Fundação Carolina lança sua 21º convocatória para bolsas de cooperação Espanhola

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A Fundação Carolina informa que está aberta a convocatória de bolsas, entre 24 de janeiro e 17 de março de 2021.

A 21ª convocatória oferece 504 bolsas alinhadas às demandas de estratégias de formação e desenvolvimento na Comunidade Ibero-americana de Nações, inscrita na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, contribuindo por meio da mobilidade para a formação da Área de Conhecimento Ibero-americano (EIC).

São oferecidas 504 bolsas distribuídas nas seguintes modalidades: 225 bolsas de pós-graduação, 85 bolsas de doutorado e estadias curtas de pós-doutorado, 27 bolsas de mobilidade de professores e 37 bolsas de estudos institucionais.

Além disso, serão 130 renovações de bolsas de doutorado. No total são 153 programas académicos, dos quais 136 são programas de pós-graduação.

Mais informações acesse o site.

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Governo do Piauí autoriza dois editais de amparo à pesquisa

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O governador Wellington Dias reuniu-se, nesta quinta-feira (28), com o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), Antônio Amaral, e com o representante da Tron Soluções Tecnológicas, professor Gildário Lima. Na ocasião, Dias autorizou o lançamento, pela Fapepi, de dois editais de aporte de recursos financeiros nos institutos de pesquisas do estado.

Um edital é de iniciação científica de graduação, que prevê cem bolsas no valor de R$ 400 para os estudantes. O outro é o edital com 95 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Ambos serão lançados em fevereiro. “Das cem bolsas para iniciação científica, estamos alçando 50 para alunos que ingressaram na universidade via política de cotas e 50 para os que ingressaram via ampla concorrência. Ainda queremos colocar um recorte de gênero, tal qual envolva pelo menos 25 mulheres. O outro edital com 95 bolsas é para auxiliar no desenvolvimento dos programas de pesquisa do estado”, disse Antônio Amaral.

Também foi pauta da reunião o pedido de autorização à Anvisa para uso emergencial do respirador mecânico pulmonar Air-Tron, um respirador de baixo custo desenvolvido no Piauí. “O projeto era de um respirador emergencial, mas para passar pela aprovação da Anvisa tivemos que evoluir para um profissional. Não é um processo rápido, mas continuamos buscando a aprovação. O que esperamos é conseguir que, pelo menos a título de emergência e com fins de pesquisa, o respirador possa ser utilizado em momentos que sinalizem uma agravação da situação de saúde no país. Além do respirador, vamos conseguir desenvolver o simulador e o blender, que é o que controla a questão de oxigênio, que também é um problema agravante.”, explicou o presidente da FAPEPI.

“Estamos colocando R$2 milhões à disposição para a pesquisa somente nesses editais. Outros editais virão, onde poderemos estar trabalhando com um sistema de bolsas que permite que universitários possam participar, priorizando metade das vagas para o público advindo de cotas e mulheres. Já é um avanço importante com resultados em diversas áreas no estado do Piauí. Já a Tron é uma grande parceira na área vinculada à pesquisa aplicada, que já resultou, por exemplo, em uma máscara cirúrgica já aprovada pela Anvisa, e agora estamos em um esforço comum para vencer a etapa de aprovação em relação ao respirador, que é importante em situações emergenciais como as que temos vivido”, pontuou Wellington Dias.

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FAPEPI lança edital Tecnova II

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Estão abertas desde o dia 29 de janeiro as inscrições para o edital Tecnova II, uma parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI), e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A chamada convida empresas piauienses a apresentarem propostas de inovação para obtenção de apoio financeiro na forma de subvenção econômica, de até R$ 200.000,00. 

O objetivo é apoiar financeiramente o desenvolvimento de produtos – sejam eles bens ou serviços e/ou processos inovadores – novos ou aprimorados de maneira significativa, que sirvam pelo menos para o mercado nacional, de empresas piauienses, de modo a auxiliar no desenvolvimento dos setores econômicos considerados estratégicos nas políticas públicas federais e aderentes à política pública estadual de inovação. 

O Tecnova II busca promover, em conjunto, um significativo aumento das atividades de inovação e o incremento da competitividade das empresas e da economia do estado do Piauí. Assim, a presente chamada objetiva apoiar projetos de inovação, que envolvam considerável risco tecnológico associado a oportunidades de mercado.

Serão apoiados projetos de inovação nos seguintes temas: Saúde, Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs, Inovação, Diversificação e Competitividade, Cadeia produtiva de alimentos e Gestão Pública e Turismo.

Serão elegíveis empresas de qualquer porte, independentemente do tipo societário sob o qual estejam constituídas com sede no Estado do Piauí, devidamente registradas na Junta Comercial, que possuem suas sedes e administrações no Piauí. 

A proposta deverá conter, objetivamente, suas referências metodológicas, indicadores e mecanismos de certificação – quando for o caso, dos produtos e/ou processos inovadores a serem desenvolvidos. No caso de proposta que conte com a associação de empresas, todas serão solidariamente responsáveis pela gestão dos recursos e pela prestação de contas, sendo que a beneficiária proponente será responsável pelas informações referentes à gestão do projeto e pela conta bancária exclusiva para movimentação dos recursos.

Para mais informações acompanhe as redes sociais da FAPEPI ou através de nosso site. www.fapepi.pi.gov.br 

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Protocolo de Pesquisa amparada pela FAPEPI é apresentado em Oficcina

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Nesta terça-feira (26), ocorreu a Oficina de Desenvolvimento de Gestão Educacional Municipal do ano de 2021, das 16h às 18h. O evento contou com a presença do prof. Fábio Motta, Biomédico e Professor do curso de Biomedicina da UFDPAR.

Fábio Motta é pesquisador FAPEPI contemplado pelo edital emergencial à covid-19 Nº 001/2020. Sua pesquisa é referente a elaboração de protocolo de desinfecção massiva de espaços públicos, como universidades, escolas, praças, etc.

O tema do evento foi Gestão e Aprendizado em Tempos de Covid-19. O professor contou um pouco sobre sua pesquisa e a importância de protocolos de desinfecção para retorno às atividades presenciais, como as aulas em universidades e escolas. O tema de sua palestra foi: Retorno as aulas presenciais é realmente seguro?.

O evento contou com a presença de 53 participantes. Um dos questionamentos levantados por Fábio acerca do retorno às aulas presenciais durante a pandemia foi a má utilização de produtos de limpeza sem protocolos rígidos para tal atuação.

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Pesquisas amparadas pela FAPEPI impactam no combate à COVID-19

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Ocorreu no final da segunda semana deste 2021 a apresentação dos resultados do Edital Emergencial 001/2020 da FAPEPI – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí. Ele contemplou projetos de pesquisa sobre ideias inovadoras e reflexivas de ações revolucionárias de ver, pensar e agir sobre a doença no Piauí.

O Edital 001/2020 foi lançado em abril do ano passado com a destinação de R$ 200.000,00 em recursos. Teve seu resultado em maio contemplando sete projetos de pesquisa e abrangendo grupos e ações inovadoras de todas as quatro instituições públicas de ensino superior do estado: o IFPI – Instituto Federal do Piauí, a UESPI – Universidade Estadual do Piauí, a UFDPar – Universidade Federal do Delta do Parnaíba e a UFPI – Universidade Federal do Piauí. Os contemplados foram de unidades daquelas instituições nas cidades de Parnaíba (no Norte do Estado), de Picos (no Semiárido) e de Teresina (capital).

As pesquisas duraram quase sete meses, envolveram quase 200 membros, entre professores, servidores técnico-administrativos e alunos de graduação e pós-graduação. Esses trabalhos abrangeram a produção de compostos inovadores, a reflexão de ideias e a produção de materiais para o combate à pandemia que continua fazendo vítimas e preocupando a ciência. As pesquisas foram respostas a essas preocupações.

Um dos projetos aprovados foi o que visa a adaptação de um ventilador mecânico para a assistência simultânea de múltiplos pacientes infectados com a Covid-19, coordenado pelo professor-doutor do curso de Engenharia Elétrica da UFPI, Otacílio da Mota Almeida. A pesquisa visou baratear os recursos dos respiradores, um dos aparelhos vitais para a manutenção da vida de pessoas em estado grave acometidas pela doença.

Outro projeto, de igual potencial inovador e reflexivo, foi coordenado pelo professor-doutor João Marcelo de Castro e Sousa, do departamento de Bioquímica e Farmacologia da UFPI. Ele e uma equipe de dezenas de profissionais de saúde, pesquisadores e acadêmicos e graduação e pós-graduação, realizaram uma série de ações no sentido de produção de um manual multiprofissional na área de segurança do trabalho. O grupo também produziu e divulgou ações educativas e reflexivas sobre a pandemia em várias plataformas virtuais. Esse projeto ganhou proporção, inclusive, fora do Piauí.

O professor-doutor Orlando Maurício de Carvalho Berti, do curso de Jornalismo da UESPI, criou a Rede de Segurança do Trabalho no Combate e Prevenção à Pandemia de Covid-19 entre empresas públicas e privadas nos Territórios de Desenvolvimento do Piauí, a @piauisemcovid, e fez convergências entre profissionais e o público em geral, por meio de dispositivos virtuais, em todos os 224 municípios do estado e seus 12 territórios de desenvolvimento.

Os trabalhos das pesquisas coordenadas pelos professores João Marcelo Castro e Orlando Berti geraram o livro “Atualidades de condutas para segurança do trabalho em época de Covid-19”, obra também coordenada pelo professor da UFPI, Leonardo Torres e que reúne reflexões de quase 70 pesquisadores de mais de dez áreas do conhecimento. O livro está sendo lançado pela Editora da Universidade Estadual do Piauí.

O professor-doutor, da área de Geoprocessamento, do IFPI, Reurysson Chagas de Sousa Morais, coordenou o desenvolvimento do SIGCovid19, que é uma maneira inovadora de monitoramento e modelagem geoespacial da ocorrência do coronavírus no estado do Piauí. Por meio de dispositivos informacionais o SIGCovid19 proporciona, via mapas de calor, fluxos e incidência de casos da doença em todo o estado.

O professor-doutor da UFPI, campus de Picos, Antonio Oseas de Carvalho Filho, do curso de Sistemas da Informação, desenvolveu o Mapa da COVID-19. Por meio de Ciência dos Dados criou ferramenta computacional de informações sobre a doença com dados específicos por municípios e regiões do Piauí.

Diretamente da UFDPar, em Parnaíba (litoral do Piauí), o professor-doutor Fábio José Nascimento Motta, da área de Biossegurança, propôs, e conseguiu, agir sobre o projeto de elaboração de protocolos para desinfecção massiva de baixo custo para ambientes públicos e privados de grande circulação de pessoas. Esse projeto é emblemático para todas as instituições do estado.

A professora-doutora Telma Maria Evangelista de Araújo, do curso de Enfermagem da UFPI, desenvolveu projeto de mapeamento epidemiológico da infecção pelo SARS-CoV2 em territórios piauiense e mostrou empiricamente como tem dado esses casos, fazendo reflexões e trazendo lições sobre as consequências da doença para o Piauí.

Todas as pesquisas desse edital foram concluídas. Mas a maioria tem desdobramentos via pesquisas de iniciação científica, trabalhos de conclusão de curso e ações em mestrados e doutorados, já que a maioria dos professores envolvidos têm fortes ligações com todas essas áreas.

As pesquisas também geraram quase 20 artigos científicos e, pelo menos, cinco livros, todos em forma de e-books e compartilhados gratuitamente com toda a sociedade piauiense, cumprindo uma das funções básicas da pesquisa, que é o oferecimento de respostas e reflexões sobre os problemas prementes da sociedade.

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Seleção para doutorado no exterior vai até março

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As instituições de ensino superior devem escolher até 12 de março os candidatos para ocupar as 1.400 vagas abertas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) no Edital 19º/2020, do Programa de Doutorado-Sanduíche no Exterior (PDSE). A iniciativa é voltada para programas de pós-graduação (PPGs) com nota igual ou superior a 4 na Avaliação Quadrienal de 2017.

Com orçamento de R$89,8 milhões, o Programa permite que alunos matriculados em cursos de doutorado no Brasil façam parte de seus estudos em instituição estrangeira. Ao final da bolsa, que dura entre quatro e seis meses, eles devem retornar ao País para a defesa da tese. “Sem a bolsa da CAPES no PDSE, eu não estaria onde estou hoje”, sintetiza o pesquisador Mateus Gouveia, mestre e doutor  em Genética pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele foi selecionado para passar um período no National Cancer Institute (NCI), nos Estados Unidos, em 2015.

Os meses nos EUA resultaram na descoberta de uma mutação em um gene importante na proteção contra a malária. Gouveia liderava um grupo que colheu genomas de 1.700 pessoas em Gana e Uganda para entender como o material compõe e influencia os genes na população das Américas, como, por exemplo, impacto e resistência a doenças. O estudo foi publicado em 2019, na revista científica PLOS Genetics, que possui relevância na área.

Mateus

“Voltei para o Brasil, defendi minha tese, e obtive o título de doutor. Mas a importância do financiamento da CAPES não fica apenas no auxílio financeiro. Eu tive acesso a uma estrutura de ponta e fiz contatos com pesquisadores de outros lugares, tanto que voltei para os Estados Unidos e trabalho aqui”, diz Gouveia, que mantém a rotina de pesquisador de pós-doutorado no Center for Research on Genomics and Global Health (CRGGH) no National Human Genome Research Institute (NHGRI).

Cronograma
A seleção de pesquisadores pelas instituições é a etapa atual, mas não a última. Os aprovados nessa fase devem acessar o Sistema de Inscrições da CAPES (SiCAPES) de 15 de março a 1º de abril e apresentar certificado de proficiência em língua estrangeira. A previsão é de que todo o processo seletivo dure até 1º de junho. As atividades no exterior terão início entre julho e setembro.

(Brasília – Redação CCS/CAPES)

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UFPI investiga antimaláricos para tratar a COVID-19

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A Pesquisa desenvolvida pelo Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade Federal do Piauí (UFPI) investiga o potencial de medicamentos antimaláricos para tratar a COVID-19. O projeto foi selecionado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), no Programa de Combate a Epidemias.

Mariana

Segundo Mariana Helena Chaves, coordenadora da pesquisa, o estudo será feito a partir de moléculas com propriedade antimalárica com potencial para inibir a atividade viral, para o tratamento da doença COVID-19. O projeto multidisciplinar recebe colaboração da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), o Instituto Aggeu Magalhães (FIOCRUZ/PE) e da Universidad de Granada (Espanha).

“Na etapa inicial, por meio de técnicas de bioinformática e modelagem molecular, buscaremos moléculas candidatas a fármacos contra o vírus SARS-COV-2, a partir de bancos de dados de moléculas antimaláricas e antivirais, que apresentem similaridade estrutural frente aos receptores ativos deste microrganismo, em particular, os receptores retrovirais de multiplicação deste vírus”, explica Mariana Helena.

O estudo teórico encontra-se em fase inicial. Segundo a coordenadora, após a seleção, os antimaláricos analisados serão sintetizados em laboratório e, em seguida, realizados testes para avaliar a inibição do vírus SARS-COV-2.

Programa Combate a Epidemias
É um conjunto de ações de apoio a projetos, pesquisas e formação de pessoal de alto nível para enfrentar a pandemia da COVID-19 e temas relacionados a endemias e epidemias, no âmbito dos programas de pós-graduação de mestrado e doutorado do País. O Programa está estruturado em duas dimensões: Ações Estratégicas Emergenciais Imediatas e Ações Estratégicas Emergenciais Induzidas em Áreas Específicas.

Em três editais, 109 projetos de pesquisa e formação de recursos humanos foram selecionados, com o envolvimento de mais de 1.300 pesquisadores de universidades brasileiras e estrangeiras. Os projetos vão estudar temas relacionados a Epidemias, Fármacos e Imunologia e Telemedicina e Análise de dados Médicos.

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FAPEPI apoia publicação sobre curativo inovador

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Mantido pela Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Piauí (FAPEPI), através do Edital Fapepi Nº 003/2020 – Auxílio à Publicação, o Programa de Auxílio para Publicação Científica tem apoiado financeiramente o lançamento de livros impressos ou digitais e artigos em publicações periódicas científicas. É o caso do artigo sobre a pesquisa “Membranas de Quitosana com Extrato Etanólico de Própolis”, desenvolvida como trabalho de conclusão do curso (TCC) de Química, no Campus de Picos do Instituto Federal do Piauí (IFPI).

O artigo foi elaborado pelo estudante Felipe Soares Sena, licenciando de Química no IFPI – Campus Picos, sob a orientação dos professores Marina de Oliveira Cardoso Macêdo e Haroldo Reis Alves de Macêdo, ambos do IFPI; e João Marcelo de Castro e Sousa, da Universidade Federal do Piauí (Ufpi). Com a ajuda de custo da Fapepi, o trabalho foi publicado no International Journal of Engineering Research and Applications, e se refere ao desenvolvimento de um novo tipo de biomaterial com finalidade curativa e anti bacteriológica.

Produção

Segundo o professor Haroldo Reis Alves de Macêdo, ainda está em andamento a pesquisa baseada na fusão de membranas de quitosana – tipo de substância sintetizada a partir de exoesqueletos de crustáceos – com o extrato alcoólico da própolis. Mas os respectivos resultados iniciais apontam para criar um novo biomaterial a ser usado na possível fabricação de eficazes curativos, com efeitos também anti bacteriológicos, no tratamento de queimaduras e outros tipos de ferimentos.

Etapas vencidas

A pesquisa em questão, ainda de acordo com o pesquisador, carece dos testes biológicos, “in vivo”, com animais, mas já ultrapassou as etapas de caráter físico-químico e verificação ou não da toxicidade da respectiva combinação. O artigo tem como introdução aspectos a respeito dos biomateriais, “qualquer tipo de material de origem natural ou sintética” que sirva como “parte de um sistema que trate, aumente ou substitua qualquer tecido, órgão ou função do corpo humano”.

E registra que a quitosana “é amplamente utilizada em procedimentos para regeneração de pele, uma vez que apresenta efeitos antimicrobianos e de biocompatibilidade, além de estimular a proliferação celular”. Quanto ao extrato alcoólico de própolis o artigo destaca que “tem sido objeto de estudos farmacológicos devido às suas propriedades antibacteriana, antifúngica, antiviral, antiinflamatória, hepatoprotetora, antioxidante, antitumoral, imunomodulatória”.

Portanto, a adição do extrato etanólico de própolis às membranas de quitosana, conforme a conclusão do conteúdo do artigo, possui característica adequada “para utilização como biomateriais”. Haroldo explica que a ideia de aproveitar a própolis da abelha, para combinar com a quitosana, se deve ao fato de que Picos é um importante polo apicultor regional, com larga produção e exportação de subprodutos obtidos da atividade das abelhas, como o mel, a geleia real, o pólen, a cera de abelha, veneno, etc.

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Câmara aprova PL 135/2020 com impactos no FNDCT

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Na quinta-feira (17/12), a Câmara dos Deputados aprovou o PLP 135/2020, de autoria do senador Izalci Lucas (PSDB-DF). O projeto, previamente aprovado pelo Senado Federal com 71 votos contra 1, obteve 385 votos a favor contra 18 na Câmara dos Deputados.

Considerada uma das maiores conquistas da Ciência brasileira, essa aprovação permite a liberação total dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

De acordo com esse projeto, o FNDCT, que é a principal ferramenta de financiamento da Ciência, Tecnologia e Inovação do país, passa a ser um fundo de natureza contábil e financeira e obtém aporte automático dos recursos não utilizados no exercício, sendo permitida a transferência desses recursos – não utilizados – para o ano seguinte.

Com isso, todo o recurso arrecadado no fundo, não sofrerá contingenciamento, ao contrário do cenário dos últimos anos. Durante o ano de 2020 foram retidos nos cofres públicos cerca de 89% dos recursos (R$ 4,6 bilhões) arrecadados para o FNDCT, restando apenas R$ 600 milhões para utilização em Ciência, Tecnologia e Inovação. O PLP 135/2020 segue agora para sanção presidencial.

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