado preliminar da fase 3 do Centelha Piauí

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), divulga nesta quinta-feira (19) o Resultado final da 3ª Fase do Edital nº002/2022 – Centelha II Piauí.

O Programa é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação CERTI e executada no Piauí pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (FAPEPI).

Como funciona

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

No endereço eletrônico, é possível obter mais informações sobre o programa e seu edital detalhado em todos os estados.

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FAPEPI lança Edital 001/2023 do Programa PAP – Divulgação Científica da FAPEPI

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), divulga nesta terça-feira (18) o Edital 001/2023 do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos, de Divulgação Cientifica e Tecnológica – PAP – Divulgação Cientifica da FAPEPI.

O objetivo do edital é apoiar financeiramente, durante o intervalo de tempo previsto, propostas de realizações de eventos de reconhecida relevância científica e/ou tecnológica para o desenvolvimento do Piauí. O prazo para submissão de propostas começa no dia 25 de janeiro e tem prazo máximo até o dia 31 de outubro de 2023. Vale salientar que a submissão deve ocorrer com no mínimo 90 dias de antecedência da data de início do evento.

Para realizar a submissão de proposta, o proponente deve atender aos critérios exigidos no edital. O coordenador da proposta, deverá estar vinculado à Instituições, órgãos ou empresas de Ensino Médio, Técnico, Tecnológico, Superior e/ou de Pesquisa, públicos ou privados sem fins lucrativos, sediadas no Piauí. E também deverá está cadastrado no SIGFAPEPI e na Plataforma Lattes (atualizados a partir da vigência do edital).

O edital conta com três níveis de abrangência (Internacional, Nacional/ Regional, e Estadual/local). Os valores máximos para cada proposta são:

  • Internacional – R$20.000,00
  • Nacional/Regional – R$15.000,00
  • Estadual/Local – R$6.000,00

Excepcionalmente propostas de eventos de maior porte e representatividade nas grandes áreas do conhecimento e/ou do setor de Inovação, com amplo histórico de realizações, poderão ser apresentados orçamentos de até R$30.000,00 (trinta mil reais), com autorização prévia do Conselho Técnico Administrativo da FAPEPI.

Para dúvidas e esclarecimentos entrar em contato através do e-mail: dtc@fapepi.pi.gov.br

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Prorrogado o prazo da chamada ERC-CONFAP-CNPq-2022 até janeiro de 2023

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O Conselho Nacional de Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), prorroga o prazo para submissão de propostas da chamada ERC-CONFAP-CNPq 2022. O prazo inicial para as submissões de propostas era até esta quinta-feira (15) foi alterado para o dia 12 de janeiro de 2022.

A chamada é lançada no âmbito do Acordo de Implementação (Implementing Arrangement) assinado entre a Comissão Europeia e o CONFAP, em outubro de 2016, e inclui o CNPq por meio do Arranjo Administrativo (Administrative Arrangement) assinado entre as instituições, em novembro de 2021.

Pesquisadores do Brasil com título de doutorado e ativos poderão participar de projetos multidisciplinares na fronteira do conhecimento, fomentados pelo Conselho Europeu de Pesquisa, em países que fazem parte da União Europeia ou associados.

Modalidades de apoio

As Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) participantes da chamada, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), ou o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) irão cobrir as despesas de viagem dos pesquisadores;

Os projetos fomentados pelo ERC poderão cobrir outros custos, como diárias e/ou outros custos diretamente ligados à implementação do projeto coordenado pelo ERC Grantee (Coordenador do projeto financiado pelo ERC).

As propostas aprovadas poderão ser realizadas em um período contínuo ou dividido em visitas curtas. Os pesquisadores continuarão a receber seus salários e/ou bolsas de acordo com os termos e condições de suas instituições no Brasil.

Para saber mais acesse o edital da chamada.

Para mais informações acesse a página do CONFAP.

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Estudo destaca diversidade de estruturas de flores no Piauí

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O conjunto da fauna e da flora do Piauí é considerado muito diverso devido à localização do estado, que é influenciado pelos domínios florísticos do bioma amazônico, do cerrado e da caatinga. Aqui se destacam a caatinga e o cerrado do Nordeste, além de muitas regiões de transição. Essa diversidade resulta em uma paisagem composta por mosaicos de tipos vegetacionais e grande riqueza florística. Esta variedade implica em um grande potencial para pesquisas e desenvolvimento científico e tecnológico.

Dentre as diversas famílias de plantas que ocorrem no Piauí, a Leguminosae é a mais predominante em estudos. Trata-se de uma família de plantas com flor, com grande distribuição mundial, que inclui as espécies vulgarmente conhecidas por leguminosas, entre as quais predominam algumas das plantas cultivadas com maior importância econômica no mundo. Além disso, a maioria das espécies nativas utilizadas pela população piauiense para fins medicinais são leguminosas. Exemplos são a fava-d’anta, o sabiá, e o amargoso.

A flora do Piauí representa uma oportunidade promissora para o estudo das estruturas das espécies de leguminosas, principalmente se considerarmos que muitos autores concordam acerca da falta de conhecimento sobre a flora do nordeste, especialmente do Piauí. Nesse contexto, está em andamento o trabalho de pesquisa intitulado “Diversidade de estruturas secretoras florais em espécies de Leguminosae do Piauí”, que é coordenado pela professora Dra. Thais Cury de Barros, docente do departamento de Biologia na Universidade Federal do Piauí. O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI) através do Edital Programa de Infra-Estrutura para Jovens Pesquisadores – Programa Primeiros Projetos (PPP), em parceria com o CNPq.

A equipe desse projeto é multidisciplinar, sendo composta pela professora Simone de Pádua Teixeira, anatomista da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP de Ribeirão Preto, professora Gardene Maria de Sousa, taxonomista da Universidade Federal do Piauí, professor Leonardo Maurici Borges, taxonomista da família leguminosae na Universidade Federal de São Carlos, professora Juliana Villela Paulino, anatomista pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de alunos de graduação.

Em entrevista, a pesquisadora responsável pelo projeto relata que neste trabalho a equipe procura investigar a ocorrência de glândulas ou estruturas secretoras florais, buscando essas estruturas nas flores em espécies de leguminosas do Piauí. Assim, o primeiro passo foi selecionar 20 espécies que representam vários grupos da família Leguminosae e coletar as espécies no campo. O principal ponto de coleta foi o Parque Nacional de Sete Cidades.

As flores das plantas coletadas são então colocadas em frascos com uma solução chamada fixador, que preserva o material para estudos anatômicos futuros. No laboratório, essas amostras são processadas para a confecção de lâminas histológicas, que são lâminas com amostras de tecidos que podem ser estudadas no microscópio. As lâminas são então coradas, estudadas e interpretadas e, como resultado, é feita a caracterização anatômica de uma determinada espécie com suas respectivas estruturas secretoras. A partir desses resultados, obtidos na forma de imagens feitas no computador, se inicia então a parte interpretativa. O estudo dessa parte das plantas é essencial para diversas finalidades.

As estruturas secretoras ou as glândulas são muito importantes para a indústria farmacêutica e cosmética, já que é a partir destas estruturas que é produzida a maior parte dos princípios ativos que são utilizados em medicamentos fitoterápicos e cosméticos. O óleo essencial do alecrim, borracha da seringueira ou nas fragrâncias florais que estão contidas na perfumaria, por exemplo, são produzidas nestas pequenas estruturas das plantas.

As estruturas secretoras são muito diversas nas plantas, desde o formato até a natureza química do composto que é produzido. Por isso, o primeiro passo para que se possa entender essa diversidade, é obter a localização e a caracterização dessas estruturas na planta. “Nós sabemos que a flora do Piauí é muito rica e apresenta muitos tipos de formações vegetais e por isso é esperado que exista uma grande diversidade dessas estruturas nas plantas”, relatou a coordenadora do projeto.

A pesquisa sobre a temática apresenta desafios, como coloca a professora. “Assim, como toda área de pesquisa existem dificuldades, no escopo deste trabalho, o primeiro desafio é localizar e reconhecer as espécies de interesse no campo com ajuda de especialistas. Vale ressaltar que encontrar as espécies no seu período de floração é difícil, as plantas geralmente não estão floridas o tempo inteiro e encontrar a flor de  todas essas espécies não é fácil. No laboratório há também dificuldades que são parte do protocolo padrão, mas como as plantas possuem tecidos diferentes com texturas diferentes, os protocolos às vezes precisam ser adaptados para cada espécie. Então, os tempos de inclusão dos materiais varia para cada espécie, isso também faz com que esse trabalho seja vagaroso no laboratório. Não são resultados que são obtidos em poucos dias. São resultados que são obtidos durante meses”, relatou Thaís Cury.

A professora Thaís relata que a flora do Piauí é muito rica, porém, ainda pouco explorada a níveis mais profundos. “Então, essa pesquisa busca encontrar resultados inéditos sobre estruturas secretoras que ainda não estão descritas na literatura para essa família de plantas, e isso vai nos ajudar a compreender melhor as estratégias adaptativas dessas plantas em relação ao ambiente no Piauí”, conta a professora.

A diversidade dessas estruturas também irá ajudar a compreender melhor a relação entre os grupos de plantas e também sobre a evolução dessas próprias estruturas secretoras nas mesmas. Os resultados obtidos nessa pesquisa também irão servir como subsídio para futuros trabalhos sobre plantas medicinais. “Esse é o primeiro passo para nós localizarmos possíveis plantas que possam ter um interesse farmacêutico ou cosmético entre a diversa flora do Piauí ”, finaliza.

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FAPEPI participa de Congresso “Evidências do mundo real por inteligência artificial” na UFPI

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí, FAPEPI, esteve presente hoje (08) na abertura do Congresso “Evidências do mundo real por inteligência artificial”, na Universidade Federal do Piauí, UFPI. Estiveram presentes o presidente da FAPEPI, Antonio do Amaral e o diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Ciro Sá.

Com o objetivo de aproximar a Inteligência Artificial ao contexto da saúde, aconteceu na manhã desta quinta-feira (8), no Cine Teatro da UFPI  e online por meio o canal da LASD-UFPI,  a abertura oficial do Congresso “Evidências do mundo real por inteligência artificial – ERIA REAL WORLD EVIDENCE”.  O evento conta com o amparo da FAPEPI.

O evento é uma realização do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Educação Permanente para o SUS (NUEPES), em parceria com o Programa de Mestrado Profissional em Saúde da Mulher (PMPSM) e Liga Acadêmica em Saúde Digital (LASD) e tem a proposta de aproximar os profissionais da saúde à nova realidade da Inteligência Artificial, promovendo eficiência e resolutividade dos problemas de saúde da população. 

FONTE: UFPI.

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