Governo do Piauí reestrutura FUNDES aplicando novas diretrizes para CT&I

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O governador do estado Wellington Dias aprovou no dia 4 de junho a Lei N° 7.511. Esta lei, que vem com intuito de trazer novas diretrizes de incentivo à pesquisa e desenvolvimento no Piauí, irá incentivar a busca para estabelecer medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento industrial do estado do Piauí, bem como promover e dar continuidade aos  processos de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação, assegurados os recursos humanos, econômicos e financeiros para essa finalidade.

O objetivo é dar estímulo à atividade de inovação nas Instituições Científica, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) e nas empresas, inclusive para a atração, a constituição e a instalação  de centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação e de parques e polos tecnológicos no Estado, com promoção da cooperação e interação entre os setores público e privado e entre empresas, aumentando assim alguns benefícios como a competitividade empresarial no mercado estadual e o fortalecimento das capacidades operacional, científica, tecnológica e administrativa das ICTs.

Também consta entre os princípios da nova legislação o objetivo de reduzir as desigualdades territoriais do Estado, trazendo desenvolvimento de atividades de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) para outras regiões do Piauí, priorizando também as regiões em desenvolvimento, com a busca pela constituição e  instalação de centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação e de parques e polos tecnológicos no Estado, assim como o fortalecimento de suas capacidades operacionais. O Estado também se compromete a fomentar a  ciência, tecnologia e inovação com seu poder de compra e incentivar a integração  dos inventores independentes às atividades das ICTs e ao sistema produtivo. 

Os incentivos atuarão em conjunto com políticas de parceria para CT&I, como convênios para produção de pesquisa, desenvolvimento e inovação, com transferência de recursos financeiros públicos. O apoio previsto poderá contemplar as redes e os projetos nacionais e internacionais de pesquisa tecnológica, as ações de empreendedorismo tecnológico e de criação de ambientes de inovação, inclusive incubadoras, núcleos de pesquisa e parques tecnológicos, e a formação e a capacitação de recursos humanos qualificados. Ficam o Estado  do Piauí e suas entidades autorizados, nos termos do regulamento, a participar, minoritariamente, do capital social de empresas, com o propósito de desenvolver produtos ou processos inovadores que estejam de acordo com as diretrizes e prioridades definidas nas  suas políticas de ciência, tecnologia, inovação e de desenvolvimento industrial nos termos do art. 5º da Lei Federal nº 10.973/2004. 

Os acordos e contratos firmados entre as ICTs, as instituições de apoio, agências de fomento e as entidades nacionais de direito privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa, cujo objeto seja compatível com a finalidade desta Lei, poderão prever recursos  para cobertura de despesas operacionais e administrativas incorridas na execução destes  acordos e contratos, observados os critérios de cada instituição. O pesquisador público do   Piauí sob regime de dedicação exclusiva, inclusive aquele enquadrado em planos de carreiras e cargos de magistério, poderá exercer atividade remunerada de pesquisa, desenvolvimento e inovação em ICT ou empresa e participar da execução de projetos aprovados ou custeados com recursos previstos nesta Lei, desde que observadas as regulamentações internas do órgão de origem e assegurada a continuidade  de  suas  atividades  de  ensino  ou  pesquisa nesse órgão, a depender de sua respectiva natureza. 

A Administração Pública estadual, as agências de fomento e as ICTs públicas também contam com uma política de apoio ao inventor independente que comprove o depósito de patente de sua criação, entre outras formas, por meio da análise da viabilidade técnica e econômica do objeto de sua invenção; assistência para transformação da invenção em produto ou processo com os mecanismos financeiros e creditícios dispostos na legislação; assistência para constituição de empresa que produza o bem objeto da invenção; orientação para transferência de tecnologia para empresas já constituídas. 

Junto a esses incentivos, a nova Lei reestrutura o Fundo de Pesquisa e Desenvolvimento Técnico-Científico e de Inovação do Estado do Piauí – FUNDES, destinado a fornecer recursos para financiar pesquisa, inovação, desenvolvimento científico e tecnológico e as ações estabelecidas na política estadual de ciência, tecnologia e inovação com vistas a fomentar o avanço de todas as áreas do conhecimento, o desenvolvimento econômico, social  e sustentável, o equilíbrio territorial e as potencialidades do Estado do Piauí. Para fins desta Lei, constitui objeto da destinação dos recursos do FUNDES o apoio a programas, pesquisas, projetos e atividades de Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento e Inovação, compreendendo a pesquisa básica ou aplicada, a inovação, a difusão e transferência de tecnologia e o desenvolvimento de novos produtos e processos, de bens e de serviços, bem como, a capacitação de recursos humanos, intercâmbio científico e tecnológico e a implementação, manutenção e recuperação de ambientes promotores de inovação e infraestrutura de pesquisa.

Para fins de organização também será instituído o Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia  e Inovação como órgão superior de assessoramento do Governo do Estado, nas atividades de  formulação, acompanhamento e avaliação da política estadual de desenvolvimento científico, tecnológico e inovação, e de coordenação dos diferentes programas de pesquisa. 

Art. 30. No prazo de 6 (seis) meses, contado da publicação desta Lei, as autarquias 

e as fundações definidas como ICT pública deverão promover o ajuste de seus estatutos aos 

fins previstos na Lei nº 10.973/2004, e nesta Lei.

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Ciência amplia métodos de diagnóstico do Glaucoma

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Pesquisas publicadas com o apoio da FAPEPI garantem novas possibilidades de diagnóstico da doença no futuro

O glaucoma é uma doença ocular cujo nome é um guarda-chuva para algumas variações desta doença que afeta aproximadamente 80 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A enfermidade é causada pelo aumento da pressão intraocular, que acaba lesionando o nervo óptico. Em 80% dos casos, se não for tratado, pode evoluir para perda total da visão. É mais comum sob a forma do glaucoma primário de ângulo aberto, correspondendo a 90% dos casos, mas também pode surgir o glaucoma do tipo de ângulo fechado, congênito ou secundário. Não possui cura, mas pode ter seus efeitos controlados, principalmente se o diagnóstico for feito com antecedência. Trata-se de uma doença perigosa, pois atua de forma progressiva, prejudicando lentamente a visão. Em muitos casos a pessoa que o possui não percebe os sintomas até que se tornem mais graves, caso a doença não for tratada, o campo visual se estreita cada vez mais, obscurecendo primeiro a visão periférica, depois a visão central e finalmente progredindo à cegueira permanente do olho afetado. É necessário manter sempre em dia exames de rotina, principalmente quando se enquadra em fatores de risco, como ter casos da doença na família, ter diabetes, problemas cardíacos ou pressão alta, por exemplo.

Por ser uma doença silenciosa e progressiva, necessita de atenção redobrada. Estima-se que um milhão de pessoas sofram de algum tipo de glaucoma no Brasil, porém, de acordo com a pesquisa “Um olhar para o glaucoma no Brasil”, produzido pelo Ibope Inteligência, avaliou o nível de conhecimento sobre a doença com internautas de 7 estados. Constatou-se que o índice de desconhecimento chega a 53% entre jovens com idade entre 18 a 24 anos e a 71% entre adultos com 55 anos ou mais. A proporção de entrevistados que informaram nunca ter ido a uma consulta com um médico oftalmologista é de 10%, e 25% disseram que vão somente quando sentem incômodo nos olhos. No grupo de pessoas mais jovens, os números continuam preocupantes: 21% relataram nunca ter ido a uma consulta e 10% foram uma única vez na vida. 

A situação se torna ainda mais preocupante ao se levar em conta que com a chegada da pandemia da covid-19, o medo das pessoas de contraírem a nova doença fez com que exames periódicos como a consulta ao oftalmologista reduzissem significativamente. Um levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia mostrou que, na pandemia, o total de exames de diagnóstico de glaucoma caiu 30%. O impacto também foi observado na realização de cirurgias para reverter e tratar a doença: pelo menos 6.700 deixaram de ser realizadas em 2020, aponta a pesquisa. O levantamento mostra que em oito estados, a redução foi superior a 50%, o Piauí foi o estado que mais teve redução, junto com o Amazonas, em torno de 67%.

O fato do glaucoma ser uma doença que evolui sutilmente, afetar muitas pessoas ao mesmo tempo em que a população ainda não atingiu nível satisfatório de conhecimento à respeito sobre de maneira geral, se torna urgente que esse conhecimento quanto à prevenção possa chegar a cada vez mais pessoas, não menos importante é o desenvolvimento de métodos mais acessíveis e eficientes de diagnose e tratamento. Nesse sentido, duas pesquisas científicas relacionadas a essa doença foram publicadas recentemente graças ao auxílio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI), através do Edital 003/2020 – Auxílio à Publicação.

A pesquisa “Avaliação de mapas de textura como entrada para extrair atributos profundos no diagnóstico de glaucoma” foi desenvolvida pelo professor do curso de Sistemas de Informação da UFPI-Picos Romuere Rodrigues em parceria com o aluno de ICV Daniel Veloso. Com o objetivo de  ajudar a identificar a doença nos seus estágios iniciais, foi desenvolvida uma proposta de método de identificação do glaucoma, utilizando descritores de textura combinados a Redes Neurais Convolucionais. As Redes Neurais Convolucionais são métodos computacionais utilizados por profissionais de várias áreas, que se baseiam no funcionamento em rede do cérebro humano para poder extrair informações e reconhecer padrões em imagens. De forma simples, esses métodos aprendem a classificar a partir de dados previamente diagnosticados por especialistas. Após a fase de aprendizado da rede artificial, essas redes são capazes de classificar novas imagens. Já os Mapas de Textura são métodos capazes de melhorar a representação das imagens, com isso características importantes das imagens podem ser melhoradas e utilizadas nas Redes Neurais Convolucionais.

O professor Romuere conta que um método comum utilizado para diagnosticar o glaucoma consiste em analisar uma imagem do fundo do olho obtida por uma retinografia, isso é feito a partir da delimitação da região do disco óptico (DO). Essa proposta visa auxiliar o estado da arte da medicina oftalmológica ao avaliar se outro tipo de entrada em redes neurais melhoram os resultados quando comparados com a imagem original. A textura de imagens de pacientes com glaucoma possui um padrão diferente quando comparadas com imagens de pacientes saudáveis. Com isso, foram aplicados métodos para computar diferentes mapas de textura com o objetivo de melhorar os resultados obtidos em imagens sem esse tipo de processamento. Os resultados obtidos com o método desenvolvido, vão ajudar os especialistas no diagnóstico, oferecendo uma segunda opinião.

“O método utilizado consiste na utilização de mapas de textura como nova entrada para as redes neurais convolucionais. Uma imagem colorida possui 3 canais, R-G-B. Sabendo disso, utilizamos diferentes descritores de textura nas imagens, e essas novas imagens criadas a partir do descritor, foram utilizadas substituindo os valores de cada canal. para cada canal aplicamos uma imagem com um descritor diferente. Resumindo, nosso método de pré-processamento antes do treinamento nas redes, consistiu na reconstrução de uma imagem, alterando os canais por imagens com descritores, permanecendo uma imagem em tons de cinza na reconstrução de cada imagem. Depois da reconstrução das imagens, utilizamos 3 tipos de redes neurais convolucionais, pré-treinadas, para o treinamento do conjunto de dados, gerando pesos, para por fim podermos classificar as imagens.” conta o aluno de ICV e participante do projeto, Daniel Veloso da Silva.

Os pesquisadores contam que apesar dos resultados promissores desta pesquisa, ainda não há uma previsão para a adoção da contribuição nos exames para a população. “Para uma aplicação real desse projeto, seria necessário o acompanhamento de perto por especialistas da área, o que infelizmente ainda não ocorreu”, finaliza o estudante.

Já a pesquisa “Identificação de Glaucoma em imagens da retina baseadas em Capsule Network (CapsNet)” vem neste mesmo sentido de trazer mais um auxílio no diagnóstico da doença com o auxílio das redes neurais, desenvolvido com a coordenação do professor Antônio Oseas de Carvalho Filho da UFPI-Picos em parceria com os professores Flávio Henrique de Araújo, do mesmo campus, Ricardo Rabêlo, da UFPI-Teresina, os alunos de iniciação científica Patrick Ryan dos Santos e Vitória Brito, além do colaborador externo Mano Joseph da École d’ingénieur généraliste en informatique et technologies du numérique de Paris, França.

A CapsNet é um sistema de aprendizado de máquinas que atua nas redes neurais para melhorar a eficiência do sistema, adicionando “cápsulas” que reutilizam as saídas de informação de várias dessas cápsulas primárias para formar representações mais estáveis para cápsulas superiores. Para atingir esse objetivo a metodologia é baseada em técnicas de processamento computacional de imagens, mais especificamente, em técnicas de deep learning. Em ciências da computação, deep learning é um campo de estudos em inteligência artificial que busca aprimorar o funcionamento de redes neurais artificiais com aprendizado representativo, que por sua vez, são técnicas desenvolvidas para permitir que um sistema detecte de forma automatizada certos padrões em dados brutos, facilitando o trabalho manual do pesquisador.

A aluna do ICV participante da pesquisa Vitória Brito conta que os especialistas normalmente optam por análise de imagem por serem mais precisos, como a tomografia de coerência óptica, tomografia de Heidelberg e retinografia, porém o processo de análise do especialista demanda tempo, pois é preciso analisar vários exames para maior precisão, o que também pode ocorrer é que diferentes especialistas podem ter diferentes interpretações. É nesse contexto que os métodos computacionais entram, contribuindo para um diagnóstico mais rápido e otimizado.

“Os resultados foram bem promissores, conseguimos taxas de acerto acima dos 90% para o diagnóstico do glaucoma, isso significa que para cada 10 imagens analisadas, o nosso método seria capaz de afirmar que em cada 9 imagens de 10 teriam ou não glaucoma com precisão. O nosso intuito é sempre auxiliar o médico, além dessa técnica oferecer mais segurança trazendo uma segunda opinião, serve como uma espécie de triagem. Por exemplo, podemos passar um conjunto de imagens para o sistema analisar e aquelas imagens que o sistema apontar como suspeito de glaucoma, o médico poderá olhar com mais calma.” afirma o professor Antônio Oseas de Carvalho.

Os métodos computacionais e a inteligência artificial são um trunfo do nosso tempo, o que permitem que os diagnósticos para essa doença, que é a segunda maior causadora de cegueira no mundo, atrás apenas da catarata, possa ter um diagnóstico mais rápido e preciso, contribuindo para a preservação da saúde dos olhos das pessoas e promovendo qualidade de vida. Pesquisas como essas, que dialogam com as necessidades imediatas da população são muito importantes para mostrar como o investimento público em pesquisa e desenvolvimento (P&D) são indispensáveis, atuando em última análise como um auto-investimento.

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Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico apresenta programas de intercâmbio

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Em 2021 o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) retoma a série de sessões informativas online “Meet the German Higher Education Institutions” para permitir que representantes de universidades alemãs apresentem seus programas ao público brasileiro. Em cada evento a instituição de ensino convidada expõe detalhes sobre os cursos, requisitos de admissão, possibilidades de estágio, características da cidade onde está sediada, entre outras informações relevantes para quem está pensando em ir estudar ou pesquisar na Alemanha.

O próximo webinário da série “Meet the German Higher Education Institutions” apresentará o mestrado em Direito Europeu e Internacional da Europa-Institut of the Saarland University, apresentado pelo professor coordenador do programa de mestrado Salataj Regi. Podendo ser cursado em inglês ou alemão, o programa já recebeu estudantes de mais de 30 países. O evento online acontece no dia 12 de maio, às 11h.

O Europa-Institut da Universidade de Saarland, localizado no eixo Estrasburgo-Luxemburgo-Bruxelas, é uma escola de direito de renome internacional com foco em direito europeu e internacional.

O Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) é uma organização de fomento ao intercâmbio de estudantes, professores e pesquisadores. Trata-se da maior instituição de financiamento de mobilidade acadêmica e científica. Somos uma associação sem fins lucrativos constituída por 241 instituições de ensino superior e 104 representações estudantis da Alemanha. O DAAD oferece cerca de 250 programas de bolsas de estudos e de fomento à pesquisa, atua em mais de 60 países e apoia anualmente mais de 100 mil intercambistas (alemães e estrangeiros). Desde sua fundação, em 1925, o DAAD já beneficiou aproximadamente 2,6 milhões de pessoas.

Para se inscrever, acesse o link.

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FAPEPI realiza última oficina de prioridades para PDPG – Semiárido

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Aconteceu nesta terça-feira, 4 de maio, através da plataforma virtual da Rede Nacional de Pesquisa (RNP), a terceira oficina de prioridades organizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) para definição das áreas estratégicas para o Programa de Desenvolvimento da Pós-graduação, específico ao apoio e Desenvolvimento da Região Semiárida Brasileira (PDPG – Semiárido, Edital CAPES 04/2021.

A oficina teve a participação de Ciro Gonçalves, Diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da FAPEPI; Eliana Morais, Gerente Técnico-Científica da FAPEPI; Rizalva Cardoso, Gerente de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da FAPEPI; Lidianne Muniz e Raylane Cristian, colaboradores da FAPEPI; como também dos professores Ademir Sérgio de Araújo e Edson Cavalcante, da Universidade Federal do Piauí;  Jand Venes, da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar); Lis Marinho, da UFPI; Rafael de Souza Miranda, da UFPI do Polo de Bom Jesus; Marina Macedo, do Instituto Federal do Piauí.

Esta foi a última oficina realizada em prol do Edital CAPES 04/2021, no qual foi discutido novamente o mapa do semiárido apresentado na segunda oficina que serviu para orientar os estudos, reforçar a finalidade dos projetos de resultar em produtos/serviços com o retorno para o Piauí, através de impactos estratégicos.uma breve exposição e esclarecimento de dúvidas acerca dos formulários a serem preenchidos pelos grupos de Agroindústria e Biotecnologia

Foram agendadas mais duas reuniões, uma dia 10 de maio, às 11h, com o grupo da Biotecnologia e outra dia 11 de maio no mesmo horário, com o grupo da Agroindústria. A FAPEPI informou que a intenção é que a proposta seja submetida no sistema CAPES até as 18h do dia 18 de maio e que, sendo necessário, será marcada outra reunião antes dessa data para as últimas finalizações. Ficou acordado que no dia 15 de maio as propostas serão compartilhadas em grupo, ficando abertas para sugestões e ajustes e que a Fundação está disponível desde já para eventuais dúvidas e esclarecimentos.

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FAPEPI e UESPI definem acordo de cooperação em ensino e pesquisa

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A Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI) participou hoje de reunião com representantes da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) para a celebração de acordo de cooperação para implementar melhorias e fortalecer o ensino e a pesquisa na universidade, bem como aumentar a qualificação profissional de seus integrantes, com foco em seus programas de pós-graduação, com apoio da FAPEPI.

Foi deliberado na reunião o acordo de cooperação, em caráter técnico e científico, com parceria de concessão de recursos para apoio emergencial de estudos com o tema covid-19, além de apoio anual para bolsas de produtividade científica. Foram pontuadas também, as principais questões no que diz respeito ao incentivo científico na universidade e por onde a cooperação pode iniciar. A reunião ocorreu através de plataforma on-line e contou com a participação do presidente da FAPEPI, o prof. Antônio do Amaral, da diretora Técnico-científica, profa. Eliana Abreu, do diretor de Inovação Tecnológica, prof. Ciro Sá, da assessora jurídica Dra Mariana Matos, do reitor da UESPI, prof. Evandro Alberto, da vice-reitora, Profa. Rosineide Candeia, da Profa. Ailma do Nascimento, Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da UESPI, e a Assessora Jurídica, Profa. Fábia Viana.

“Para nós, é interessante que se crie uma política de metas que faça avançar os programas de pós-graduação da UESPI, que ainda são poucos, que melhore também a qualidade e o número de pesquisadores, tornando a universidade mais produtiva e competitiva”, conta o presidente da FAPEPI.

Atualmente, a UESPI é contemplada através de programas as pesquisas e projetos de seus alunos e professores através de instituições como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível (CAPES), como por exemplo o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), e o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). 

Este acordo de cooperação é fruto de uma reunião anterior entre as duas instituições, realizada em 26 de fevereiro. Provocada pelo reitor e pelo presidente, a reunião teve o intuito de estreitar laços e retomar algumas parcerias de anos anteriores voltadas para apoio aos programas de qualificação a nível de mestrado, doutorado e pós-doutorado e para a melhoria do conceito dos programas de Pós que já existem, como para ensejar o surgimento de novos programas.

“Objetivamos apoiar a pesquisa no Piauí e, em particular, apoiar nossos pesquisadores, apoiar projetos de pesquisas que podem trazer grandes transformações para a sociedade e para o Estado e por isso é fundamental esse contato com a FAPEPI. Temos a certeza de que essa parceria irá promover um incentivo a mais para nossos pesquisadores e, consequentemente, nossa UESPI irá apresentar um número cada vez maior de pesquisas, porque além do ensino e extensão, nossa comunidade faz pesquisa de qualidade e de reconhecimento”, finaliza o reitor.

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Abertas até maio inscrições para chamada BiodivRestore

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Prazo para submissão de propostas completas para a  Chamada Transnacional Conjunta – BiodivRestore 2020-2021 se encerra no dia 3 de maio de 2021.

A Chamada, realizada pela Water JPI e a BiodivERsA, em parceria com a  União Europeia e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) que foi lançada em 5 de outubro de 2020 está nos últimos dias do prazo para a submissão de propostas, que tem o objetivo de selecionar projetos de Pesquisa & Inovação em “Conservação e Restauração de Ecossistemas Degradados e sua Biodiversidade, incluindo o foco em Sistemas Aquáticos”.

A chamada irá abranger os seguintes temas: 

Estudar os processos biológicos e biofísicos em jogo para conservação e restauração e suas interações, avaliar trocas e sinergias entre alvos, benefícios e políticas para conservação e restauração, melhorar a eficácia e aumentar as ações de conservação e restauração. A chamada conjunta inclui um foco em sistemas aquáticos de água doce, mas todos os ambientes são elegíveis.

O prazo para o início dos trabalhos será final de 2021 ou início de 2022 (dependendo do número de pré-propostas recebidas).

A Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí já conta com 3 projetos cadastrados na chamada conjunta, mas ainda cabem outras duas dentro do orçamento total da FAPEPI para este projeto.

Para mais informações, confira a ficha informativa da Chamada para o Brasil.

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FAPEPI e Seplan lançam edital para Apoio Técnico

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  • Post last modified:26 de abril de 2021
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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) torna público o Edital Nº 003/2021 – FAPEPI/SEPLAN-CEPRO, que faz parte do Programa Bolsa de Apoio Técnico (PBAT), que tem por objetivo promover a produção de conhecimentos, transferência tecnológica e a inovação em prol do desenvolvimento do estado do Piauí. A presente chamada busca conceder apoio financeiro na modalidade de Bolsa de Apoio Técnico de Nível Superior, vinculada ao Programa de Produção de Informações, Pesquisas e Estudos Para o Desenvolvimento Sustentável com Inclusão Social no Piauí DA FAPEPI /SEPLAN.

A chamada convoca todos os interessados a apresentarem propostas para avaliação, visando o fortalecimento de atividades de apoio técnico na execução dos estudos e pesquisas. O candidato deverá submeter uma única inscrição para este Edital, via internet, pelo SIGFAPEPI (sistema.fapepi.pi.gov.br), anexando toda a documentação requerida e respeitando as condições e os prazos previstos no edital. 

A recepção de propostas funcionará de 21/04 até as 17h do dia 07/05/2021. O resultado final ocorrerá a partir de 31/05/2021.

Esclarecimentos e informações sobre o conteúdo desta Chamada devem ser obdos pelos endereços eletrônicos: dtc.fapepi@gmail.com, regina@fapepi.pi.gov.br; lara@fapepi.pi.gov.br. Em virtude da pandemia do COVID-19, esclarecimentos e informações adicionais devem ser solicitadas EXCLUSIVAMENTE por meio dos endereços eletrônicos aqui determinados.

Para mais detalhes, confira o Edital completo aqui.

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FAPEPI mobiliza atores para propostas em edital do Semiárido

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A Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI) já iniciou o planejamento para a seleção de propostas a serem submetidas em parceria com a CAPES para a realização do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Apoio ao Desenvolvimento da região Semiárida Brasileira – Edital nº 4/2021.

A FAPEPI está mobilizando os principais atores que compõem as estratégias de desenvolvimento na região do semiárido, capitaneadas por pesquisas dos programas de pós-graduação das Instituições de Ensino Superior (IES) que se encontram no semiárido, para articular as oficinas que vão deliberar até 4 propostas para desenvolvimento das áreas estratégicas listadas no Edital. Na última sexta-feira, dia 9 de abril, foi realizada a primeira reunião com as instituições que possuem os programas de pós-graduação. A primeira oficina será realizada no dia 20 de abril.

Conforme o Art. 5º da Portaria nº 131 de 3 de setembro de 2020, cada FAP deverá organizar oficinas de atividades com atores estaduais oriundos do governo, Instituições de Ensino Superior (IES), da iniciativa privada ou terceiro setor com o objetivo de definir os temas prioritários que integrarão o projeto a ser submedo no âmbito deste edital. Cada FAP poderá pré-selecionar e submeter no âmbito deste edital até 04 (quatro) projetos dentro dos eixos estratégicos: Agroindústria no semiárido e Biotecnologia no semiárido.

O Edital nº 4/2021 – Apoio ao Desenvolvimento da região Semiárida Brasileira tem como objetivo apoiar projetos oriundos dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) stricto sensu, pertencentes aos estados da região Semiárida e vinculados às Instituições de Ensino Superior (IES) dos estados: Alagoas (AL); Bahia (BA); Ceará (CE); Maranhão (MA); Norte de Minas Gerais (MG); Paraíba (PB); Pernambuco (PE); Piauí (PI); Rio Grande do Norte (RN); e Sergipe (SE). Visando o foco na formação de recursos humanos altamente qualificados e o fomento de pesquisas voltadas ao desenvolvimento social, econômico e tecnológico da região Semiárida brasileira

Serão financiados até 30 (trinta) projetos no âmbito deste edital. As inscrições iniciaram no dia 5 de abril de 2021; os projetos deverão ser submetidos à CAPES até as 17h, horário de Brasília, do dia 20 de maio de 2021. O resultado final está previsto para 20 de julho.

Os projetos deverão ser submetidos exclusivamente por meio de sistema eletrônico, em formulário específico, disponível no endereço: https://inscricao.capes.gov.br/individual, conforme o cronograma.

Para mais detalhes, confira o Edital completo.

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CAPES apoia projetos estratégicos para o semiárido

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Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa devem submeter as iniciativas até as 17h do dia 20 de maio. Investimento alcança R$13,7 milhões

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) torna público o Edital nº 4/2021 – Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Apoio ao Desenvolvimento da região Semiárida Brasileira. O Edital faz parte do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Parcerias Estratégicas nos Estados, instituído pela Portaria Nº 131 de 03/09/2020.

A chamada tem como objetivo apoiar projetos oriundos dos Programas de Pós-Graduação (PPGs) stricto sensu, pertencentes aos estados da região Semiárida e vinculados às Instituições de Ensino Superior (IES) dos estados: Alagoas (AL); Bahia (BA); Ceará (CE); Maranhão (MA); Norte de Minas Gerais (MG); Paraíba (PB); Pernambuco (PE); Piauí (PI); Rio Grande do Norte (RN); e Sergipe (SE). Visando o foco na formação de recursos humanos altamente qualificados e o fomento de pesquisas voltadas ao desenvolvimento social, econômico e tecnológico da região Semiárida brasileira, nos seguintes eixos estratégicos: 

  • a) Agroindústria no Semiárido; 
  • b) Biotecnologia no Semiárido.

O Edital nº 4/2021 também tem o objetivo de contribuir para a redução de assimetrias no Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), a partir do aproveitamento e valorização das potencialidades identificadas na região Semiárida do país, com a formação de mestres e doutores e realização de pesquisas nos eixos estratégicos indicados acima. Com ampliação do conhecimento, da produção científica e a adoção de inovações tecnológicas, em temas que sejam considerados como prioritários para o desenvolvimento sustentável da região Semiárida.

Também são metas a serem alcançadas a contribuição para o desenvolvimento econômico e social do Semiárido a partir da geração e apropriação do conhecimento científico e tecnológico pela sociedade, de modo a subsidiar a criação de políticas públicas orientadas à transformação regional, a partir de suas potencialidades e oportunidades, promover a transferência de conhecimentos à sociedade, estimulando a interação entre a comunidade acadêmica especializada e os setores organizados da sociedade que, por meio de oficinas a serem coordenadas pelas FAPs dos respectivos estados, definirão os temas prioritários da região Semiárida.

O presente Edital passa a convocar os Programas de Pós-Graduação (PPGs) stricto sensu, vinculados às Instituições de Ensino Superior (IES) integrantes dos estados que compõem a região Semiárida, a apresentarem projetos, por intermédio das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAP), vinculadas ao Conselho Nacional de Fundações de Amparo à Pesquisa (CONFAP), por meio de seus dirigentes superiores.

Conforme o Art. 5º da Portaria nº 131 de 3 de setembro de 2020, cada FAP deverá organizar oficinas de atividades com atores estaduais oriundos do governo, Instituições de Ensino Superior (IES), da iniciativa privada ou terceiro setor com o objetivo de definir os temas prioritários que integrarão o projeto a ser submedo no âmbito deste edital. Cada FAP poderá pré-selecionar e submeter no âmbito deste edital até 04 (quatro) projetos dentro dos eixos estratégicos definidos acima e vinculados aos temas prioritários definidos nas oficinas a serem realizadas. Serão financiados até 30 (trinta) projetos no âmbito deste edital. 

As inscrições iniciaram no dia 5 de abril de 2021; os projetos deverão ser submetidos à CAPES até as 17h, horário de Brasília, do dia 20 de maio de 2021. O resultado final está previsto para 20 de julho.

Os projetos deverão ser submetidos exclusivamente por meio de sistema eletrônico, em formulário específico, disponível no endereço: https://inscricao.capes.gov.br/individual, conforme o cronograma.

O Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Parcerias Estratégicas nos Estados tem como objetivo promover a capilarização das ações de formação de recursos humanos altamente qualificados, para desenvolver e fortalecer a pós-graduação e a pesquisa nos Estados, por meio do trabalho conjunto entre o Governo, a universidade, a iniciativa privada ou o terceiro setor, propiciando o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do país. 

O PDPG também se propõe a:

  • Promover o desenvolvimento de Programas de Pós-Graduação Emergentes, em áreas prioritárias de âmbito regional;
  • Apoiar Programas de Pós-Graduação em consolidação em áreas prioritárias de âmbito regional;
  • Apoiar o desenvolvimento de Programas de Pós-Graduação consolidados, em áreas prioritárias de âmbito regional.

Os Programas de Pós-Graduação emergentes são programas de pós-graduação stricto sensu recomendados pela CAPES criados a partir de 2013 e que passaram por apenas 1(um) ciclo avaliativo realizado pela CAPES. Os Programas de Pós-Graduação em consolidação são programas stricto sensu, recomendados pela CAPES, que tenham permanecido com nota igual ou inferior a 4, consecutivamente, nos últimos ciclos de avaliação. Já os Programas de Pós-Graduação consolidados são aqueles programas stricto sensu recomendados pela CAPES, que tenham recebido nota igual ou superior a 5 no último ciclo de avaliação quadrienal da CAPES.

As Áreas Prioritárias são definidas como lacunas e potencialidades para a formação de recursos humanos e pesquisas para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação nos estados. A definição destas Áreas Prioritárias foi levada a efeito por meio de oficinas organizadas pelas Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), envolvendo os demais atores estaduais oriundos do governo, das Instituições de Ensino Superior (IES), da iniciativa privada ou do terceiro setor, realizadas para definir os indicadores de acompanhamento dos resultados, em conjunto com a CAPES.

No dia 8 de setembro de 2020 a CAPES tornou público o Edital Nº 18/2020 – Apoio aos Programas de Pós-Graduação emergentes e em consolidação em áreas prioritárias nos estados, primeiro Edital fruto do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG). Com o objetivo de selecionar as Fundações de Apoio que tenham interesse em participar do PDPG – Parcerias Estratégicas nos Estados. Para participar, as FAPs interessadas apresentaram seus respectivos Planos de Desenvolvimento (PD-FAP) dos Programas de Pós-Graduação (PPG) stricto sensu emergentes e em consolidação, explicados acima.

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FAPEPI contará com câmaras técnico-científicas em 2021

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A Fundação de Amparo à Pesquisa no Piauí (FAPEPI) contará agora com câmaras técnico-científicas em suas diretorias. A instrução normativa que regulamenta a instalação  e  o funcionamento das câmaras foi aprovada pelo Conselho Superior durante sua primeira reunião online de 2021, realizada no dia 19 de março.

As Câmaras Técnico-Científicas (CTC) da FAPEPI têm como principal finalidade auxiliar as Diretorias da Fundação no julgamento, avaliação e acompanhamento, no aspecto do mérito técnico-científico, dos processos relacionados aos programas de estímulo à pesquisa científica, tecnológica e de inovação, de qualificação de recursos humanos, difusão do empreendedorismo e do conhecimento científico da FAPEPI, emitir parecer conclusivo e  fundamentado quanto ao seu mérito científico e técnico e quanto à sua adequação  orçamentária. 

Também será competência das CTC:

  • Analisar os relatórios  técnico-científicos elaborados pelos beneficiários dos recursos concedidos pela  FAPEPI,  pronunciando-se  de  forma  conclusiva  e  fundamentada;  
  • Auxiliar a FAPEPI no acompanhamento e avaliação dos programas e projetos financiados pela Fundação; indicar, para homologação da Diretoria Técnico-científica, consultores ad hoc, para análise  de propostas, avaliação de projetos de pesquisa e de outras atividades inerentes às CTC; 
  • Auxiliar a FAPEPI quanto à formulação, implementação e avaliação de políticas,  planos e programas, no que concerne ao fomento da ciência, da tecnologia e de inovação para o Estado do Piauí; 
  • Participar do processo de planejamento, análise, acompanhamento e avaliação das ações relativas à sua área do conhecimento;  recomendar ações de fomento em suas respectivas áreas, encaminhando-as à Diretoria Técnico-científica; 
  • Auxiliar a FAPEPI na elaboração e avaliação de editais, instruções normativas  e instrumentos específicos das atividades meio e fim da FAPEPI; 
  • Sugerir  critérios de  análise  para  a  recomendação  das  concessões  de  auxílios  e  bolsas,  em consonância com os Editais; 
  • Propor critérios e procedimentos para o acompanhamento dos auxílios e bolsas concedidos e sugerir indicadores para o sistema de avaliação de programas, auxílios e bolsas.  

Para abranger as áreas do conhecimento e os programas especiais de desenvolvimento tecnológico  e  inovação,  a  FAPEPI  contará  com  o  suporte  de  06  (seis)  CÂMARAS  TÉCNICO CIENTÍFICAS ditas ACADÊMICAS e 01 (uma) CÂMARA DE INOVAÇÃO. As CTC acadêmicas contemplam as seguintes áreas de conhecimento:  Ciências  Agrárias; Ciências Biológicas; Ciências da Saúde;  Ciências  Exatas  e  da  Terra;  Engenharias  e  Ciências  da  Computação;  Ciências  Humanas, Ciências Sociais  Aplicadas, Linguísticas, Letras e Artes. A CTC de Inovação terá  o tema: Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo. 

Por decisão das diretorias e do conselho superior a qualquer tempo, o número de Câmaras pode ser ampliado, ou reduzido, e sua organização redefinida, se houver a necessidade. Assim como Câmaras Específicas poderão ser constituídas em caráter especial, a fim de avaliar editais, chamadas e propostas especiais.

Seu funcionamento será presidido pela Diretoria Técnico-Científica da FAPEPI e estruturadas de forma a abranger todas as áreas do conhecimento nas quais atua a FAPEPI ou, ainda, de forma a atender as necessidades de atividades e programas da instituição.  A  participação  nas  Câmaras  Técnico-Científica  da  FAPEPI será considerada serviço relevante à FAPEPI e ao Estado do Piauí e será documentada através de certificado comprobatório.  

A instituição das câmaras iniciou suas atividades no mesmo dia da sua regulamentação deliberada pela reunião do dia 19 de março de 2021.

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